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Brasil

Lançado edital que disponibiliza 1 milhão de euros para fortalecer governança do Plano Clima

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O edital Brasil-UK PACT (Partnering for Accelerated Climate Transitions), voltado à política e governança climática, está aberto com prazo para envio de propostas até 15 de dezembro de 2025, às 14h, no horário de Brasília. O termo de referência (TdR) com a lista completa de critérios de elegibilidade e mais detalhes pode ser consultado aqui

Os projetos selecionados fornecerão apoio técnico ao Departamento de Políticas de Mitigação e Instrumento de Mitigação e ao Departamento de Governança Climática e Articulação do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) como forma de fortalecer a governança climática e apoiar a implementação do Plano Clima. 

A iniciativa é do governo do Reino Unido, que busca ampliar seu apoio à governança climática no Brasil por meio de assistência técnica e capacitação. Podem se candidatar ONGs locais ou internacionais, think tanks, consultorias, instituições acadêmicas, associações profissionais ou quaisquer organizações que possuam conhecimento, habilidades e experiência para realizar o projeto, incluindo entidades do setor privado e agências da ONU, assim como consórcios de duas ou mais organizações. 

O objetivo do edital é promover o alinhamento estratégico entre as prioridades do Plano Clima e os planos, programas e instrumentos relacionados ao tema nos governos subnacionais. As propostas, devem, portanto, envolver estrategicamente um grupo de governos subnacionais, de modo a promover alinhamento entre as prioridades federais e as estratégias climáticas subnacionais, considerando a diversidade de capacidades institucionais e a distribuição desigual do potencial de mitigação. 

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Espera-se que os proponentes priorizem os grupos de governos subnacionais com os quais irão trabalhar, podendo incluir estados, o Distrito Federal, regiões metropolitanas e consórcios temáticos de estados e municípios. 

Os governos subnacionais devem ser selecionados com base em critérios-chave, como potencial de mitigação, sinergias em termos de adaptação, considerando especialmente cidades participantes da iniciativa AdaptaCidades, e sustentabilidade da intervenção após a conclusão do projeto. Os proponentes devem incluir em suas propostas a metodologia utilizada para tal priorização. Será disponibilizado 1 milhão de euros (cerca de R$ 6 milhões) para financiar as ações propostas.  

O projeto identificará e desenvolverá estratégias, instrumentos e mecanismos de apoio em quatro áreas-chave: diagnóstico, fortalecimento de capacidades para a ação climática subnacional, governança climática e gestão do conhecimento.

Entre as atividades previstas a serem realizadas constam, entre outras: 

  • Apoiar a implementação da NDC do Brasil;

  • Alinhar ações climáticas subnacionais à Agenda Climática do governo federal;

  • Permitir o monitoramento e a avaliação eficazes do Plano Clima;

  • Traduzir metas climáticas nacionais em planos subnacionais executáveis, considerando a arquitetura da governança climática do Brasil;

  • Abordar desafios de governança, capacitação, financiamento e regulação nos níveis nacional e subnacional, assegurando abordagens inclusivas que reflitam as necessidades de grupos sub-representados;

  • Mapear e analisar políticas climáticas subnacionais existentes para avaliar seu alinhamento com prioridades e metas nacionais, incluindo a integração de salvaguardas de Igualdade de Gênero, Deficiência e Inclusão Social (GEDSI);

  • Propor metodologias e ferramentas para harmonizar planejamento, implementação, monitoramento, avaliação e reporte, incorporando indicadores socialmente inclusivos, mecanismos participativos e métricas de equidade;

  • Promover integração vertical e horizontal e coerência de políticas entre todos os níveis de governos;

  • Desenvolver indicadores compartilhados e canais de comunicação para facilitar a coordenação e a transparência;

  • Projetar e testar mecanismos para a Câmara de Articulação Interfederativa (vinculada ao CIM) que contribuam sistematicamente para o monitoramento e a avaliação do Plano Clima;

  • Desenvolver metodologias para integrar dados e perspectivas subnacionais aos relatórios climáticos nacionais, assegurando que as realidades locais subsidiem as decisões nacionais.

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As respostas consolidadas às perguntas apresentadas durante o Market Engagement Event, realizado em 29 de setembro, estão disponíveis no site. Importante observar que as respostas fornecidas estão alinhadas ao escopo ajustado do TdR. 

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]

(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Brasil

Senad e Capes selecionam 24 projetos para ações de prevenção, cuidado e inclusão social

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Brasília, 18/6/2026 – A articulação entre ciência, extensão universitária e políticas públicas será ampliada com a implementação da Rede dos Centros de Acesso a Direitos e Inclusão Social na Política sobre Drogas (Rede Cais) Acadêmicos, linha específica do Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação. A iniciativa, conduzida pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad/MJSP) em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), reunirá 24 universidades e institutos federais para desenvolver ações de inclusão social, prevenção e promoção de direitos em comunidades em situação de vulnerabilidade.

Com investimento superior a R$ 25 milhões, o programa estrutura a Rede Cais Acadêmicos, com atuação em todo o País. As instituições contempladas estão distribuídas pelas cinco regiões brasileiras, consolidando uma rede nacional voltada ao desenvolvimento de tecnologias sociais e à produção de conhecimento aplicado às realidades locais.

A ação integra a estratégia da Senad de impulsionar atividades de prevenção e cuidado, promovendo a articulação entre universidades, comunidades e serviços públicos para enfrentar desafios relacionados ao uso de álcool e outras drogas, à vulnerabilidade social e à garantia de direitos.

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Para a secretária nacional da Senad, Marta Machado, o programa representa mais um avanço na política sobre drogas no Brasil.

“Estamos falando de um investimento robusto de mais de R$ 25 milhões em ciência, pesquisa e extensão universitária. O objetivo é transformar conhecimento em novas tecnologias sociais e fortalecer a presença da política pública nos territórios mais vulnerabilizados”, ressalta.

Segundo a secretária, a rede selecionada terá alcance nacional inédito e contribuirá para ampliar o acesso a direitos fundamentais.

“Os centros vão atuar promovendo redução de riscos e danos, acolhimento, atenção psicossocial e, acima de tudo, o acesso aos direitos fundamentais. Essa é a materialização da nossa estratégia de prevenção ampliada”, afirma.

Rede nacional

Além de fomentar pesquisas e ações extensionistas, o programa busca produzir evidências e metodologias que possam subsidiar políticas públicas voltadas à prevenção, ao cuidado e à garantia de direitos de populações em situação de vulnerabilidade.

A expectativa é que a Rede Cais Acadêmicos contribua para reforçar a presença territorial das ações da Senad e aprimorar a articulação entre Governo Federal, instituições de ensino e sociedade civil, promovendo respostas mais qualificadas e integradas aos desafios sociais relacionados à política sobre drogas.

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Os projetos selecionados receberão bolsas e recursos de custeio para desenvolver as atividades previstas ao longo dos próximos anos. O resultado do edital foi divulgado em 11 de junho e está disponível aqui.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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