Brasil
Brasil amplia desempenho portuário, cresce 9,8% em outubro e mantém projeção de recorde anual
A movimentação portuária brasileira voltou a acelerar em outubro, quando os terminais nacionais alcançaram 121,5 milhões de toneladas, resultado 9,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2024. Os números integram levantamento do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), com base em dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), e mostram que o desempenho acumulado entre janeiro e outubro já chega a 1,16 milhão de toneladas, um avanço de 4% sobre igual período do ano anterior.
O resultado da carga conteinerizada foi decisivo para o crescimento no indicador geral. Em outubro, o segmento apresentou alta de 11,6% e atingiu a maior movimentação mensal da série histórica monitorada pela agência reguladora. Os dados completos foram divulgados na manhã desta quarta-feira (10) por meio do Estatístico Aquaviário da Antaq.
Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o desempenho reforça a tendência de expansão observada ao longo do ano. Ele afirma que o país deve alcançar novo recorde em 2025, superando em pelo menos 150 milhões de toneladas a marca registrada em 2022. Segundo o ministro, a evolução do setor está diretamente ligada à melhoria das condições econômicas do Brasil, que traz previsibilidade às negociações globais, fortalece a confiança de investidores e sustenta empregos no país. “O resultado apurado se deve à melhoria das condições econômicas de nosso país, que dão previsibilidade às negociações globais, segurança aos investidores e emprego e renda aos trabalhadores brasileiros”, destacou.
A movimentação voltada ao comércio exterior continua predominante nos portos brasileiros. Entre janeiro e outubro, mais de 830 milhões de toneladas foram destinadas a exportações e importações, aumento de 3,8% em relação a 2024. A cabotagem somou 190,8 milhões de toneladas no período, o equivalente a 16,4% do total movimentado. Já o transporte por vias interiores respondeu por 9,9%, alcançando 115,4 milhões de toneladas.
No acumulado do ano, a movimentação de contêineres segue entre os segmentos de maior crescimento, com alta de 5,3% em comparação aos primeiros dez meses de 2024 e total de 136 milhões de toneladas. Os granéis sólidos permanecem na liderança, com 692,8 milhões de toneladas, seguidos pelos granéis líquidos, que somaram 275 milhões de toneladas.
Os indicadores de outubro reforçam a trajetória de avanço do setor portuário e a consolidação de uma logística mais eficiente e integrada no país. A continuidade desse movimento aponta para um ambiente operacional cada vez mais robusto, com capacidade ampliada para sustentar o crescimento do comércio exterior e das cadeias produtivas brasileiras.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
Fonte: Portos e Aeroportos
Brasil
Gás do Povo deve impulsionar demanda por GLP no Brasil, aponta relatório da Empresa de Pesquisa Energética
O programa Gás do Povo deve ser um dos principais fatores de expansão da demanda por gás liquefeito de petróleo (GLP) no Brasil nos próximos anos. A avaliação consta na edição de abril de 2026 do relatório “Perspectivas para o Mercado Brasileiro de Combustíveis no Curto Prazo”, divulgado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), que analisa tendências recentes e projeções para o setor energético nacional.
Segundo o estudo, o país deve registrar aumento relevante na demanda por combustíveis líquidos e GLP, com expectativa de crescimento superior a 3 bilhões de litros já em 2026, movimento associado ao dinamismo da economia e à ampliação do consumo interno. Nesse cenário, programas de transferência de renda e inclusão energética ganham destaque como vetores adicionais de expansão do consumo.
Entre essas iniciativas, o Gás do Povo é apontado como um dos principais impulsionadores do consumo de GLP. Ao ampliar o acesso ao gás de cozinha para famílias de baixa renda, o programa fortalece a demanda estrutural pelo insumo e contribui para reduzir desigualdades no acesso a fontes limpas e seguras, reduzindo o uso de alternativas como lenha e carvão – que expõem principalmente mulheres e crianças à fumaça tóxica, a doenças respiratórias e riscos de acidentes domésticos.
O relatório também ressalta que políticas públicas voltadas à garantia de acesso à energia têm impacto direto sobre o mercado, ao mesmo tempo em que promovem segurança energética e previsibilidade para os agentes do setor. A combinação entre crescimento econômico e programas sociais tende a consolidar um ambiente de maior estabilidade e expansão do consumo.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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