Connect with us


Brasil

Aprovação de simulado de exploração de petróleo na Margem Equatorial é passo fundamental para a soberania energética do Brasil, afirma Silveira

Publicado em

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, celebrou nesta quinta-feira (25/09) a aprovação, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da Avaliação Pré-Operacional (APO) da Petrobras no Bloco FZA-M-59. A etapa é considerada decisiva para a emissão da licença ambiental que permitirá a perfuração do poço exploratório, que fica localizado a 170 km da costa do Amapá e a 560 km da Foz do Rio Amazonas.

Para o ministro, a Margem Equatorial é uma pauta estratégica e prioritária para o país. Além disso, essa ação aproxima o Brasil a uma nova fronteira para a produção de petróleo e gás. “A aprovação de simulado de exploração de petróleo na Margem Equatorial é passo fundamental para a soberania energética do Brasil. É com alegria que recebemos essa notícia. A exploração de petróleo na região tem potencial de injetar US$ 56 bilhões em investimentos na economia, gerar 350 mil novos empregos e US$ 200 bilhões em arrecadações estatais, que serão revertidas para áreas essenciais como educação, saúde e infraestrutura. É segurança energética, é crescimento econômico, acompanhados de inclusão social, compromisso ambiental e geração de empregos”, afirmou Silveira.

Leia mais:  MCTI destaca avanços em ciência e inteligência artificial no Fórum RNP 2025 em Brasília

As reservas recuperáveis da Margem Equatorial são estimadas em 10 bilhões de barris de petróleo. Atualmente, o Brasil dispõe de aproximadamente 16,8 bilhões de barris aprovados e produz cerca de 3,3 milhões de barris por dia. A produção nacional é predominantemente offshore e concentrada no pré-sal. A indústria petrolífera brasileira tem diferencial em relação aos outros países produtores, pois tem uma das menores intensidades de emissão de carbono do mundo, com índices abaixo da média internacional.

Para o secretário Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do MME, Renato Dutra, o Brasil tem um grande potencial e sem a exploração da Margem Equatorial, corre o risco de voltar a importar petróleo no final da década de 2030. “O início da produção representa um impacto significativo para a segurança energética e para o desenvolvimento econômico do Brasil. Além disso, sem novas descobertas e investimentos, podemos perder até R$ 3,9 trilhões em recursos até 2055”, ressalta Dutra.

Próximos passos

O Ibama solicitou à Petrobras alterações pontuais no plano com base nos resultados do simulado. O instituto recomendou a incorporação de melhorias no programa de proteção à fauna apresentado pela empresa, contribuindo para o processo de aperfeiçoamento contínuo da estrutura de resposta, garantindo sua adequação e alinhamento aos requisitos da região. A Petrobras revisará as observações apontadas e ficou de reapresentar o documento ao órgão ambiental até esta sexta-feira (26/09). 

Leia mais:  Na Semana Nacional dos Animais, Governo do Brasil lança Política Nacional de Proteção e Manejo de Animais em Desastres

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


 Instagram ●  Twitter ●  Facebook ●  YouTube ●  Flickr ●  LinkedIn

Fonte: Ministério de Minas e Energia

Comentários Facebook

Brasil

Oito Centros de Convivência passam a integrar a rede de saúde mental do SUS

Published

on

O Brasil passa a contar com oito Centros de Convivência (CECOs), habilitados para integrar a rede de saúde mental do Sistema Único de Saúde (SUS) em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Voltados à convivência, à participação social, à promoção da cidadania e à inclusão social, os CECOs desenvolvem atividades culturais, educativas, esportivas, de lazer, economia solidária e interação comunitária. Os espaços são abertos à população em geral e têm papel estratégico para pessoas em sofrimento psíquico e em situação de vulnerabilidade social, complementando as ações da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).

A medida foi oficializada pelas Portarias GM/MS nº 12.016 e GM/MS nº 12.013, de 23 de julho de 2026, publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Conforme previsto nas normativas, os oito Centros de Convivência (CECOs) habilitados receberão, em conjunto, R$ 300 mil mensais para custeio, o que representa R$ 3,6 milhões em recursos federais por ano para manutenção dos serviços.

Os serviços habilitados serão implantados nos seguintes municípios:

  • Uberlândia (MG)
  • Betim (MG)
  • Boa Esperança (MG)
  • Curvelo (MG)
  • Virgolândia (MG)
  • Contagem Carmo (RJ)
  • Joinville (SC)
Leia mais:  MME participa de webinar da Finep sobre transformação mineral

“Os Centros de Convivência já fazem parte da Rede de Atenção Psicossocial há muitos anos e demonstram, na prática, sua potência na promoção da saúde mental, da cidadania e da inclusão social. Com a habilitação e o financiamento federal fortalecemos uma estratégia fundamental para a reabilitação psicossocial e para a construção de vínculos comunitários”, afirma o diretor do Departamento de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde, Marcelo Kimati.

Fortalecimento de laços sociais e à promoção da cidadania

Os Centros de Convivência são espaços comunitários voltados ao fortalecimento de laços sociais, à promoção da cidadania e ao protagonismo dos participantes. Neles, a população em geral pode participar de atividades de convivência, cultura, esporte, lazer e economia solidária que favorecem a inclusão social, a ampliação da circulação nos territórios e a construção de vínculos comunitários.

Entre as iniciativas desenvolvidas nos CECOs estão ações relacionadas à arte, cultura, comunicação, esporte, lazer, economia solidária, comercialização e formalização de empreendimentos. As atividades estimulam a participação social, o protagonismo e a troca de saberes entre os conviventes, que podem atuar tanto como aprendizes quanto como multiplicadores de conhecimentos. Além de fortalecer vínculos comunitários, os espaços contribuem para que os participantes reconheçam suas potencialidades e ampliem suas possibilidades de inclusão social e de geração de renda por meio de iniciativas como artesanato, culinária e outros empreendimentos coletivos.

Leia mais:  Brasil lidera cobertura de serviços de saúde, incluindo tratamento da tuberculose, aponta OMS

Eduarda Paixão
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262