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Carreta Saúde da Mulher faz mais de 1,5 mil atendimentos em Santo Antônio do Caiuá

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A Carreta Saúde da Mulher realizou 1.537 atendimentos no município de Santo Antônio da Caiuá, no Noroeste do Estado, onde ficou durante seis dias oferecendo consultas e exames. A ação, coordenada pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e inserida no programa Paraná Rosa, cumpriu o objetivo de levar serviços essenciais de prevenção. Durante o período, também puderam aproveitar a estrutura itinerante mulheres das cidades de Inajá, Cruzeiro do Sul, Alto Paraná e Nova Londrina.

No sétimo município polo do itinerário da Carreta foram realizados, até o último sábado (1º), 392 consultas médicas e 1.145 exames – 533 ultrassonografias, 160 citopatológicos e 452 mamografias.

“A passagem da Carreta por Santo Antônio do Caiuá e o balanço do Noroeste mostram a efetividade do programa. Estamos garantindo o diagnóstico precoce e a atenção primária. Esperamos que as mulheres de outras regiões, como Oeste, Sudoeste e também no Litoral, possam aderir e aproveitar essa oportunidade que o Governo do Estado está levando a todas as mulheres paranaenses”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

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Nesta semana, as mulheres de Mariluz e dos municípios de Brasilândia do Sul, Alto Piquiri, Perobal e Goioerê têm a oportunidade de receber os atendimentos. A Carreta funciona sempre de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h, e no sábado, das 8h às 17h.

São oferecidos exames de mamografia bilateral para rastreamento (40 a 74 anos), mamografia diagnóstica, coleta de material do colo do útero para exame citopatológico (Papanicolau, de 25 a 64 anos) e ultrassonografias transvaginal, de mamas e tireoide, assim como orientações de promoção de saúde e autocuidado.

Com o objetivo de oferecer agilidade no diagnóstico, os resultados de exames de ultrassom são entregues na hora. Os demais têm prazos diferentes: um protocolo é entregue para acessar os resultados on-line em até cinco dias para mamografia e em 15 dias no caso de citopatologia.

Para as mulheres que querem participar, a orientação é fazer o agendamento no sistema do município, pois é preciso apresentar a guia de encaminhamento e pedido médico para efetivação do atendimento.

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PARANÁ ROSA 2025 – A Carreta Saúde da Mulher é uma iniciativa do Governo do Estado, via Sesa, viabilizada por meio de uma parceria com a Volkswagen do Brasil no âmbito do programa Paraná Competitivo e prevê investimento de R$ 10,8 milhões.

O balanço parcial da iniciativa, que cobre a metade do percurso planejado, já indica um alto impacto. Até agora, foram realizados mais de 8,4 mil atendimentos gratuitos, incluindo 6.221 exames (mamografia, ultrassonografias e citopatologia) e 2.266 consultas médicas.

Fonte: Governo PR

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Paraná instala cabine de amamentação em terminal metropolitano e amplia conforto das mães

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O Governo do Estado implementou, de forma pioneira no Brasil, uma cabine modular de amamentação em um terminal do transporte coletivo metropolitano. A iniciativa começa com um módulo experimental no Terminal Metropolitano Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, com instalação realizada pela Agência de Assuntos Metropolitanos (Amep) nesta quinta-feira (7), perto do Dia das Mães. Ela já estará à disposição da população a partir desta sexta-feira (8).

O projeto-piloto recebeu investimento de R$ 53,5 mil. A Amep também será responsável pelo acompanhamento e fiscalização da estrutura durante a fase inicial. A proposta inclui fornecimento, transporte, montagem e instalação da cabine, além de garantia e suporte técnico, seguindo normas de acessibilidade, segurança e higiene.

Segundo o presidente da Amep, Gilson Santos, a iniciativa responde a uma demanda concreta das usuárias do sistema. “Hoje, quase 60% dos passageiros do transporte coletivo metropolitano são mulheres. Muitas delas se deslocam diariamente com seus filhos e precisam de um espaço apropriado para amamentação ou cuidados básicos. A cabine vem justamente para oferecer conforto, segurança e dignidade para essas usuárias”, afirmou.

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A proposta surgiu a partir de uma diretriz do governador Carlos Massa Ratinho Junior, após observar modelos semelhantes em funcionamento no Exterior. “Desenvolvemos o projeto e agora iniciamos essa fase piloto, que será monitorada para avaliar o uso e eventuais ajustes antes de ampliar para outros terminais”, explicou Santos. Nos primeiros meses, a Amep fará o acompanhamento do funcionamento para avaliar a adesão das usuárias e o desempenho do equipamento.

ESTRUTURA E DEMANDA – A cabine foi projetada para oferecer um ambiente reservado, seguro e confortável para mães que utilizam o transporte coletivo e precisam de um espaço adequado para amamentação e cuidados com os filhos durante o deslocamento. O uso será gratuito e aberto ao público, sem necessidade de cadastro.

A estrutura foi planejada para operação contínua em ambientes de grande circulação, com ventilação adequada, superfícies de fácil higienização e mobiliário de apoio. A cabine contará com monitoramento externo e sinalização dentro do terminal, facilitando a identificação pelas passageiras.

A medida atende a uma demanda recorrente no sistema metropolitano, especialmente entre mulheres que conciliam trabalho e cuidados com os filhos. Muitas passageiras utilizam os terminais como pontos de conexão e, nesse intervalo, precisam realizar tarefas como amamentação ou troca de crianças sem dispor de um espaço apropriado.

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Além do impacto na mobilidade, a iniciativa dialoga com recomendações de saúde pública. O aleitamento materno deve ser incentivado de forma exclusiva até os seis meses de idade e continuado até pelo menos os dois anos, pelos benefícios à criança e à mãe.

A expectativa é que, após o período de testes de aproximadamente 60 dias, o modelo possa ser replicado em outros terminais metropolitanos do Paraná, como Colombo e Fazenda Rio Grande, ampliando a rede de acolhimento às mães que utilizam o transporte público.

“É um projeto inovador, uma experiência nova no Brasil. A ideia é começar, avaliar e, a partir disso, expandir essa estrutura para outros equipamentos do sistema metropolitano”, concluiu o presidente da Amep.

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Foto: Amep

REDE DE APOIO – O projeto da Amep se insere em uma política mais ampla do Governo do Estado voltada à primeira infância e à valorização das mulheres.

Em 2023, foi inaugurada a primeira sala de apoio à servidoras lactantes no Palácio Iguaçu, em Curitiba. Paralelamente, o Paraná também conta atualmente com 29 salas de apoio à amamentação certificadas pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). As estruturadas, instaladas em empresas privadas, precisam seguir critérios que garantem condições adequadas para o atendimento das mulheres e o armazenamento seguro do leite materno.

Fonte: Governo PR

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