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Prêmio Nacional do Turismo: conheça os três finalistas da categoria Academia

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Está aberta a votação popular nos “Profissionais de Destaque” da edição deste ano do Prêmio Nacional do Turismo, que valoriza ações inovadoras, sustentáveis e inspiradoras em todo o Brasil. As indicações do público podem ser feitas até a próxima segunda-feira (1º/12), por meio do site do Ministério do Turismo. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 3 de dezembro de 2025, no espaço Millennium Convention Center, às 18h.

Clique AQUI e escolha seu favorito!

Conheça um pouco do perfil dos selecionados que estão concorrendo na categoria “Academia”.

André Riani Costa Perinotto – Doutor em Comunicação, professor da UFDPar e do Mestrado em Turismo da UFPR, bolsista de produtividade do CNPq, com ampla produção acadêmica e liderança em pesquisas sobre turismo, comunicação e hospitalidade. Dirige o Grupo de Pesquisa Mídias, Comunicação e Turismo, atua como pesquisador colaborador na Espanha e coordena projetos estratégicos como o Plano Estadual de Turismo, o Observatório de Inteligência Turística do Piauí e estudos sobre a Rota das Emoções e o Delta do Parnaíba. Premiado pela ANPTUR (2022) e finalista do Prêmio Nacional do Turismo (2019), destaca-se pela contribuição científica e pelo impacto social no turismo brasileiro.

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Daniela Sottili Garcia – É bacharel em Turismo e tecnóloga em Gestão Pública, doutora em Geografia, com atuação destacada na academia sul-mato-grossense desde 2001. Ao longo de sua trajetória, tem contribuído de forma significativa para a formação de centenas de bacharéis e especialistas em Turismo, consolidando-se como uma referência na área. Em reconhecimento ao seu trabalho, foi agraciada com o Prêmio ABAV Nacional 2023 – Turismóloga Destaque na Região Centro-Oeste, além de ter sido finalista do Prêmio Fundtur 2019 – Destaque na Academia em Turismo em Mato Grosso do Sul. Entre suas principais realizações, destaca-se a implantação do Observatório de Turismo de Mato Grosso do Sul (Fundtur) em 2018, iniciativa pioneira voltada à produção de conhecimento e ao fortalecimento da gestão do turismo no estado. Desde 2022, coordena o projeto da primeira Pós-Graduação Lato Sensu pública em Turismo de Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul.

João Paulo Faria Tasso – Idealizador da Mandala da Sustentabilidade no Turismo. Doutorado em Desenvolvimento Sustentável (CDS/UnB). Foi pesquisador visitante na School of Community Resources and Development/SCRD – Arizona State University/ASU. Pós-Doutorado em Ética, Políticas Públicas e Turismo (PPGTur/UFRN). Coordenador de Pós-Graduação, Pesquisa e Inovação em Turismo (CET/UnB). Coordenador do Curso de Especialização em Gestão Municipal do Turismo (GMT/UnB). Compõe a equipe de liderança do Laboratório de Estudos em Turismo e Sustentabilidade (LETS/UnB).

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SOBRE O PRÊMIO – Considerado o “Oscar” do turismo brasileiro, o Prêmio Nacional do Turismo reconhece o trabalho, a criatividade e a dedicação de profissionais e iniciativas que impulsionam o setor em todo o país. Fruto de uma parceria entre o Ministério do Turismo e o Conselho Nacional de Turismo (CNT), a premiação ajuda a consolidar o segmento como um vetor de desenvolvimento econômico, social, cultural e ambiental no país.

Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Brasil

MCTI lança FormP&D 2026 e Lei do Bem registra recorde de R$ 51,6 bilhões

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Investimentos em pesquisa e desenvolvimento resultam em novos produtos, fortalecem a competitividade das empresas, estimulam a criação de empregos qualificados e ampliam a capacidade tecnológica do País. Para acompanhar esse movimento e aperfeiçoar uma das principais políticas de incentivo à inovação empresarial no Brasil, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) lançou, nesta terça-feira (2), em Brasília (DF), o FormP&D 2026. O documento on-line é utilizado pelas empresas beneficiárias da Lei do Bem (Lei nº 11.196/2025) para declarar suas atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação. 

A nova versão do sistema traz atualizações que modernizam os processos de avaliação, ampliam a integração de dados, aperfeiçoam a governança e conferem mais clareza ao preenchimento das informações referentes ao ano-base 2025. As mudanças buscam facilitar a prestação de informações pelas empresas e ampliar a capacidade do governo de acompanhar a evolução dos investimentos privados em inovação. 

Ao destacar a importância da Lei do Bem para ampliar a competitividade da indústria brasileira, a ministra do MCTI, Luciana Santos, ressaltou a necessidade de transformar o conhecimento produzido no País em inovação e desenvolvimento econômico. 

