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MME e Reino Unido reforçam cooperação em minerais críticos e transição energética

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O Ministério de Minas e Energia (MME) e o governo britânico realizaram, nesta quarta-feira (25/09), uma reunião para avançar em agendas conjuntas relacionadas a minerais críticos, segurança energética e transição para uma economia de baixo carbono. O encontro reuniu representantes das duas delegações, que ressaltaram a relevância do assunto para a preparação da COP30, em Belém, no Pará.

Entre os tópicos discutidos, destacaram-se iniciativas no âmbito da Global Clean Power Alliance (GCPA, na sigla em inglês), especialmente a missão sobre cadeias de suprimento, que busca enfrentar desafios ligados à transparência de dados, diversificação de fontes, utilização de materiais secundários e estímulo a investimentos em países emergentes.

Do lado brasileiro, o MME enfatizou a necessidade de inserir a pauta dos minerais críticos não apenas na COP30, mas também em conferências futuras. Além disso, a Pasta destacou que esses recursos são fundamentais para acelerar os compromissos climáticos globais e exigem o engajamento de governos, setor privado, instituições financeiras, academia e sociedade civil.

Ambos os países reconheceram a convergência estratégica em torno do tema e manifestaram interesse em ampliar a cooperação para alcançar resultados práticos. A previsão é de que a parceria produza ações até 2028, quando ocorrerá o segundo global stocktake, possibilitando avaliar avanços e redefinir caminhos da transição energética mundial. 

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Brasil gera 228 mil empregos formais em março e supera 613 mil vagas no trimestre

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O país gerou, em março deste ano, um total de 228.208 postos de trabalho com carteira assinada, acumulando, de janeiro a março, 613.373 vagas formais. Nos últimos 12 meses (mar/2025 a mar/2026), o total de postos gerados chega a 1.211.455. Desde 2023, já foram criadas mais de 5 milhões de vagas formais no país.

Os dados são do Novo Caged de março, divulgados nesta quarta-feira (29) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. Do total de postos gerados no mês, 83,25% são considerados típicos e 16,75% não típicos — majoritariamente jornadas de até 30 horas semanais (+34.925) e contratos de aprendizagem (+12.264).

Com isso, o estoque de empregos com carteira assinada chega a 49.082.634 vínculos, o que representa crescimento de 2,6% em relação ao estoque de empregados no país.

O saldo, resultante de 2.526.660 admissões e 2.298.452 desligamentos, foi positivo em 24 unidades federativas. Os maiores resultados absolutos foram registrados em São Paulo, com 67.876 postos (0,46%); Minas Gerais, com 38.845 (0,77%); e Rio de Janeiro, com 23.914 (0,60%). Em termos relativos, destacaram-se Acre (0,92%), Roraima (0,88%) e Piauí (0,86%).

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Entre os setores, o maior crescimento ocorreu em Serviços, com geração de 152.391 postos no mês. Na sequência, aparecem Construção (38.316), Indústria (28.336) e Comércio (27.267). Apenas a Agropecuária registrou retração, com queda de 18.096 postos, influenciada principalmente pela finalização de safras de maçã, soja e uva.

Acumulado do ano

De janeiro a março, quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos. O maior crescimento ocorreu em Serviços, com 382.229 postos (+1,6%), com ênfase nas atividades de informação, comunicação e nos serviços financeiros, imobiliários, profissionais e administrativos (146.068), além de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde e serviços sociais (142.038).

A Construção gerou 120.547 postos, com destaque para a construção de edifícios (49.582) e obras de infraestrutura (38.447). A Indústria apresentou saldo de 115.310 vagas, impulsionada principalmente pelo processamento industrial do fumo (10.370), fabricação de produtos alimentícios (10.126) e fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (8.690).

A Agropecuária também registrou saldo positivo de 14.752 postos, com destaque para o cultivo de maçã (7.967), soja (5.441) e alho (3.818). O Comércio foi o único setor com resultado negativo no período, com redução de 19.525 postos.

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Entre os estados, o maior saldo no acumulado foi registrado em São Paulo (183.054), seguido por Minas Gerais (70.625) e Santa Catarina (59.396). Em termos relativos, os maiores avanços ocorreram em Goiás (2,33%), Mato Grosso (2,27%) e Santa Catarina (2,26%).

Perfil dos trabalhadores

Em março, o saldo foi positivo tanto para mulheres (132.477) quanto para homens (95.731). Destaca-se a geração de 165.785 postos para pessoas de até 24 anos, o equivalente a 72,6% do total do mês. Também foram criadas 183.037 vagas para trabalhadores com ensino médio completo e 23.265 para aqueles com nível superior completo.

Confira a íntegra dos dados aqui
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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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