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Maio Amarelo: policiais militares doam sangue para conscientizar sobre acidentes no trânsito

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Policiais militares do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) foram ao Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar) nesta segunda-feira (8) para doar sangue. O objetivo da ação foi de conscientizar a população sobre a importância das doações e a gravidade dos acidentes de trânsito.

O grupo, formado por 33 militares estaduais participou da iniciativa que faz parte do Maio Amarelo, movimento internacional que busca salvar vidas por meio de ações preventivas e de conscientização sobre cuidados no trânsito. No Paraná, a campanha Maio Amarelo, lançada na semana passada e reúne o Detran-PR, BPTran, BPRv e mais de uma dezena de órgãos estaduais, entidades da sociedade e organizações não governamentais.  

A doação de sangue integra diversas intervenções realizadas pelo BPRv, como blitzes e ações preventivas nas rodovias que cruzam o Paraná. “Proteger e salvar vidas é uma das nossas funções e nossa vinda ao Hemepar serve também como convite à população à doar sangue e ter mais cuidado nas vias e rodovias do nosso Estado”, disse o o tenente Sidinei Hudach, 

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“Atuamos para evitar os acidentes de todas as formas e isso parte também do cidadão, que precisa estar atento quando aos seus deveres ao pegar o volante”, afirmou.

DOAÇÃO – O Hemepar é responsável por dar suporte às diversas unidades que necessitam de sangue no Paraná. O Sistema Único de Saúde (SUS) é atendido pela rede de unidades de coleta e diariamente precisa de sangue para atender vítimas de acidentes, de violência ou até mesmo pessoas que possuem doenças hematológicas.

Para quem tiver interesse em doar sangue, o Hemepar conta com unidades em todo o Estado. O doador deve ter entre 16 e 69 anos (menor de 18 anos apenas acompanhado pelo responsável legal); pesar no mínimo 50 quilos; estar em boas condições de saúde; estar descansado e alimentado (deve evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação) e apresentar documento oficial com foto.

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Para doar, deve-se agendar um horário neste SITE e, após responder um questionário padrão para confirmar que a pessoa está apta, comparecer no local de coleta entre segunda-feira e sábado.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná denuncia por corrupção passiva ex-secretário Municipal de Governo e presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira

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O Ministério Público do Paraná ofereceu denúncia criminal contra um ex-secretário Municipal de Governo e o presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira, nos Campos Gerais, investigados a partir da Operação Chão de Giz, que apura possíveis fraudes licitatórias supostamente cometidas por uma organização criminosa que atua a partir de um grupo de empresas voltadas principalmente ao fornecimento de asfalto para municípios paranaenses. Além dos agentes públicos, requeridos pelo crime de corrupção passiva, também foram denunciados por corrupção ativa três empresários investigados por possível participação nos atos ilícitos. A denúncia foi oferecida nesta terça-feira, 8 de setembro, pelo Núcleo de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pelo Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria).

Áudio do promotor de Justiça Pedro Henrique Papaiz

A segunda fase das investigações da Operação Chão de Giz, da qual resultaram os fatos ocorridos em Ortigueira agora denunciados, foi deflagrada em 7 de julho último. A acusação abrange a prática dos crimes por agentes públicos dos poderes Legislativo e Executivo de Ortigueira, além de empresários e prepostos do setor de pavimentação asfáltica e infraestrutura viária.

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De acordo com a denúncia, entre 6 e 14 de abril de 2022, o então presidente da Câmara de Vereadores (que atualmente exerce o mesmo cargo) e o ex-secretário Municipal de Governo, que são irmãos, teriam solicitado e recebido pelo menos R$ 50 mil em vantagens indevidas, pagas por empresários de um grupo econômico do ramo de pavimentação e seus prepostos operacionais.

Esquema criminoso – Os repasses ilícitos (divididos em duas entregas, de R$ 15 mil e R$ 35 mil) teriam ocorrido como contraprestação à articulação política e à atuação administrativa direta dos agentes públicos para acelerar a emissão de empenhos e a liberação de pagamentos do Tesouro Municipal em favor das empresas de propriedade dos empresários denunciados. Na primeira ocasião, os denunciados autorizaram a liberação de R$ 266.354,00, e na segunda, de R$ 533.244,80. As apurações demonstraram ainda que, nos dias 3 e 4 de maio de 2022, o então presidente da Câmara Municipal solicitou vantagem indevida adicional de R$ 3 mil.

A partir do oferecimento da denúncia, o Ministério Público pleiteia a condenação dos denunciados pelas práticas de corrupção passiva e ativa e a fixação de valor mínimo para reparação dos danos materiais e morais coletivos causados ao erário.

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Essa é a 5ª denúncia criminal oferecida a partir das investigações da Operação Chão de Giz. O Ministério Público já ofereceu denúncia criminal por corrupção passiva contra dois ex-prefeitos de cidades distintas, além de denúncias de fraudes licitatórias e organização criminosa, esta dirigida ao núcleo empresarial que corrompia agentes públicos e políticos em diversos municípios paranaenses.

Processo 0001701-26.2025.8.16.0122

Matérias anteriores

07/07/2026 – MPPR deflagra 2ª fase da Operação Chão de Giz e cumpre 41 mandados de busca e apreensão em investigação sobre corrupção e fraudes licitatórias em 5 municípios

14/03/2025 – MPPR denuncia ex-prefeito de Cândido de Abreu e mais três pessoas por corrupção e lavagem de ativos a partir das apurações da Operação Chão de Giz

20/09/2024 – MPPR ajuíza ação por improbidade administrativa contra agentes públicos e empresários de Cândido de Abreu investigados na Operação Chão de Giz

09/11/2022 – MP cumpre mandados contra fraudes em licitações no Norte do estado

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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