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MPPR emite recomendação para que Município de Maringá tome providências para solucionar problemas no atendimento da Ouvidoria de Saúde à população

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O Ministério Público do Paraná emitiu nesta sexta-feira, 23 de junho, recomendação administrativa para que o Município de Maringá, no Norte Central do estado, tome providências para solucionar os problemas do atendimento da Ouvidoria da Secretaria Municipal de Saúde, especialmente em relação a informações sobre as filas no atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS). A recomendação, expedida pela 14ª Promotoria de Justiça da comarca, é dirigida ao prefeito e ao secretário municipal de Saúde.

O MPPR elaborou o documento a partir do Procedimento Administrativo 0088.22.004261-3, instaurado para averiguar e acompanhar o serviço ofertado à população pela Ouvidoria, diante de várias reclamações de usuários que chegaram à Promotoria, relatando a ocorrência de supostos atendimentos inadequados ou falta de resposta em prazo razoável.

Entre as medidas, o Ministério Público recomenda aos destinatários, com prazo de resposta de 30 dias sobre seu acatamento ou não: “melhorar o serviço prestado à população local pela Ouvidoria da Secretaria Municipal de Saúde de Maringá, em especial no que se refere a um atendimento mais humanizado, atendendo individualmente à questão trazida pelo cidadão, com linguagem clara e de fácil compreensão, bem como que essa resposta seja apresentada no prazo máximo de 15 dias úteis, salvo situações urgentes, sobretudo as que se referem a solicitações/informações de medicamentos e de leitos, casos em que a resposta deverá ser apresentada em prazo não superior a 5 dias úteis”, e “elaborar um Instrumento Normativo que regulamente especificamente a Ouvidoria do SUS de Maringá, o qual estabeleça objetivos, estrutura física e equipamentos mínimos para funcionamento, processo de trabalho e prazos para resposta ao cidadão”.

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Procedimentos – O problema das filas para consultas especializadas e cirurgias em Maringá tem sido acompanhado constantemente pela Promotoria de Justiça, que abriu diversos procedimentos para esse fim. Em contato com representantes do Município, o Ministério Público tem buscado soluções extrajudiciais para as questões relacionadas ao atendimento em saúde, como o problema das filas para consultas especializadas e cirurgias e as respostas da Ouvidoria de Saúde.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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