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Copel visita consumidores para cadastro de fatura digital na Região Metropolitana de Curitiba

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Como parte do Programa Rede Elétrica Inteligente, de troca de medidores de energia por equipamentos digitais, a Copel está oferecendo aos consumidores o cadastro da conta de luz também digital na Região Metropolitana de Curitiba. Agentes da Companhia visitarão residências de Agudos do Sul, Mandirituba, Piên, Quitandinha e Rio Negro a partir desta segunda-feira (18) para auxiliar no processo de cadastramento. A fatura digital pode ser entregue por e-mail ou por WhatsApp.

Os medidores inteligentes já estão em funcionamento nessas localidades, transmitindo diretamente para a Copel as informações de consumo de energia. Isso elimina a necessidade de visitas mensais de leituristas para verificar o consumo de eletricidade. Atualmente, mais de 600 mil unidades consumidoras no Paraná têm o novo sistema de medição instalado, cobrindo 81 municípios no Sudoeste e Centro-Sul do Estado.

A opção pela conta de luz por e-mail é totalmente gratuita. Os agentes fazem a abordagem somente pelo lado externo das residências. Os moradores podem identificar os profissionais uniformizados por meio do crachá e da carta de apresentação. A empresa responsável por esse serviço é a JB – Joecir Bernardes, contratada pela Copel.

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Quanto à fatura digital, sua adesão é rápida, segura e opcional. É possível fazer o cadastro por meio do aplicativo Copel para dispositivos móveis ou pelo site copel.com. Além de ser um comprovante de residência reconhecido, a conta digital evita extravios, já que o cliente pode recuperá-la facilmente em seu histórico de mensagens eletrônicas a qualquer momento.

Confira mais informações sobre o programa Rede Elétrica Inteligente.

Fonte: Governo PR

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A pedido do Ministério Público do Paraná, Judiciário suspende Taj Diesel Fest, evento automotivo previsto para começar nesta sexta-feira (4) em Rebouças

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Em Rebouças, no Sudeste do estado, o Judiciário determinou a imediata suspensão da Taj Diesel Fest, evento automotivo que estava previsto para começar nesta sexta-feira, 4 de setembro. A decisão judicial, da Vara Cível da comarca, atende a pedido feito pelo Ministério Público do Paraná por meio da Promotoria de Justiça de Rebouças, que identificou diversas irregularidades na organização do pretendido evento, com a possibilidade de graves riscos ao público. O festival estava programado para ocorrer nos dias 4 a 7 de setembro, na localidade de Barreiro, zona rural do município.

Áudio do Promotor de Justiça Antônio Cézar Quevedo Filho

Irregularidades – O pedido de suspensão decorre de vistoria realizada pela Polícia Militar, que constatou 21 irregularidades estruturais, sanitárias e documentais no local. Entre as falhas apontadas, estão a insuficiência e a inadequação dos banheiros, a ausência de comprovação da contratação de equipe de segurança suficiente para o porte do evento, a falta de manifestação do Conselho Tutelar e a deficiência no isolamento físico de diversos lagos e piscina, possibilitando risco de afogamento.

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Segundo apurado, o espaço possui apenas um acesso simultâneo de entrada e saída, o que compromete a evacuação em caso de emergência, além de apresentar insuficiência de rotas de fuga e risco de inundações. A publicidade do evento também indicava que ele se estenderia durante as madrugadas, enquanto que os pedidos de autorizações encaminhados às autoridades sinalizavam que as atividades iriam das 8 às 24 horas.

Infância exposta – A gravidade da situação foi ainda acentuada pela publicidade do evento, que anunciava entrada liberada e gratuita para crianças até 12 anos e a entrada de adolescentes no local, bem como a exposição do público infantojuvenil a um ambiente com circulação de caminhonetes e tratores que realizariam manobras arriscadas, ausência de cercas nos corpos d’água e consumo de bebidas alcoólicas. As provas coletadas também apontaram que os organizadores veicularam publicidade enganosa nas redes sociais, afirmando que o evento estaria “100% regularizado”, fato desmentido pela própria Polícia Militar, que só realizou vistoria posteriormente. Além disso, o croqui do espaço do evento, utilizado para pedir autorização aos órgãos públicos, não correspondia às características reais do espaço.

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O Judiciário determinou a paralisação do evento e a remoção das propagandas enganosas em 48 horas, além da interdição física e preventiva do local pela Polícia Militar. Foi fixada multa de R$ 500 mil por dia em caso de realização do festival, além de multa de R$ 10 mil a cada nova publicação em redes sociais ou rádios descumprindo a ordem judicial. A Prefeitura Municipal de Rebouças e a Polícia Civil, ao tomarem ciência das divergências entre a documentação apresentada pelos organizadores do evento e as características do local, anularam os alvarás concedidos.

Processo 0001725-57.2026.8.16.0142

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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