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Ministério do Turismo leva Rotas Negras e afroturismo à 5ª Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial

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O Programa Rotas Negras, iniciativa do Ministério do Turismo em parceria com o Ministério da Igualdade Racial voltada ao fortalecimento do afroturismo no Brasil, é um dos destaques da 5ª Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial (CONAPIR), espaço dedicado ao diálogo e à formulação coletiva de políticas na área. O evento, retomado pelo governo federal após um hiato de sete anos, segue até esta sexta-feira (19.09) no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF).

Logo no primeiro dia (15.09), o encontro permitiu que integrantes de quilombos, associações representativas e gestores públicos conhecessem, pela primeira vez, as ações do governo federal no segmento. Vários deles demonstraram interesse em implementar o turismo de base comunitária e o afroturismo nos seus territórios.

Um dos materiais que está sendo apresentado ao público que visita o estande do Ministério do Turismo no evento é o Guia do Afroturismo no Brasil – Roteiros e Experiências da Cultura Afro-Brasileira. A publicação traz um diagnóstico sobre o afroturismo no Brasil, mapeando experiências e serviços turísticos protagonizados por pessoas negras, além de identificar boas práticas nacionais e internacionais e subsidiar políticas públicas.

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Além disso, empreendedores do turismo que passarem pelo espaço do Ministério do Turismo no evento terão a oportunidade de conhecer e tirar dúvidas sobre as normas e os critérios do Novo Fungetur (Fundo Geral de Turismo). Operada com verbas do órgão, a linha de crédito proporciona financiamentos em condições especiais para capital de giro, obras e a aquisição de equipamentos, favorecendo melhorias no setor.

AFROTURISMO – O segmento tem ganhado força e evidência na agenda do governo federal. Por meio do Rotas Negras, o Ministério do Turismo desenvolve uma série de iniciativas para promover o afroturismo e o turismo de base comunitária. O objetivo é impulsionar a atividade no Brasil, valorizando a cultura afro-brasileira, promovendo o desenvolvimento sustentável das comunidades negras e ampliando oportunidades de geração de emprego e renda.

Coordenado pelo Ministério da Igualdade Racial e organizado em parceria entre o Ministério do Turismo e outros órgãos federais, o programa apoia a criação de roteiros turísticos baseados na ancestralidade africana, em comunidades quilombolas, terreiros, manifestações culturais e experiências que fortalecem a memória e a identidade afro-brasileira.

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Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Brasil

Hidrovia do São Francisco pode baratear alimentos e reforçar abastecimento no interior do país

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O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) estuda a reativação da hidrovia do Rio São Francisco como forma de reduzir o custo do transporte de cargas, elevando o impacto no preço dos alimentos. A iniciativa busca melhorar o abastecimento de cidades do interior, com mais regularidade na chegada de produtos essenciais ao dia a dia da população.

Na prática, a expectativa é de aumento da circulação de mercadorias, dinamização das economias locais e geração de empregos em setores como transporte, operação portuária, comércio e serviços.

Atualmente, o trecho navegável tem 1.371 quilômetros, entre Pirapora (MG), Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), com potencial para atender 505 municípios e cerca de 11,4 milhões de pessoas. A estimativa é de movimentação de até 5 milhões de toneladas já no primeiro ano de operação.

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, destacou que a reativação da hidrovia do São Francisco melhora a eficiência logística e reduz custos de transporte. “Ela também amplia a integração de regiões que dependem do rio como infraestrutura essencial. A volta da hidrovia do Velho Chico significa levar mais desenvolvimento, baratear o transporte de mercadorias e conectar pessoas.”

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Para o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Luiz Burlier, a hidrovia também aumenta o acesso a insumos essenciais. “A hidrovia amplia a regularidade no transporte de cargas e melhora a chegada de alimentos e materiais indispensáveis, especialmente em regiões que dependem desse modal”, afirmou.

Entre as principais cargas previstas estão grãos como soja, milho e algodão, além de fertilizantes, calcário e gesso, insumos diretamente ligados à produção agrícola e ao custo final dos alimentos.

Mais conexão
O projeto de reativar a Hidrovia do São Francisco inclui ainda melhorias na navegabilidade do rio e na infraestrutura ao longo do percurso, além da implantação de Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte (IP4). A medida deve estender o acesso de municípios ribeirinhos ao transporte hidroviário e fortalecer a integração logística entre regiões do interior.

A gestão da hidrovia será transferida do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para a Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), em articulação com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), como parte da reorganização da governança do modal hidroviário.

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Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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