Paraná
Portos do Paraná faz novo simulado de resgate a trabalhador
A Portos do Paraná está periodicamente investindo em segurança e proteção dos trabalhadores. Um dos exemplos é um exercício simulado de resgate no mar, coordenado pela Diretoria de Meio Ambiente (DMA). O programa coloca em prática o protocolo de atendimento e testa o desempenho de todos setores envolvidos no atendimento a emergências no cais do Porto de Paranaguá.
Além da equipe ambiental, o treinamento envolve o agente marítimo, a empresa de apoio portuário Palangana, a tripulação do navio Westport Eagle, a Guarda Portuária, o Órgão de Gestão de Mão de Obra do Trabalho Portuário (OGMO), responsável pela ambulância, e as duas empresas contratadas pela Portos do Paraná para assessoria técnica ambiental e de segurança no trabalho.
Segundo o coordenador de Fiscalização e Controle de Emergências, Rafael Salles Cabreira, os resultados obtidos durante o simulado são analisados pela equipe técnica do Grupo de Trabalho do Programa de Gerenciamento de Riscos da empresa pública (GT-PGR), criado em 2020 pela portaria 092, e podem originar novos protocolos. “Já fizemos quatro ou cinco simulados. O da semana passada foi o de atendimento mais rápido. Em cinco minutos estávamos com embarcação e ambulância no costado”, afirmou.
Exercícios como esse e seu estudo posterior são fundamentais para a garantia da segurança do trabalhador e preservação do meio ambiente. “Sem treinamento, a gente se depara com o despreparo diante de uma situação real. Serve para que saibamos o que podemos melhorar, que recursos podemos adquirir a mais para estarmos sempre evoluindo”, disse.
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O exercício da semana passada começou às 10h. O cenário foi no convés do navio Westport Eagle, atracado no berço 214 do Porto de Paranaguá, de onde um boneco de 1,80m de altura e 80 quilos foi lançado ao mar, simulando um trabalhador que teria caído da embarcação.
Segundo o coordenador da DMA, em uma situação real, a primeira coisa a fazer diante dessa situação é buscar e lançar a boia salva-vidas mais próxima. Imediatamente, a Unidade Administrativa de Segurança (UASP)/Guarda Portuária deve ser comunicada pelo telefone de emergência (41) 3420-1305. É a Guarda Portuária que inicia o fluxo de comunicação para o atendimento, solicitando todo o demais apoio necessário para o atendimento, dependendo da ocorrência (Ambulância, Corpo de Bombeiros, equipe de prontidão para atendimento de emergências – Albriggs, etc).
Fonte: Governo PR
Paraná
Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”
O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.
Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.
Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.
Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.
Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226
Fonte: Ministério Público PR
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