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Programa Mais Médicos no Paraná avança com chamamento para vagas remanescentes

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A partir desta quarta-feira (28) inicia a segunda chamada dos profissionais de saúde do programa Mais Médicos. A nova fase segue até 15 de setembro com o objetivo de preencher as vagas deixadas em aberto pelos profissionais que não se apresentaram ao chamamento na primeira etapa, encerrada na sexta-feira (23).

Das 327 vagas destinadas ao Paraná pelo programa do governo federal, 194 foram preenchidas. Os médicos se apresentaram em 92 municípios e já iniciaram as atividades nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) dos locais selecionados. No total, 2.670 médicos se inscreveram para o programa. A adesão para as vagas remanescentes segue um novo cronograma, com datas diferenciadas.

Os habilitados deverão se apresentar nos municípios até esta sexta-feira (30). Para os médicos intercambistas (com registro o Exterior) o prazo será estendido. Eles passarão pelo curso Módulo de Acolhimento e Avaliação (MAAV) em agosto e os aprovados devem se apresentar nos municípios entre os dias 4 e 15 de setembro.

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As inscrições para o Mais Médicos iniciaram em 26 de maio, e durante praticamente um mês os candidatos participaram do processo seletivo, por meio de edital publicado pelo Ministério da Saúde.

Neste momento, o programa será destinado para atuação de médicos na Atenção Primária à Saúde (APS), podendo ser expandido para outras áreas. 

ACOLHIMENTO – A Sesa, em parceria com o Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (Cosems), está organizando um acolhimento aos profissionais para as próximas semanas com o objetivo de instrui-los sobre as diretrizes do programa, as demandas e o processo de trabalho das equipes de Saúde da Família conforme as normativas e Linhas de Cuidados Prioritárias da Saúde do Estado.

“A Atenção Primária à Saúde ganha mais um reforço para o atendimento à população, permitindo a expansão dos serviços. Ressaltamos a importância do programa e fortalecemos essa parceria com o Ministério da Saúde”, disse o secretário estadual da pasta, Beto Preto. 

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Atualmente, o Paraná conta com 681 profissionais vinculados a alguma iniciativa do governo federal, sendo 427 médicos do Programa Mais Médicos e 254 do Programa Médicos pelo Brasil.

Fonte: Governo PR

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MPPR ajuíza ação civil pública para que Município de Quatro Barras adote medidas para sanar irregularidades no atendimento a pessoas com deficiência

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba, ajuizou nesta quarta-feira, 1° de julho, ação civil pública para que o Município adote medidas para a garantia de direitos de pessoas com deficiência acolhidas em instituição situada no bairro Jardim Menino Deus. A ação decorre de apuração conduzida em inquérito civil sobre possíveis irregularidades estruturais e assistenciais no atendimento prestado às pessoas acolhidas pela instituição, que é de natureza privada, mas recebe recursos públicos.

Áudio do Promotor de Justiça André Luiz de Araújo

Durante a apuração, relatório de fiscalização do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR) apontou a ausência de condições adequadas de acessibilidade no imóvel, e relatório do Serviço Social do próprio Ministério Público registrou a superlotação da instituição, a falta de vinculação à Rede de Atenção Psicossocial e a inexistência de Projetos Terapêuticos Singulares, instrumentos de cuidado individualizado em saúde mental para os moradores que apresentem quadros como esquizofrenia, demência e doença de alzheimer.

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Antes de ingressar com a medida judicial, o Ministério Público expediu recomendação administrativa ao Município, sem, entretanto, obter resposta satisfatória por parte da administração pública, que alegou, para o não cumprimento das medidas recomendadas, o fato de a entidade ser privada, com fins lucrativos. Na ação civil, entretanto, a Promotoria de Justiça demonstrou que o dever de fiscalizar os serviços de saúde e de assistência social e de garantir atenção psicossocial às pessoas com deficiência é do poder público municipal, ainda que a instituição que preste o serviço seja de natureza privada, sobretudo porque o Município custeia vaga de acolhimento no local.

Em caráter de urgência, o Ministério Público requer que o Município promova em até 30 dias, por meio do Centro de Atenção Psicossocial (Caps), a vinculação, a triagem, a avaliação e o acompanhamento psiquiátrico de todos os moradores acolhidos, com a elaboração do respectivo Projeto Terapêutico Singular. Na análise do mérito da ação, pede a condenação do Município à obrigação de fazer a fiscalização contínua das adequações de acessibilidade da instituição e manter acompanhamento ininterrupto pela rede pública de atenção psicossocial.

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Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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