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Paraná

Detran/PR capacita profissionais de clínicas credenciadas para atender autistas

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Profissionais das 448 clínicas credenciadas ao Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) participaram de capacitação para atendimento as pessoas autistas no processo de habilitação – são cerca de 300 médicos e 350 psicólogos. O curso foi viabilizado por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social e Família (SEDEF) em parceria com a Organização Neurodiversa pelos Direitos dos Autistas – Onda Autismo.

O intuito é que o Detran-PR, em uma iniciativa inédita no Brasil, é prestar um atendimento cada vez mais inclusivo e qualificado à população, tratando as pessoas com suas diferenças e especificidades, incluindo aquelas dentro do Transtorno do Espectro Autista (TEA).

“A iniciativa do Detran é louvável. Afinal, precisamos aprender sempre a melhor forma de atendimento, respeitando as especificidades de cada pessoa. E o conhecimento adquirido não vai apenas interferir no profissional, mas levaremos para a vida”, destaca o secretário de Estado do Desenvolvimento Social e Família, Rogério Carboni.

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“O Detran tem sido um órgão pioneiro na busca da inclusão. Capacitamos estes profissionais para dar legitimidade, segurança e garantia aos condutores, aos serviços, com tratamento adequado. É muito gratificante fazer parte desta ação. De mãos dadas buscamos soluções e o fortalecimento para honrar o cuidado com os paranaenses”, disse o chefe de gabinete do Detran-PR, Ismael Oliveira.

INCLUSÃO – Os exames de aptidão física e mental estabelecidos para obtenção da carteira nacional de habilitação, bem como a avaliação psicológica, são idênticos para qualquer pessoa. O mesmo vale para os testes prático e teórico, além de outras etapas do processo. O candidato será aprovado, desde que demonstre as habilidades necessárias para conduzir veículo automotor.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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