Paraná
Rede Sine do Paraná lidera colocações no mercado de trabalho em 2023
De janeiro a setembro de 2023, as Agências do Trabalhador do Paraná e postos avançados encaixaram 108.403 trabalhadores em empregos com carteira assinada, um avanço de 14% em comparação ao mesmo período de 2022, quando 95.053 trabalhadores foram colocados em vagas formais. O desempenho mantém o Estado em primeiro lugar no ranking nacional de intermediação de mão de obra via rede Sine, à frente de São Paulo, com 48.567, e do Ceará, que intermediou 38.731 contratos.
O resultado do Paraná representa 32% do total de 334.113 colocações registradas no país pelo Sistema Nacional do Emprego (Sine) no mesmo período. Entre os estados do Sul, a liderança é ainda mais evidente: são do Paraná 79% das 136.429 colocações registradas no mesmo período na região. O Rio Grande do Sul encaixou 22.517 trabalhadores e Santa Catarina chegou ao nono mês do ano com 7.272 contratos de trabalho intermediados pela Agência do Trabalhador.
Especificamente em setembro, 12.563 pessoas foram colocadas em empregos formais por intermédio do Sine paranaense. Houve avanço de 7% em relação ao mesmo mês de 2022, quando 11.735 pessoas conseguiram um emprego pelas Agências do Trabalhador. Em relação a 2021 o avanço foi de 37%. Naquele ano, no mesmo período, houve 9.123 contratos intermediados.
Para o secretário estadual do Trabalho, Qualificação e Renda, Mauro Moraes, o desempenho do Paraná de janeiro a setembro mostra o crescimento constante da empregabilidade no Estado, em comparação aos anos anteriores. “O Paraná mantém a liderança nacional através das nossas Agências do Trabalhador, tanto no acumulado do ano quanto no mês de setembro. Isso reflete todo o esforço do Governo do Estado e da Secretaria para encerrar o ano com um crescimento de, pelo menos, 20% em relação a 2022”.
Confira os dados completos do ranking nacional e da Região Sul
Fonte: Governo PR
Paraná
Vínculo e integração: Paraná aumenta em 19% os atendimentos em saúde mental no SUS
O cuidado com a saúde mental no Paraná tem passado por uma profunda transformação nos últimos anos, consolidando um modelo de atendimento que prioriza a integração, a prevenção e o vínculo com a população. Por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), o Governo do Paraná estruturou uma robusta Rede de Atenção Psicossocial (Raps), que garante desde o acolhimento inicial nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) até tratamentos especializados e internamentos. Somente em 2025 foram investidos mais de R$ 23 milhões diretamente na Linha de Cuidado em Saúde Mental.
No ano passado, foram realizados 2.551.463 atendimentos, o que representa um crescimento de 19% se comparado ao ano anterior – 2.144.086 registros. Os serviços nessa área correspondem à atenção a pessoas com sofrimento ou transtornos mentais, além daquelas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas.
Para o secretário estadual da Saúde, César Neves, os números consolidam a política pública de descentralização do atendimento e o foco de levar o atendimento mais próximo do cidadão paranaense, objetivo que é a marca da atual gestão.
“A saúde mental é uma prioridade absoluta para o Governo do Paraná. Estamos trabalhando incansavelmente para descentralizar o atendimento, garantindo que cada cidadão paranaense, independentemente de onde resida, encontre acolhimento e tratamento adequado na rede pública. O nosso objetivo é que o SUS seja um porto seguro para quem enfrenta qualquer tipo de sofrimento psíquico”, afirmou o secretário.
A rede de atendimento do Estado conta atualmente com 163 Centros de Atenção Psicossocial (Caps), em diversas modalidades, que funcionam como o eixo do atendimento especializado. Além disso, a estrutura dispõe de sete unidades do Serviço Integrado de Saúde Mental (SIMPR), 41 equipes Multiprofissionais de Atenção Especializada em Saúde Mental (eMAESM), ambulatórios distribuídos por todas as regiões de saúde e Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT).
