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Renan Filho assina contrato de concessão da BR-040/495/MG/RJ nesta quinta (2)

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O ministro dos Transportes, Renan Filho, assina, nesta quinta-feira (2), o contrato de concessão da BR-040/495/MG/RJ. Leiloada em abril deste ano, a rodovia irá receber R$8,8 bilhões em investimentos, no trecho entre o Rio de Janeiro e Juiz de Fora (MG).

A Elovias, concessionária que venceu o certame, ofereceu desconto de 14% sobre a Tarifa Básica de Pedágio e irá administrar uma extensão de 218,9 quilômetros da estrada.

Entre as melhorias que serão executadas nos próximos 30 anos de contrato, destacam-se as obras da nova subida da Serra de Petrópolis, que irão ampliar consideravelmente a capacidade de tráfego na região.

Outras intervenções importantes estão previstas, como duplicações, faixas adicionais, vias marginais, túneis, passarelas, ciclovias, pontos de ônibus e um Ponto de Parada e Descanso (PPD) para motoristas profissionais.

Além do ministro dos Transportes, participam ainda do evento o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Guilherme Theo Sampaio, representantes da Elovias e autoridades locais.

Cobertura de imprensa
Os jornalistas interessados em cobrir o evento presencialmente devem se credenciar até às 17h desta quarta-feira (1º), pelo .

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É preciso enviar nome completo e CPF de toda a equipe, além de dados do veículo (placa e modelo).

Serviço
Assinatura do contrato de concessão da BR-040/495/MG/RJ
Data: Quinta-feira, 2 de outubro
Horário: 10h
Local: Belvedere do Grinfo – BR-040, km 89 (sentido descida da serra) – Petrópolis (RJ)

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Brasil

Nova fase da Operação Gota beneficia 20 comunidades indígenas na Amazônia

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A partir do próximo domingo (30), o Ministério da Saúde inicia uma nova fase da Operação Gota para beneficiar 20 aldeias indígenas na Amazônia Legal. A ação amplia o acesso à vacinação para comunidades remotas, onde as condições geográficas e de transporte demandam uma logística 100% via aérea para o deslocamento das equipes de saúde. 

A operação segue até o dia 6 de setembro e contempla as comunidades atendidas pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Amapá e Norte do Pará. A população terá acesso à todas as vacinas disponíveis no Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). A Operação Gota é uma ação integrada entre as Secretarias de Saúde Indígena (Sesai) e de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), do Ministério da Saúde, e a Força Aérea Brasileira (FAB), do Ministério da Defesa.

A ação também será realizada em comunidades indígenas do Médio Rio Purus, com atividades previstas entre os dias 10 e 20 de setembro. No primeiro semestre deste ano, também foram atendidos os territórios do Alto Rio Negro, Alto Rio Juruá e Vale do Javari. Nesses três territórios, foram visitadas 112 aldeias, aplicadas 13 mil doses e vacinados mais de 8 mil indígenas.

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Planejamento das ações

Antes das missões, os DSEI realizam o levantamento das comunidades com maior dificuldade de acesso e identificam as pessoas que deverão ser atendidas. Também são definidos os quantitativos de vacinas, insumos e demais recursos necessários para a realização das atividades. Além da vacinação, as equipes podem realizar outros atendimentos de saúde durante as missões, conforme as necessidades identificadas em cada território. Entre as atividades, estão assistência médica, avaliação e acompanhamento nutricional e outras ações de atenção à saúde.

Sobre a Operação Gota

A Operação Gota (OG) é uma estratégia interministerial iniciada em 1989 e coordenada pelo Ministério da Saúde desde 1992, com o objetivo de assegurar o acesso à vacinação em regiões remotas da Amazônia Legal.

Em 1996, a estratégia foi incorporada ao escopo técnico do Programa Nacional de Imunizações (PNI), consolidando-se como importante instrumento para a promoção da equidade no acesso aos imunobiológicos e para o fortalecimento das ações de vacinação em territórios de maior vulnerabilidade geográfica e social.

Leidiane Souza
Rayane Bueno

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Fonte: Ministério da Saúde

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