Paraná
Museu Oscar Niemeyer promove edição extra do Uma Noite no MON, voltada ao público infantil
Depois do sucesso do programa em maio, o Museu Oscar Niemeyer promove mais uma edição do “Uma Noite no MON”: dia 29 de julho, das 18h30 às 22h. O início das vendas dos ingressos será na segunda-feira (24), às 10h. Os ingressos são limitados e devem ser adquiridos no site do Museu, no valor de R$ 100,00 por criança. O valor inclui a participação obrigatória de um adulto responsável.
A ação é voltada para o público infantil, de 7 a 10 anos, e proporciona experiências no contato com a arte e a cultura pela imersão lúdica e participativa.
Com o tema “A Incrível Fábrica de Cores”, serão abordadas as cores e suas múltiplas possibilidades. Os participantes vão entrar em um universo de invenção e experimentação, com uma série de atividades lúdicas após o fechamento do Museu.
O público será dividido em subgrupos e irá participar de diversas ações, em conjunto com o personagem mediador. A programação conta com oficinas pelos espaços do MON, brincadeiras e uma pausa para lanche. As crianças devem, obrigatoriamente, estar acompanhadas de um adulto responsável, que participará junto de todas as atividades, em um ambiente de interação e conexão.
UMA NOITE NO MON – Com edições pontuais, o projeto desenvolve ações no Museu, no período noturno, para crianças de 7 a 10 anos. Com um roteiro temático especial, a ação convida os inscritos a descobrirem o MON de uma forma diferente e participativa. Tem como objetivo criar experiências em arte e cultura aliando a ludicidade aos conceitos das mostras em cartaz. São planejadas ações ligadas às artes visuais, arquitetura e design, buscando a análise das obras e/ou artistas.
- Academia Alfredo Andersen lança projeto para imersão de artistas do Interior do Paraná
-
MON promove encontro para educadores sobre a obra de Delson Uchôa
SOBRE O MON – O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.
Serviço:
Uma Noite no MON – A Incrível Fábrica de Cores
Data: 29 de julho
Horário: 18h30 às 22h
Local: Auditório Poty Lazzarotto – Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico – Curitiba – Paraná.
Fonte: Governo PR
Paraná
Jornal Cândido de junho traz edição especial sobre a produção literária indígena
O jornal Cândido nº 171, do mês de junho, editado pela Biblioteca Pública do Paraná, destaca a literatura indígena contemporânea, em reportagem assinada por Isa Honório, que conversou com autores e autoras de diversos locais do Brasil para mapear a produção literária dos povos originários. Historicamente invisibilizados, porém com grande fluxo em projetos literários, os escritores reforçam sua importância para fortalecer e visibilizar as diversas línguas e a cultura oral e escrita destes povos. Na retranca, o jornal indica livros para que os leitores se aprofundem no tema.
A entrevista é com o quadrinista André Dahmer, que esteve em maio na estreia do projeto Biblioteca ConVida, promovido pela Biblioteca Pública do Paraná (BPP), e fala ao repórter Felipe Azambuja algumas das suas impressões sobre a literatura e outras questões ligadas ao seu ofício como escritor e quadrinista.
O jornal traz conteúdos extras e inéditos: Fausto Fawcett escreve em sua coluna Crônicas Vertigens sobre o “Xamã de Instagram”; uma pensata de Luiz Felipe Leprevost celebra os 70 anos da obra “Grande Sertão: Veredas”, de João Guimarães Rosa. O prefácio do novo livro de bell hooks “Questões de classe: o lugar que ocupamos”, publicado em primeira mão, por Cida Bento, uma coedição da editora Elefante com a Oficina Palimpsestus.
Na seção literatura, uma resenha do livro de Eric Rodrigues “Comadre São – memória familiar e oralidade”, pelo professor e jornalista José Carlos Fernandes; uma crônica de Cristina Bresser, e a poesia de Emily Bandeira, que acaba de lançar “Quase dá para chamar de dança”, pela editora Andrômeda. Para fechar a edição, o ensaio de Amanda Renaly traz registros analógicos em “A primeira do filme”. A capa é do artista visual Auíri Tiago.
Acesse o conteúdo completo AQUI.
Em cumprimento à legislação eleitoral vigente, as atividades Cândido serão temporariamente suspensas durante o período eleitoral de 2026. Esta é a última edição do jornal até o fim das eleições, com retorno previsto em novembro deste ano.
Serviço:
Jornal Cândido nº 171/Junho 2026
Fonte: Governo PR
-
Paraná5 dias agoMPPR empossa dois Procuradores de Justiça nesta sexta-feira (19)
-
Esportes7 dias agoEspanha decepciona em estreia e para no goleiro de Cabo Verde
-
Agro7 dias agoBrasil, Guiana e IICA fortalecem cooperação regional no Caribe
-
Agro6 dias agoBrasil amplia promoção do agronegócio durante a África Food Show 2026
-
Economia7 dias agoMDIC divulga seleção do InovAtiva de Impacto 2026
-
Esportes7 dias agoIrã e Nova Zelândia fazem jogo movimentado e empatam por 2 a 2
-
Política Nacional6 dias agoCâmara aprova projeto que garante atestado para funcionário que acompanhar criança doente
-
Esportes7 dias agoUruguai empata com Arábia Saudita e deixa Grupo H totalmente indefinido
