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Paraná

“Lendas Brasileiras” retorna ao Teatro Guaíra na Semana da Criança

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Destaque da programação da Semana da Criança, o espetáculo “Lendas Brasileiras” está de volta. O Balé Teatro Guaíra e Orquestra Sinfônica do Paraná estarão juntos de 12 a 15 de outubro, com duas sessões no feriado (12). O espetáculo estreou em 2022 e faz uma releitura do folclore brasileiro por meio de contação de história, do uso de bonecos e figurinos lúdicos, além muita imaginação.

A apresentação traz à luz cinco contos orais da tradição brasileira: A Mula Sem Cabeça, Vitória-Régia, Caipora, Boto Cor-de-Rosa e Boitatá. “Eu gosto de dizer que é um convite para as crianças de todas as idades”, define o diretor do Balé Teatro Guaíra, Luiz Fernando Bongiovanni, responsável pela direção-geral e coreografia do espetáculo.

Embora tenha o foco nas crianças, é um modo de conversar sobre a cultura. “Quando nos debruçamos sobre as lendas, contamos algo sobre o que é ser brasileiro. Seja a bondade da Lua ao transformar Naiá em Vitória-régia, seja a Mula sem Cabeça que, desencantada, vira uma história de amor, ou ainda o Boitatá, que é uma fera, mas protege as florestas”, explica.

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O espetáculo une as artes da dança, música, teatro e contação de histórias. O público verá trechos dessas narrativas com uma estética inspirada nas pinturas de Anita Malfatti, e texto e dramaturgia assinados pelo diretor teatral e autor Edson Bueno.

As histórias ganham um visual magnífico com cenografia, bonecos e figurinos de Ricardo Garanhani, que integra o G2, o grupo de dança de bailarinos master do Teatro Guaíra. Na iluminação, outra prata da casa, Valentino Guerreiro Teixeira, há mais de 20 anos na equipe do Teatro Guaíra.

A ambientação sonora é originalmente criada pelo renomado compositor Alexandre Guerra e ganha destaque com a Orquestra Sinfônica do Paraná, sob regência do maestro Alexandre Brasolim.

“Temos a felicidade de trazer essa sabedoria popular de volta à vida e compartilhar com as crianças, que são as sementes do futuro, e saem falando, e com os pais que relembram. Sentimos cumprir uma missão importante”, comemora o diretor.

Serviço:

“Lendas Brasileiras” – Balé Teatro Guaíra e Orquestra Sinfônica do Paraná , com o Maestro Alexandre Brasolim

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Apresentações

Dia 12, às 10h e às 15h

Dia 13, às 20h30

Dia 14, às 16h

Dia 15, às 10h30

Local: Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão)

Duração do espetáculo: 40 minutos

Classificação etária: livre

Ingressos a preço único: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)

Vendas a bilheteria do Teatro Guaíra ou AQUI

Fonte: Governo PR

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Paraná

Bombeiros reforçam alerta sobre perigo nas cavas após ocorrência em São José dos Pinhais

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O resgate de três homens, apenas um deles com vida, após o naufrágio de uma embarcação em uma cava na região de Campo Largo da Roseira, em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, alerta para os inúmeros riscos nesses locais. As duas vítimas que morreram foram localizadas na manhã desta segunda-feira (8) por equipes especializadas do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR), após desaparecerem na tarde de domingo (7).

De acordo com a corporação, as buscas foram retomadas no início da manhã desta segunda por equipes do Grupo de Operações de Socorro Tático (GOST), que empregaram a técnica de mergulho com equipamento autônomo para localizar os corpos no fundo da cava.

O caso serve de alerta para os perigos associados às cavas e lagoas, locais frequentemente utilizados para pesca, banho ou passeios de embarcação, mas que podem apresentar riscos elevados aos frequentadores. Além disso, a água desses locais também pode não ser própria para banho, representando riscos à saúde.

As cavas são áreas alagadas formadas, geralmente, após a extração de areia, argila ou outros materiais. Embora muitas vezes tenham aparência tranquila, esses ambientes costumam possuir margens escorregadias, profundidade elevada, desníveis abruptos, água turva e fundo irregular, fatores que dificultam tanto a sobrevivência de vítimas quanto as operações de resgate. Também não são locais próprios para banho e não contam com estrutura de guarda-vidas ou monitoramento permanente.

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Segundo a capitã Luisiana Guimarães Cavalca, a falsa sensação de segurança é um dos principais fatores de risco nesses locais. “Diferentemente de rios e praias, muitas pessoas associam as cavas a ambientes mais tranquilos. No entanto, elas podem ter profundidades muito superiores ao que aparentam, além de água escura, baixa visibilidade e variações bruscas no relevo submerso. Também podem existir objetos, vegetação e até estruturas abandonadas no fundo, aumentando significativamente o risco de afogamentos”, explica.

A capitã destaca ainda que atividades realizadas em embarcações exigem atenção redobrada. “O uso de colete salva-vidas é fundamental sempre que houver deslocamento em barcos, caiaques, pranchas de stand up paddle ou qualquer outra estrutura flutuante. Em caso de queda na água, o equipamento aumenta consideravelmente as chances de sobrevivência até a chegada do socorro”, afirma.

O CBMPR também alerta para os riscos do consumo de bebidas alcoólicas antes de entrar na água. Segundo a corporação, o álcool reduz a capacidade de reação, prejudica a coordenação motora e pode levar a uma falsa sensação de segurança, aumentando o risco de afogamentos.

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Cuidados em cavas e lagoas:

Utilize colete salva-vidas em barcos ou outras embarcações;

Evite nadar em locais desconhecidos ou sem informações sobre profundidade;

Nunca entre na água após consumir bebidas alcoólicas;

Não superestime sua capacidade de natação;

Evite saltos ou mergulhos em áreas cuja profundidade não seja conhecida;

Informe familiares ou amigos sobre o local onde estará e o horário previsto de retorno;

Em caso de afogamento, ofereça objetos flutuantes ou cordas para auxílio, mas evite entrar na água sem treinamento específico;

Mantenha crianças sob supervisão constante e a um braço de distância;

Em caso de emergência, acione imediatamente o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.

Fonte: Governo PR

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