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Brasil está entre as 10 maiores potências globais do turismo em geração de empregos, aponta WTTC

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O Brasil foi apontado como uma das 10 maiores potências globais do turismo em geração de empregos no relatório “Travel & Tourism Economic Impact 2025: Global Trends”, divulgado pelo Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), principal entidade internacional do setor.

Segundo o estudo, o Brasil é o 7º país do planeta onde o turismo mais gera postos de trabalho, com uma previsão de 8,21 milhões de vagas em 2025, o que reforça o papel do setor como motor da economia e do desenvolvimento social.

O levantamento posiciona o país à frente de grandes nações no turismo, ficando atrás apenas de China, Índia, Estados Unidos, Indonésia, Filipinas e Tailândia. Para o ministro do Turismo, Celso Sabino, o resultado reflete o ambiente de crescimento e a confiança internacional no potencial do turismo brasileiro.

“Esses números confirmam que o turismo está no centro da agenda econômica do Brasil. Estamos trabalhando para gerar emprego, renda e oportunidades em todas as regiões do país. O desempenho destacado do Brasil no ranking global mostra que as políticas públicas implementadas estão fortalecendo o setor, atraindo investimentos e tornando o país mais competitivo no cenário internacional”, afirma Celso Sabino.

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O ministro do Turismo acrescenta que os dados evidenciam novamente o potencial do Brasil como destino sustentável e estratégico. “Com as ações do Ministério do Turismo, estamos criando condições para que o setor continue crescendo de forma sustentável, valorizando nossos destinos, a cultura brasileira e o meio ambiente”, completou Sabino.

CRESCIMENTO – O estudo do WTTC indica que a trajetória de crescimento do turismo no Brasil continuará na próxima década. Conforme a entidade, o país será o 9º que mais criará novos empregos na área entre 2025 e 2035, com a geração de mais de 1,5 milhão de postos de trabalho.

O relatório também revela que o turismo brasileiro se destaca pela contribuição ao Produto Interno Bruto (PIB), posicionando o país na 12ª colocação mundial em volume de receitas no segmento, com uma movimentação projetada de US$ 167,6 bilhões em 2025.

O Brasil figura ainda como a 13ª nação do mundo em previsão de investimentos de capital no turismo, com US$ 20 bilhões estimados para 2026, o que reforça o fortalecimento do ambiente de negócios e a confiança de investidores internacionais no mercado nacional.

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TURISMO DOMÉSTICO – Outro destaque do relatório do WTTC é o turismo interno no Brasil, um dos pilares da resiliência do setor. O país aparece como o 11º maior mercado global em volume de gastos domésticos, com uma projeção de US$ 113,2 bilhões neste ano. Os dados ampliam a importância do turismo como gerador de riqueza, oportunidades e inclusão, consolidando o Brasil como um dos destinos mais promissores e dinâmicos do mundo.

Por Lívia Albernaz 

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo 

Fonte: Ministério do Turismo

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Ministério da Saúde detalha processo de transição de insulina glargina para secretários municipais

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O processo de nacionalização da insulina análoga de ação prolongada, a glargina, no Sistema Único de Saúde (SUS) foi destacado pelo Ministério da Saúde(MS) nesta segunda-feira (13/7), durante o 39º Congresso Nacional do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), na capital gaúcha. O tema foi apresentado no seminário que abordou estratégias para organizar fluxos assistenciais, logística, dispensação e acompanhamento clínico a partir da perspectiva da regionalização da saúde pública.

Inicialmente, a nacionalização da glargina atenderá crianças e adolescentes de 2 a menores de 18 anos com diabetes tipo 1 e pessoas com 70 anos ou mais com os tipos 1 e 2, explicou a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde do (MS), Fernanda De Negri. “A gente começou separando por faixa etária justamente para poder fazer essa migração gradual. À medida que todos esses pacientes tiverem acesso à glargina, a gente ampliará o público-alvo”, informou.

A secretária ressaltou que a inclusão do medicamento foi necessária para mitigar o cenário de desabastecimento global da insulina NPH por parte dos fabricantes, já que a NPH ainda representa 90% da insulina utilizada no SUS.

Nesse cenário, o acesso à glargina em escala foi viabilizado por meio de uma Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), instrumento do Ministério da Saúde que aproxima instituições públicas e empresas privadas para fomentar a produção pública nacional de tecnologias consideradas estratégicas para o SUS.

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“Essa janela de oportunidade da PDP veio justamente no momento em que nos possibilitou ter mais segurança para fazer essa migração de forma previsível e gradual, de modo a não deixar o paciente do SUS sem medicamento e, ao mesmo tempo, começar a oferecer uma insulina de maior qualidade”, reforçou.

Em sua fala, Fernanda De Negri pontuou que a transição estabeleceu ainda ações de treinamento voltadas às equipes de Atenção Primária à Saúde (APS) e de Assistência Farmacêutica locais. Para apoiar esses processos, o Ministério da Saúde disponibilizou materiais técnicos e ofertou cerca de 130 oficinas em conjunto com o Conasems. 

Distribuição

O envio da insulina aos estados e municípios tem sido realizado com base no planejamento e nas solicitações periódicas das secretarias de saúde estaduais e municipais. Após o recebimento dos lotes em cada região, o medicamento estará disponível para a população nas farmácias da Atenção Primária, como as das Unidades Básicas de Saúde (UBS), de acordo com a organização de cada município.

Benefícios

Os benefícios da glargina também foram destacados, entre eles está o maior tempo de ação, que garante cobertura de até 24 horas para a maioria dos pacientes. Além disso, o medicamento oferece mais segurança ao reduzir o risco de episódios de hipoglicemia, especialmente durante o período noturno. Outro diferencial é a estabilidade e a praticidade que proporciona: ela promove menor oscilação nos níveis de glicose no sangue e dispensa preparação prévia, diferentemente da insulina NPH, que exige agitação antes do uso.

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Projeto-piloto

A secretária ressaltou que a transição foi estruturada por um grupo de trabalho específico, composto por representantes de diversos setores. O planejamento incluiu a implementação de um projeto-piloto, iniciado em março deste ano no Amapá, Distrito Federal, Paraíba e Paraná, voltado a crianças e adolescentes (de 2 a 17 anos) com diabetes tipo 1, além de idosos com 80 anos ou mais que convivem com o tipo 1 e 2.

A iniciativa permitiu acompanhar a utilização da insulina glargina em condições reais de atendimento, avaliar aspectos operacionais, identificar gargalos logísticos e subsidiar os ajustes necessários para a implementação em todo o país.

Rodrigo Eneas
Roberta Paola
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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