Paraná
Fundepar distribui recursos à rede estadual para reforçar combate à pobreza menstrual
O Governo do Paraná começou a enviar em setembro aos 2.100 colégios da rede estadual uma cota extra do chamado fundo rotativo para combater a pobreza menstrual. A expectativa é atender 460 mil alunas. Os valores repassados aos gestores somam cerca de R$ 895 mil, divididos de acordo com a necessidade de cada região. A compra de produtos de higiene menstrual começou a ser feita pelos próprios diretores neste mês e alguns itens já foram entregues.
A cota especial do programa é destinada exclusivamente para a rede estadual e foi transferida pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar). Ela foi criada com base na Lei Estadual nº 20.717/2021, que dispõe sobre a promoção da dignidade menstrual e prevenção de riscos e doenças, e é uma das ações do Estado no contexto do Paraná Rosa, que contempla uma série de ações em prol das mulheres.
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Alunas de Assaí transformam óleo em biocombustível para modernizar transporte escolar
Para a diretora Claudiane Erram, do Colégio Estadual Antonio Iglesias, de Ibiporã, no Norte do Estado, a cota ajuda a enfrentar os casos de estudantes que não vão para a aula porque não têm o produto de higiene em casa. “Essas meninas se sentiam inseguras por não terem absorvente e tinham medo de enfrentarem alguma emergência. Elas acabavam não se concentrando tanto quanto precisavam nas aulas. Agora, com a cota, teremos um outro cuidado sobre a segurança menstrual das nossas estudantes. A receptividade foi ótima”, disse.
Segundo a diretora-presidente do Fundepar, Eliane Teruel Carmona, esse recurso traz mais tranquilidade a todas as estudantes que passam por dificuldade para adquirir produtos específicos durante o período menstrual. “Com essa ação, além de devolver a dignidade às estudantes, auxiliamos no combate à evasão escolar durante o período menstrual”, complementou.
Fonte: Governo PR
Paraná
Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre
O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .
Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.
Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.
GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.
O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.
“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.
Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.
IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.
Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.
A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.
Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.
Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.
Fonte: Governo PR
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