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Agro

Coamo inaugura unidades de beneficiamento de sementes em Dourados e Maracaju com tecnologia de ponta

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Novas unidades fortalecem estrutura da cooperativa

A Coamo inaugurou suas novas Unidades de Beneficiamento de Sementes (UBS) em Dourados e Maracaju, no Mato Grosso do Sul, marcando mais um avanço na infraestrutura da cooperativa para atender os produtores da região.

Cada unidade possui capacidade para 250 mil sacas de sementes, conta com armazenamento climatizado e equipamentos de última geração, garantindo qualidade, segurança e eficiência no fornecimento aos cooperados. O investimento total nas duas unidades chega a R$ 60 milhões.

Os eventos de inauguração reuniram cooperados, diretores da Coamo, autoridades e lideranças locais, reforçando a importância das novas estruturas para o setor produtivo.

Tecnologia que preserva a qualidade das sementes

Segundo o presidente dos Conselhos de Administração da Coamo e Credicoamo, José Aroldo Gallassini, as novas unidades representam o estado mais avançado do beneficiamento de sementes, com tratamento contra fungos e pragas e controle rigoroso de temperatura:

“Os armazéns possuem ar-condicionado, garantindo que a semente fique refrigerada o ano todo e mantendo a germinação no plantio.”

Gallassini ressalta que o modelo reduz perdas e assegura resultados consistentes, aproximando a produção de sementes de estados como Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul dos cooperados sul-mato-grossenses.

“O cooperado recebe a semente no momento ideal de plantio, garantindo qualidade e produtividade”, afirma.

Programa Sementeiro de Excelência garante padrões elevados

O presidente Executivo da Coamo, Airton Galinari, destaca que as unidades fazem parte do Programa Sementeiro de Excelência, voltado para aprimorar a seleção, produção e beneficiamento das sementes.

“Criamos uma equipe a campo para selecionar o melhor da produção. O beneficiamento final garante temperatura e umidade ideais, preservando qualidade e vigor das sementes.”

Nas UBS, a temperatura é mantida entre 13 e 15 graus, condições ideais para a armazenagem e conservação do produto até o plantio.

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Inovação tecnológica e segurança para o cooperado

O diretor de Suprimentos e Assistência Técnica da Coamo, Aquiles de Oliveira Dias, ressalta que as unidades contam com as maiores máquinas de tratamento industrial de sementes do Brasil, garantindo:

  • Precisão na dosagem de produtos;
  • Proteção contra pragas e doenças;
  • Uniformidade no recobrimento das sementes, superior ao tratamento manual;
  • Segurança trabalhista e ambiental, evitando exposição a produtos químicos.

“O cooperado não precisa mais realizar o tratamento na fazenda, reduzindo riscos e garantindo eficiência operacional”, explica Dias.

Planejamento estratégico e expansão regional

O gerente de Sementes, Roberto Destro, afirma que as novas unidades são resultado de três anos de planejamento, estudos de viabilidade e desenvolvimento de projeto.

“A máquina de tratamento industrial é a maior do país e foi desenvolvida especialmente para atender às necessidades da Coamo e dos cooperados, mantendo a semente em condições ideais até o plantio.”

A implantação das unidades também melhora a logística, permitindo tratar as sementes mais próximas do plantio, evitando longos períodos de armazenamento e deslocamentos excessivos, o que mantém a qualidade do produto.

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Benefícios diretos para os cooperados

Com a inauguração das UBS em Dourados e Maracaju, os cooperados do Mato Grosso do Sul terão acesso a sementes beneficiadas, tratadas e armazenadas com tecnologia de ponta, prontas para o uso no momento ideal de plantio.

“É mais um serviço que a Coamo oferece, garantindo qualidade, eficiência e produtividade em toda a cadeia”, conclui Galassini.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro

Colheita da safrinha de milho avança no Centro-Sul, mas estiagem reduz potencial produtivo em importantes regiões

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A colheita da segunda safra de milho 2026 começou a ganhar ritmo no Centro-Sul do Brasil, impulsionada principalmente pelo avanço dos trabalhos em Mato Grosso. No entanto, enquanto algumas regiões projetam produtividades elevadas, outras já enfrentam impactos significativos da estiagem, que compromete o potencial produtivo das lavouras.

Levantamento divulgado pela AgRural aponta que, até a última quinta-feira (28), a colheita da safrinha havia alcançado 2,4% da área cultivada na região Centro-Sul do país. O percentual representa avanço em relação aos 0,9% registrados na semana anterior e supera os 1,3% observados no mesmo período do ano passado.

Mato Grosso lidera a colheita da safrinha

Maior produtor nacional de milho, Mato Grosso segue ditando o ritmo da colheita brasileira. As condições climáticas favoráveis e o bom desenvolvimento das lavouras permitiram o avanço das máquinas em diversas regiões do estado.

O Paraná aparece na sequência, embora em ritmo mais lento. A elevada umidade em parte das áreas produtoras ainda limita o andamento dos trabalhos, exigindo maior cautela dos produtores para preservar a qualidade dos grãos.

Além de Mato Grosso e Paraná, as expectativas de produtividade permanecem positivas em Mato Grosso do Sul e no sul de São Paulo, regiões que foram beneficiadas por melhores condições climáticas durante o ciclo da cultura.

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Estiagem preocupa produtores em Minas Gerais e Goiás

Se por um lado algumas áreas caminham para resultados satisfatórios, por outro a falta de chuvas tem causado preocupação crescente em importantes polos produtores do país.

No norte de São Paulo, em Minas Gerais e em Goiás, produtores já iniciaram os cálculos das perdas provocadas pela estiagem prolongada registrada nos últimos meses. A redução da umidade no solo durante fases decisivas do desenvolvimento das plantas comprometeu o enchimento dos grãos e limitou o potencial produtivo de parte das lavouras.

Técnicos do setor relatam que os impactos variam conforme a região e a época de plantio, mas há expectativa de reduções expressivas na produtividade em áreas mais afetadas pelo déficit hídrico.

Mercado acompanha definição da safra brasileira

O desempenho da segunda safra de milho é acompanhado com atenção pelo mercado interno e pelos importadores internacionais. A safrinha responde por aproximadamente 75% da produção nacional do cereal e tem papel fundamental no abastecimento doméstico e nas exportações brasileiras.

Nas próximas semanas, o avanço da colheita permitirá uma avaliação mais precisa dos resultados produtivos em cada estado, especialmente nas regiões atingidas pela seca.

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Analistas destacam que, apesar das perdas localizadas, o potencial de boa produção em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e parte de São Paulo pode contribuir para manter o Brasil entre os maiores exportadores mundiais de milho em 2026.

Clima seguirá determinando os resultados finais

A reta final da colheita será decisiva para consolidar o tamanho da safra brasileira. Enquanto produtores das regiões mais favorecidas aguardam produtividades acima da média, aqueles que enfrentaram estiagem seguem revisando suas projeções e calculando os impactos econômicos sobre a rentabilidade da temporada.

O comportamento climático das próximas semanas também será importante para garantir o avanço dos trabalhos de campo e preservar a qualidade dos grãos colhidos, fator essencial para a comercialização no mercado interno e externo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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