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Sanepar inicia vistoria das ligações de esgoto na região do Morumbi, em Foz do Iguaçu

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A Sanepar inicia nesta semana o trabalho de vistoria técnica operacional nas ligações de esgoto em imóveis da região do Morumbi, em Foz do Iguaçu. A finalidade é verificar se elas foram executadas corretamente e se as instalações hidrossanitárias seguem as orientações da Companhia e da legislação ambiental.

O trabalho será feito pelas equipes da empresa JPR Ambiental, contratada pela Sanepar, com agentes treinados e que utilizam crachás e uniformes com a inscrição “A Serviço da Sanepar”. Até o fim de setembro devem ser vistoriados cerca de 700 imóveis da região.

Para a equipe ter acesso ao imóvel, o morador tem que autorizar a entrada para que seja feita a verificação em pontos de lançamento de esgoto do banheiro, da cozinha e da lavanderia.

Nos testes, são utilizados corantes à base de água que não causam danos ao meio ambiente nem às pessoas. Ao final da vistoria, se o imóvel estiver com todas as instalações corretas, os agentes emitem um certificado de regularidade. Se estiver irregular, o cliente é orientado e terá um prazo para fazer as adequações. As vistorias não têm custo e são fundamentais para assegurar o bom funcionamento da coleta e do tratamento de esgoto.

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Todos os imóveis servidos pela rede coletora são obrigados a se conectar à rede pública.

CUIDADOS – A Sanepar reforça que é obrigatório o imóvel ter caixa de gordura e é fundamental que o lançamento da água de chuva ocorra nas galerias pluviais. O lançamento de água de chuva na rede coletora é uma das principais irregularidades, junto com o despejo de lixo e de gordura na rede coletora. Isso causa transtornos para a Sanepar e para o cliente, pois pode haver transbordamento de esgoto nas ruas e refluxo de esgoto para dentro do imóvel.

Em caso de dúvida, o contato com a Sanepar pode ser feito pelo telefone 0800 200 0115 (ligação gratuita, 24 horas por dia). Outras informações podem ser encontradas no site da Sanepar.

Fonte: Governo PR

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Bombeiros formam nova turma de mergulhadores para atuação em diferentes regiões do Paraná

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O Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) realizou nesta sexta-feira (17), no quartel do Comando-Geral, em Curitiba, a formatura do Curso de Mergulho Autônomo (CMAut) 2026 destinado a cabos e soldados. A capacitação, que formou 14 militares, sendo 13 bombeiros e um policial, representa um importante reforço da capacidade operacional da corporação nos atendimentos em ambientes aquáticos em todo o Estado.

A cerimônia contou com a presença do comandante-geral da corporação, coronel Antonio Geraldo Hiller Lino; do comandante da Escola Superior de Bombeiro (ESBM), tenente-coronel Eduardo Gomes Pinheiro; e do comandante do Grupo de Operações de Socorro Tático (GOST), unidade responsável pela coordenação do curso, tenente-coronel Ícaro Gabriel Greinert. 

Hiller destacou a importância da capacitação para a corporação. “A formação desses mergulhadores representa não apenas a qualificação de novos especialistas, mas a difusão desse conhecimento dentro de nossas unidades em todo o Estado. Esses militares se tornam referência e ajudam a ampliar a capacidade técnica de toda a corporação”, afirmou.

Criado em 2009, o CMAut forma militares especializados para atuar em ocorrências que envolvem pessoas, veículos ou objetos submersos, em situações que exigem acesso por meio do mergulho autônomo, com uso de equipamentos de respiração subaquática. Esta é a quinta turma formada pela corporação.

PREPARAÇÃO DE ELITE – Com duração de seis semanas e carga horária de 319 horas-aula, a capacitação submeteu os alunos a atividades de elevada complexidade técnica, com exigência de preparo físico, controle emocional e domínio das técnicas de mergulho. Um dos diferenciais do curso ministrado pelo CBMPR em relação a formações semelhantes no Brasil foi o uso de equipamentos e técnicas avançadas específicas do mergulho de segurança pública.

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A formação foi dividida em duas fases. Na etapa inicial, os alunos passaram por treinamentos em piscina, com foco na base teórica e no desenvolvimento do controle emocional. Na sequência, as atividades foram realizadas em ambientes não controlados, como rios, lagos, represas, pedreiras e mar.

Entre os principais desafios da formação estão as condições de baixa ou nenhuma visibilidade e a necessidade de atuação sob estresse. “A fase de piscina é fundamental para preparar o aluno para situações adversas. Trabalhamos com exercícios progressivos e testes que simulam falhas de equipamento, exigindo que o mergulhador resolva tudo debaixo d’água, sem visibilidade”, explica o 1º tenente Gabriel Marcondes, responsável pela coordenação do curso.

Os mergulhadores são acionados em situações que demandam buscas subaquáticas, especialmente em casos de afogamentos, acidentes com embarcações e recuperação de objetos ou evidências.

Uma ocorrência emblemática da atuação de bombeiros mergulhadores no Paraná ocorreu em 2021, após o naufrágio de uma embarcação da PM durante uma operação no Rio Paraná, no Noroeste do Estado, em que armamentos pesados afundaram na água. Após buscas por mais de duas semanas, equipes do GOST conseguiram localizar os armamentos submersos em uma atuação de alta complexidade de mergulho em correnteza.

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EQUIPAMENTOS E TECNOLOGIA – Entre os avanços recentes da corporação estão a aquisição de máscaras full face, que protegem completamente o rosto do mergulhador, permitindo respirar naturalmente pelo nariz e boca, além das chamadas roupas secas, que evitam o contato com a água em ambientes contaminados.

“Esses equipamentos aumentam significativamente a segurança da operação, tanto do ponto de vista físico quanto biológico, permitindo que o bombeiro atue com mais proteção em ambientes adversos”, destaca Marcondes.

A capacitação ainda incluiu técnicas avançadas, como o mergulho com misturas gasosas enriquecidas com oxigênio, que visam aumentar a segurança e o tempo de fundo em mergulhos. O curso contou ainda com instrutores formados em diferentes estados, garantindo a troca de experiências e a atualização de procedimentos.

CAPACIDADE OPERACIONAL – Após a formatura, os militares retornam às suas unidades de origem nas cidades de Curitiba, Paranavaí, Maringá, Cascavel, Francisco Beltrão, Apucarana e Londrina. A estratégia permite que diferentes regiões passem a contar com pelo menos um especialista na atividade.

A formação de novos mergulhadores amplia a capacidade de resposta do CBMPR em ocorrências complexas, especialmente aquelas que exigem atuação em maiores profundidades ou em condições adversas.

A especialização também contribui para o aumento da segurança das operações, uma vez que o mergulho é uma das atividades mais exigentes e de maior risco dentro da atuação dos bombeiros, demandando preparo técnico e tomada de decisão rápida em situações críticas.

Fonte: Governo PR

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