Política Nacional
Conselho de Ética sorteia nomes para a escolha de relatores de três processos movidos pelo PL
O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados reúne-se nesta terça-feira (16), às 15 horas, no plenário 11, para sortear os nomes que poderão relatar três representações disciplinares em andamento.
O sorteio será feito para substituir o deputado Júlio Arcoverde (PP-PI), que retirou seu nome das listas anteriores.
As representações são as seguintes:
- Representação 4/25, em que o PL acusa o deputado André Janones (Avante-MG) de ofensa à Câmara e abuso das prerrogativas parlamentares ao circular pela Casa vestindo camiseta com a frase contendo palavra de baixo calão.
- Representação 14/25, em que o PL acusa André Janones de ter postado, em suas redes sociais, ofensas graves contra o deputado Gustavo Gayer.
- Representação 13/25, em que o PL acusa o deputado Guilherme Boulos (Psol-SP) de ter ofendido parlamentares da legenda durante reunião do Conselho de Ética em abril deste ano.
Critérios de escolha
De acordo com o regimento da Câmara, o relator sorteado não pode ser do mesmo estado, partido ou federação do parlamentar representado, nem da legenda autora da representação.
Das listas tríplices de cada processo, um nome será escolhido relator pelo presidente do Conselho de Ética, deputado Fabio Schiochet (União-SC).
Da Redação – ND
Fonte: Câmara dos Deputados
Política Nacional
Presidentes da Câmara e do STF discutem medidas para reduzir a judicialização no país
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, reuniram-se nesta quinta-feira (28) para discutir medidas voltadas à redução da litigância excessiva, ao fortalecimento dos mecanismos consensuais de resolução de conflitos e à modernização do sistema de Justiça brasileiro. A reunião ocorreu na Residência Oficial da Presidência da Câmara.
Um dos pontos abortados foi o Projeto de Lei 223/23, que disciplina a remuneração de conciliadores e mediadores judiciais. A iniciativa integra o esforço institucional de construção de uma Justiça menos litigiosa, mais eficiente e orientada pela cultura do diálogo. A proposta fortalece os agentes responsáveis pela consolidação dos meios consensuais de solução de conflitos, reconhecidos como instrumentos essenciais para reduzir a excessiva judicialização no país.
Para Motta e Fachin, o projeto de lei, além de regulamentar aspectos remuneratórios, reafirma a compreensão de que a pacificação social constitui valor central da atividade jurisdicional. Na avaliação deles, o incentivo à mediação e à conciliação contribui para a redução do volume de processos e favorece soluções mais estáveis, além de preservar relações sociais, ampliar a confiança da população no sistema de Justiça e fortalecer a segurança jurídica.
Os presidentes também reafirmaram o compromisso institucional com a modernização do Estado e com o aperfeiçoamento do Poder Judiciário, por meio da melhoria contínua dos mecanismos de acesso à Justiça e da construção de políticas públicas voltadas a uma prestação jurisdicional mais eficiente, acessível e adequada às necessidades da população brasileira.
Da Redação
Com informações do STF
Fonte: Câmara dos Deputados
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