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Paraná

Sanepar distribuiu mais de 280 mil copos de água durante o Verão Maior Paraná

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A Sanepar forneceu 281.280 copos de água para as ações desenvolvidas pelo Governo do Estado e pela própria Companhia durante o Verão Maior Paraná, entre 16 de dezembro e 14 de fevereiro. Nesses 61 dias, foram 56.256 litros envasados e destinados a bombeiros, policiais militares e profissionais de diversas áreas que atuaram na organização e apoio das atividades de lazer, recreação, esporte e cultura. A água também foi distribuída aos atletas participantes dos jogos de vôlei, futebol de areia, corridas de rua, surf, natação em mar aberto, entre outros.

A média foi de 922 litros por dia, quase 5 mil copos. O maior consumo ocorreu nas práticas esportivas, realizadas nos Jogos Aventura da Natureza e nas arenas das praias, com um total de 134.400 copos, o equivalente a 26.880 litros.

O envase dos copos da Sanepar é feito em uma unidade anexa ao Centro de Reservação Itaqui, em Campo Largo, na Grande Curitiba. Produzida na estação de tratamento Rio Verde e nos poços Guabiroba, a água tem a mesma qualidade que chega às torneiras dos clientes da Companhia em todo o Estado, sempre em conformidade com os parâmetros de potabilidade determinados pelo Ministério da Saúde

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Para atender à demanda do Litoral no Verão Maior Paraná, o envase de copos bateu recorde em dezembro, com 556.416 unidades, um aumento de 34,7% em relação à média mensal de 2023, de 412.864 unidades.

Além da distribuição de copos, a Sanepar montou ilhas de hidratação para abastecer o público nos Palcos do Verão Maior Paraná de Matinhos e Pontal do Paraná, que receberam 23 shows. Em cada arena, foram disponibilizadas três ilhas de hidratação com 18 torneiras, que totalizaram a distribuição de 230 mil litros de água.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Saúde alerta para importância da imunização contra a coqueluche em crianças e gestantes

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A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) alerta para a importância da vacinação contra a coqueluche, em especial em gestantes e crianças menores de cinco anos. O índice de cobertura vacinal definido no Plano Nacional de Imunização (PNI) é de 95%. No Paraná, a pentavalente, que tem aplicação em três doses entre os dois e seis meses de vida, registrou 92,92% de cobertura em 2025. A DTP, que é o reforço da vacinação, tem cobertura de 87,45%. Já a dTpa, que deve ser aplicada nas gestantes a partir da 20ª semana de gestação, está com cobertura de 65,85%.

“São vacinas que há anos estão disponíveis pelo SUS e têm contribuído para prevenir a doença e reduzir a mortalidade infantil. Fazemos um apelo para que os responsáveis levem as crianças para vacinar, em especial para as doses de reforço, que estão com adesão mais baixa. E reforçamos o pedido para que as grávidas se imunizem. Isso fará bem para elas, para seguirem saudáveis no período de gestação e também protegendo os bebês”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde do Paraná, Beto Preto.

Em 2024, o Brasil teve um aumento significativo dos casos de coqueluche. No Paraná, foram registrados 2.819 casos com cinco óbitos. Dos casos registrados, 548 foram crianças abaixo dos cinco anos de idade. Dados preliminares de 2025, apontam para uma redução nos casos – até o momento foram 299 casos da doença, sem óbitos.

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A coqueluche é uma doença cíclica, podendo ter aumento de casos em intervalos de três a cinco anos, o que reforça a importância da vigilância contínua e do fortalecimento das ações de imunização. A vacina está disponível gratuitamente nas mais de 1.850 salas de vacinação em todo o Estado.

ESQUEMA VACINAL – Para as crianças é recomendada a vacina pentavalente, com três doses. As aplicações ocorrem aos dois, três e seis meses de vida. É preciso ainda dois reforços com a vacina DTP – contra difteria, tétano e coqueluche –, aos 15 meses e aos quatro anos de idade.

Já para as gestantes, a indicação é a vacina dTpa – versão acelular da vacina contra difteria, tétano e coqueluche – a partir da 20ª semana de gestação. A imunização deve ocorrer a cada gestação com o objetivo de fornecer proteção para os recém-nascidos antes de terem idade para receber as doses da pentavalente.

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SINTOMAS – A coqueluche é causada pela bactéria Bordetella pertussis e ocasiona infecção respiratória altamente contagiosa. Em determinados casos, pode ocorrer complicações graves, especialmente em crianças menores de seis meses.

Os sintomas são parecidos com o de um resfriado comum, com coriza, tosse seca e febre baixa. Mas a doença pode evoluir para casos mais graves, provocando vômitos, tosse intensa, podendo chegar até a uma parada respiratória.

TRANSMISSÃO E PREVENÇÃO – A coqueluche é transmitida pelas gotículas de saliva liberadas ao tossir, espirrar ou falar, sendo altamente contagiosa. A transmissão ocorre pelo contato próximo e o infectado pode contaminar até 17 pessoas.

O período de contágio começa próximo ao quinto dia após a contaminação e pode durar até a terceira semana de tosse intensa. Ele se encerra após tratamento com antibióticos.

A vacinação é a principal forma de prevenção da doença, além de ações de higiene, como lavar as mãos e evitar o contato com pessoas doentes. Os pacientes contaminados devem ficar em casa, usar máscara para evitar novos contágios.

Fonte: Governo PR

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