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Associação de agrônomos de Lucas do Rio Verde recebe terreno para construir sua sede

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A Câmara de vereadores de Lucas do Rio Verde aprovou o Projeto de Lei n° 30/2023 que autoriza a Prefeitura a ceder uma área para a  Associação dos engenheiros Agrônomos da cidade (AEA-LRV).

A entidade, presidida pelo agrônomo Paulo Henrique Nuernberg, vai desenvolver, em parceria com a Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, ações que tragam benefícios diretos a agricultura familiar, como capacitações, auxílio técnico, projetos de horta comunitária, dentre outras. “Neste local vamos fazer nosso futura sede, então é um dia muito feliz para todos nós. O Foco agora é unir cada vez mais os integrantes da entidade e começar o mais breve possível a construção da sede”, frisou Nuernberg.

A presidente da Câmara, Sandra Barzotto, lembrou o cunho social que participa assiduamente de campanhas beneficentes de Lucas. “Um dos exemplos foi a realização do agroshow solidário em parceria com o Show Safra 2022, para promover um dos maiores festivais gastronômico em Lucas do Rio Verde, além de destinar parte dos recursos arrecadados para entidades como Apae, Casa de Retiro e Hospital São Lucas”, destacou a Presidente

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O prefeito Miguel Vaz, que também participou da sessão onde os vereadores aprovaram a cessão do terreno parabenizou os vereadores pela iniciativa. “Eu fico muito contente em ver tudo isso porque esse é nosso objetivo para com a sociedade, de trabalhar em parceria e harmonia pelo bem de Lucas. Vocês estão de parabéns”, enfatizou o prefeito.

Isan Oliveira de Rezende, presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Mato Grosso (Feagro-MT), parabenizou a entidade pela parceria em prol das políticas publicas que beneficiam a população de Lucas do Rio Verde. “Parabenizamos toda Diretoria da Associação dos Engenheiros Agrônomos de Lucas do Rio Verde pela parceria com o Poder Publico, nas políticas públicas da agricultura familiar. Parabenizamos todos os Vereadores, em nome da Presidente da Câmara Sandra Barzotto, pela aprovação do projeto de lei 30/2023, que autorizou o Poder Executivo ceder o uso de parte do imóvel para a Associação dos Engenheiros Agrônomos, e, ao Prefeito Miguel Vaz que vem apoiando a nossa categoria profissional”.

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Fonte: Pensar Agro

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Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27

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O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.

Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.

Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.

Demanda doméstica continua sendo principal sustentação

A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.

Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.

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As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.

El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada

Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.

De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.

Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.

Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal

Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.

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Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.

Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.

Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global

Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.

Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.

Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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