Para casos que exigem internamento, o Estado disponibiliza 1.651 leitos em hospitais especializados em psiquiatria e 73 leitos de saúde mental em hospitais gerais.
CUIDADO TRANSVERSAL – A transversalidade é outro conceito central. O tema foi amplamente debatido durante o evento “Saúde em Movimento 2026”, promovido pela Sesa, e que reuniu especialistas para discutir como o cuidado em saúde mental permeia a todas as etapas da assistência ao cidadão, incluindo a saúde da mulher, oncologia e acompanhamento de doenças crônicas.
A diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa e coordenadora do PlanificaSUS Paraná, Maria Goretti David Lopes, esclarece que a saúde mental não pode ser uma ilha no sistema de saúde e deve fazer parte da prática de todos os profissionais que atuam no cuidado das pessoas.
“A mente e o corpo estão interligados. Precisamos olhar para a pessoa de forma integral, compreendendo que o sofrimento emocional afeta a vida. Nossas equipes estão sendo preparadas para ter essa visão ampla e humanizada em cada atendimento realizado”, destacou a diretora.
ONDE BUSCAR ATENDIMENTO – Para aqueles que enfrentam problemas de saúde mental, o Paraná oferece múltiplos pontos de acesso à rede de atendimento. As portas de entrada são as Unidades Básicas de Saúde (UBS). Dependendo da complexidade do caso, a pessoa pode ser encaminhada para os Centros de Atenção Psicossocial (Caps), clínicas ambulatoriais especializadas ou equipes multiprofissionais de atenção especializada.
“O ponto de entrada no Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo problemas de saúde mental, é sempre a unidade básica de saúde. Na unidade de atenção primária à saúde a pessoa é acolhida e atendida pelos profissionais que estão lá”, explicou a chefe da Divisão de Atenção à Saúde Mental da Sesa, Suelen Gonçalo.
“Dependendo das necessidades do indivíduo, o tipo de atendimento é determinado pelos recursos disponíveis no município, podendo haver encaminhamento para o Caps ou ambulatórios especializados em casos mais graves”, complementou.
Para situações de emergência ou crise, o cidadão pode procurar as Unidades de Pronto Atendimento (UPA), acionar o Samu pelo número 192 ou procurar diretamente um Caps que funcione 24 horas.
Os agentes comunitários de saúde também desempenham papel fundamental, buscando ativamente as pessoas em seus territórios e facilitando o acesso ao cuidado. Além disso, existem grupos de apoio e atividades coletivas organizadas em cada município, como caminhadas, grupos terapêuticos e ações comunitárias que contribuem para o cuidado integrado e humanizado.
Apesar dos avanços, o estigma ainda é uma barreira significativa para a busca por tratamento. “Há estigma e preconceito em relação aos problemas de saúde mental. As famílias desempenham um papel fundamental nesse processo, devendo estar presentes nos momentos de maior vulnerabilidade e buscar os serviços do SUS caso a pessoa em sofrimento não consiga dar o primeiro passo”, reforçou Suelen Gonçalo.
QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL – Um dos principais pilares dessa transformação no atendimento é a qualificação permanente dos profissionais da saúde, impulsionada pelo projeto PlanificaSUS Paraná – Saúde Mental na APS (Atenção Primária à Saúde). A iniciativa, que conta com a parceria do Hospital Israelita Albert Einstein e do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), já capacitou mais de 18 mil trabalhadores da Atenção Primária à Saúde, apenas em 2025.
O Paraná é destaque nacional por ser o primeiro estado a expandir a metodologia do PlanificaSUS para 100% de seu território. O objetivo é preparar profissionais da saúde que não são especialistas, como médicos, enfermeiros e agentes comunitários de saúde para o reconhecimento e manejo de transtornos mentais e uso problemático de álcool e outras drogas.
A capacitação utiliza o Manual de Intervenções mhGAP (MI-mhGAP) da Organização Mundial da Saúde (OMS), que oferece protocolos clínicos para profissionais não especializados.
Fonte: Governo PR
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