“O Brasil está entre os maiores produtores de pesquisa e desenvolvimento do mundo, mas ainda precisa avançar na transformação desse conhecimento em inovação, competitividade e crescimento econômico. A Lei do Bem é um instrumento fundamental para fortalecer essa conexão e estimular as empresas a investirem mais”, afirmou Luciana Santos. 

A ministra também destacou o papel das políticas públicas de incentivo à inovação e os investimentos do Governo do Brasil. “O compromisso do presidente Lula com a ciência, tecnologia e inovação se traduz em investimentos concretos. Estamos reconstruindo capacidades do Estado brasileiro, fortalecendo instituições e criando condições para que o País avance em uma agenda de desenvolvimento baseada em sustentabilidade, inclusão social e soberania tecnológica”, completou. 

Novo FormP&D amplia suporte e simplifica preenchimento 

O novo FormP&D 2026 traz uma série de atualizações que simplificam o preenchimento das informações pelas empresas e aprimoram o acompanhamento das atividades apoiadas pela Lei do Bem. Entre as novidades estão uma nova área de suporte técnico ao usuário, a criação de um identificador único para cada projeto, a integração com bases de dados governamentais e a possibilidade de importar informações automaticamente por meio de planilhas em etapas específicas do formulário. 

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As mudanças também ampliam os instrumentos de orientação disponíveis para as empresas. O Guia do Usuário do novo FormP&D já está disponível no Portal da Lei do Bem. Uma nova edição do Guia Prático da Lei do Bem, prevista para julho, vai reunir orientações atualizadas em linguagem mais acessível, com exemplos, fluxos, checklists e explicações sobre os critérios utilizados na caracterização de projetos de inovação. 

Ao apresentar as novidades, o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTI, Daniel Almeida, destacou que as atualizações foram construídas a partir das contribuições recebidas do setor produtivo. “Recebemos vários inputs das empresas e das consultorias que utilizam a Lei do Bem. Algumas melhorias já conseguimos implementar agora e outras continuam em desenvolvimento. A ideia é fazer essa grande parceria para avançar continuamente na melhoria do instrumento.” 

Entre as iniciativas previstas para os próximos meses estão o lançamento do Programa Embaixadores da Lei do Bem, que vai orientar empresas em todo o País, a ampliação dos mecanismos de avaliação simplificada para projetos desenvolvidos em parceria com instituições de ciência e tecnologia e a implementação de novas soluções de inteligência artificial para apoiar usuários do sistema e equipes responsáveis pelas análises. 

FormP&D2026.png
O que mudou

Recordes da Lei do Bem 

Os resultados de 2023 e 2024 consolidaram o melhor desempenho da história da Lei do Bem. Em apenas um ano, os investimentos privados em pesquisa e desenvolvimento cresceram de R$ 41,93 bilhões para R$ 51,59 bilhões, alta de 23% e aumento de R$ 9,66 bilhões. O período também registrou recordes de participação empresarial, com 4.252 empresas beneficiárias, e de projetos de inovação, que chegaram a 14.877 iniciativas em 2024. A expansão foi acompanhada pelo crescimento da utilização dos incentivos fiscais, cuja renúncia estimada alcançou R$ 11,98 bilhões, reforçando a Lei do Bem como o principal instrumento de estímulo à inovação empresarial no País. 

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Para o diretor do Departamento de Apoio aos Ecossistemas de Inovação (Depai) do MCTI, Hideraldo de Almeida, os resultados refletem a consolidação da política como o principal instrumento de estímulo à inovação no Brasil, incentivando empresas a investir em tecnologia, competitividade e desenvolvimento científico. “Para que essa política pública continue evoluindo com transparência, eficiência e segurança, é fundamental também modernizar os nossos mecanismos de gestão e acompanhamento”, disse. 

Lei do Bem fortalece capital humano 

Os resultados da Lei do Bem também refletem a ampliação da força de trabalho dedicada à inovação dentro das empresas brasileiras. Em 2024, 52.222 profissionais atuaram exclusivamente em atividades de pesquisa e desenvolvimento, número significativamente superior aos 34.291 profissionais registrados em 2023. 

A maior parte desse contingente era formada por 35.242 graduados e 7.953 pós-graduados, além de 2.835 mestres e 1.454 doutores dedicados a atividades de pesquisa. A força de trabalho também contou com técnicos e tecnólogos responsáveis por ações ligadas a laboratórios, prototipagem e desenvolvimento tecnológico, evidenciando o papel da Lei do Bem na geração de empregos qualificados e no fortalecimento da capacidade científica das empresas brasileiras. 

Os resultados de 2023 e 2024 consolidaram um novo patamar para a Lei do Bem. No período, a média anual de investimentos em pesquisa e desenvolvimento chegou a R$ 46,8 bilhões, quase o dobro da registrada entre 2019 e 2022. Com a modernização do FormP&D, o MCTI busca tornar o acompanhamento desses investimentos mais eficiente e aprimorar a produção de informações estratégicas para o desenvolvimento nacional. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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