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Agro

Ministro Fávaro convida para abertura do Encontro Nacional do Agro e dos Adidos Agrícolas em Brasília

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O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participa nesta quarta-feira (26) da solenidade de abertura do Encontro Nacional do Agro e dos Adidos Agrícolas, às 09h, no Windsor Plaza Brasília Hotel, em Brasília.

O evento contará com a presença de autoridades da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), além de representantes do Ministério das Relações Exteriores (MRE), Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), Embrapa, Sebrae e Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O encontro reúne 54 adidos agrícolas, sendo 40 em missão e 14 recém-designados, além das equipes dos escritórios da ApexBrasil em Bogotá, Miami, Bruxelas, Moscou, Dubai, Lisboa e Pequim.

O objetivo é fortalecer a articulação entre instituições governamentais, adidos agrícolas, equipes técnicas e setores produtivos, ampliando a eficiência das exportações brasileiras e o acesso a mercados internacionais por meio de painéis técnicos, workshops, seminários e rodadas de alinhamento.

Profissionais de imprensa que desejem participar da solenidade de abertura devem fazer o credenciamento por meio link: https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=CEWR5Xs–Ea5jlHiOyklht-gFOcQI3tHjqSbyoDOFmxUMDVGSU5YMEsxSVMxNUY4Wjg0ODRQUUdaUC4u&route=shorturl

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SERVIÇO

Solenidade de abertura do Encontro Nacional do Agro e dos Adidos Agrícolas

Data: 26 de novembro
Horário: 9h (horário de Brasília)
Local: Windsor Plaza Brasília Hotel – SHS Quadra 05 Bloco H – Asa Sul, Brasília – DF, 70322-912

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Agro

Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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