Paraná
Recorde de cirurgias: Hospital de Guarapuava registrou 508 procedimentos em março
O Hospital Regional de Guarapuava, no Centro-Oeste do Estado, realizou o maior número de cirurgias em um único mês de toda sua história. Ao longo de março, foram 508 procedimentos em diversas especialidades. O recorde anterior era em 354 em fevereiro deste ano. Para abril, já estão agendadas 484 cirurgias eletivas, com possibilidade de ampliação no decorrer do mês. A unidade atende os 20 municípios que integram a 5ª Regional de Saúde.
O maior número de procedimentos foi cirurgia geral, com 211, seguido por ortopedia (163) e urologia (134). Além dessas especialidades, o hospital também é referenciado para atendimentos de urgência. Em fevereiro deste ano, a unidade gerenciada pelo Governo do Estado inaugurou 52 novos leitos, o que permitiu aumentar a capacidade total para 112 leitos estrategicamente distribuídos: 72 destinados à clínica cirúrgica, 30 para clínica geral e 10 leitos de UTI geral. Desde então foram 862 cirurgias realizadas.
“O Hospital teve um grande papel na pandemia e agora está se consolidando como uma referência em atendimento cirúrgico para toda a região. É uma unidade estratégica, de grande porte e que irá ser uma peça fundamental para a promoção dos serviços de saúde”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
“Estamos trabalhando para manter uma média de pelo menos 500 cirurgias mensais, o que irá promover um grande salto de qualidade para a população, sobretudo por reduzir a fila de espera para os pacientes que necessitam desses procedimentos”, ressaltou o diretor-presidente da Fundação Estatal de Atenção em Saúde do Paraná (Funeas), entidade que faz a gestão da unidade, Marcello Machado.
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REFERÊNCIA – O Hospital Regional de Guarapuava foi inaugurado em 2020 para atender pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Durante a pandemia, a unidade assumiu posição de referência para o tratamento da Covid-19 na região. Passado o período mais grave, os leitos exclusivos para os casos da doença foram desativados e o hospital iniciou a fase de atendimentos gerais. Desde então, soma mais de 2 mil atendimentos.
Fonte: Governo PR
Paraná
Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná é referência em diagnóstico e tratamento da alopecia
A alopecia, conhecida popularmente como calvície, é uma condição que pode atingir homens e mulheres de diversas idades, mas o que muitos ignoram é que nem toda queda de cabelos é igual. Por isso, diagnosticar correta e precocemente, pode fazer toda a diferença com uma solução eficaz e individualizada. Em geral, a alopecia não é uma doença fisicamente perigosa ou fatal, mas pode ser considerada grave do ponto de vista emocional, estético e de qualidade de vida.
O Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná (HDSPR, uma das unidades da Secretaria de Estado da Saúde, localizado em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, atende pelo SUS e é uma importante referência para esse tipo de tratamento. “A identificação correta do tipo de alopecia é um dos fatores determinantes para o sucesso da recuperação capilar. A condição pode se manifestar de formas variadas e impactar na autoestima, na imagem corporal, na identidade da pessoa e levar até mesmo a uma depressão”, explica o secretário estadual da Saúde, César Neves.
TIPOS – A médica dermatologista do HDSPR, Maisa Aparecida Matico Utsumi Okada, explica que as alopecias são classificadas em dois grupos, e entender em qual deles o paciente se enquadra é o primeiro passo. No caso das alopecias não cicatriciais, o cabelo perdido pode ser recuperado. Os exemplos mais comuns incluem a androgenética, que é uma calvície genética; o eflúvio telógeno, que é a queda acentuada após eventos estressantes ou doenças, e a alopecia areata, que é a perda de fios em áreas circulares.
A androgenética não tem cura, mas tem tratamento que pode amenizar o problema. No caso da alopecia areata, também não há cura, mas pode ser tratada e o cabelo volta a crescer. “Quando a alopecia é temporária, dependendo do caso, existem maneiras de suavizar a queda ou acelerar a recuperação”, relata a dermatologista, que acrescenta que o tratamento deve ser individualizado, considerando perfil do paciente e o agente causador do problema.
No entanto, quando ocorrem as alopecias cicatriciais, o couro cabeludo sofre um processo inflamatório que destrói o folículo piloso e os danos são irreversíveis.
SINTOMAS E CAUSAS – A alopecia pode se manifestar de forma limitada com pequenas falhas, ou difusa, espalhada por toda a cabeça. As causas variam desde a predisposição genética até fatores externos, como o uso excessivo de químicas capilares e penteados muito apertados que tracionam os fios.
Embora cabeleireiros e profissionais de estética sejam aliados importantes na identificação inicial de falhas, muitas vezes percebendo o problema antes mesmo do paciente, a classificação e tratamento devem ser feitos por um médico dermatologista, o profissional capacitado para realizar um diagnóstico assertivo. O tratamento não é padronizado, pois cada organismo e cada tipo de queda exige uma abordagem específica, reafirmando a importância da especialidade neste tipo de acometimento.
SERVIÇO – Para ter acesso ao atendimento médico e, em caso de necessidade, ao tratamento, a população pode procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBS) para a especialidade de dermatologia geral. Os atendimentos no Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná são sempre agendados diretamente pelos municípios.
A Secretaria Municipal de Saúde possui acesso ao sistema de agendamento ambulatorial do Estado (CARE/GSUS) e com o encaminhamento do paciente realiza este agendamento nas vagas disponíveis. Desta forma, a recomendação é de que a pessoa sempre vá até a sua unidade de saúde e passe por avaliação pela equipe local.
Fonte: Governo PR
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