Paraná
PCPR prende grupo suspeito de desviar carga de medicamentos oncológicos de R$ 4 milhões
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu cinco pessoas durante uma operação na manhã desta terça-feira (2) contra um grupo criminoso envolvido no desvio de uma carga de medicamentos oncológicos avaliada em R$ 4 milhões. A ação aconteceu na Lapa, no Paraná, e em Carapicuíba e Osasco, em São Paulo.
Com apoio da Polícia Civil de São Paulo, além de quatro mandados de prisão, a PCPR cumpriu cinco ordens de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados. Uma quinta pessoa, que era alvo de buscas, foi autuada em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, pois foi encontrada em posse de uma estufa com diversos pés de maconha.
Além das drogas, os policiais localizaram um fuzil, duas pistolas e duas araras presas em um quarto de uma residência em Carapicuíba. Um dos suspeitos presos preventivamente também foi autuado em flagrante por crime de maus-tratos aos animais.
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O crime aconteceu em dezembro de 2024 em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. Na ocasião, o motorista do caminhão que havia trazido a carga de São Paulo registrou um boletim de ocorrência alegando que havia sido roubado.
“Durante as investigações, verificamos que se tratava de um desvio de carga e de uma falsa comunicação de crime. Imagens de câmeras de videomonitoramento flagraram o motorista conversando, em um posto de combustível, com os indivíduos que teriam praticado o suposto roubo”, explica o delegado André Feltes.
Além do motorista, a PCPR identificou dois indivíduos que participaram do furto e outro motorista que dirigiu o caminhão usado pra levar parte da carga desviada. A investigação contou com apoio do setor de inteligência da Polícia Militar do Paraná (PMPR).
Os presos foram encaminhados ao sistema penitenciário. A PCPR segue em investigação a fim de identificar o destino dos medicamentos furtados.
Fonte: Governo PR
Paraná
Homem denunciado pelo MPPR é condenado a 36 anos e 8 meses de prisão por feminicídio cometido na presença da filha da vítima em Nova Prata do Iguaçu
O Tribunal do Júri de Salto do Lontra, no Sudoeste do estado, condenou na última sexta-feira, 2 de outubro, um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná pelo feminicídio da companheira, ocorrido em 16 de maio de 2025, no município de Nova Prata do Iguaçu. O réu foi condenado a 36 anos e 8 meses de reclusão pelo feminicídio e também por posse ilegal de munições de uso permitido.
Áudio do Promotor de Justiça Leonardo Penna Guedes Amin
De acordo com a denúncia, o crime ocorreu após uma discussão entre o réu e a vítima e foi motivado por sentimento de posse e controle em relação à mulher. O homem ficou inconformado com vídeos que ela publicava na rede social TikTok e a atacou com uma faca dentro da residência do casal. A filha da vítima, de seis anos, estava presente no local no momento do crime.
Após o feminicídio, o condenado deixou a filha na casa do avô paterno, dirigiu-se à residência da irmã da vítima e relatou o ocorrido. Na sequência, foi até o destacamento da Polícia Militar, onde se entregou.
Aumento de pena – O Conselho de Sentença reconheceu o feminicídio e as três causas de aumento de pena: o fato de o crime ter sido cometido na presença física de descendente da vítima, o emprego de meio cruel e a utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.
Além da condenação pelo feminicídio, o homem foi condenado por posse ilegal de munições de uso permitido. Após o crime, foram encontradas seis munições calibre .38 no guarda-roupas do réu.
Processo 0001557-68.2025.8.16.0149.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226
Fonte: Ministério Público PR
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