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Brasil

MMA lança chamada pública do Projeto Salas Verdes

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O MMA abriu nesta segunda-feira (21/10) chamada pública para instituições que desejam participar do Programa Salas Verdes. A iniciativa busca incentivar espaços educadores a atuarem como centros de informação e formação socioambiental, com a realização de atividades educacionais e culturais. 

Podem participar instituições que desenvolvam atividades de educação ambiental não formal para crianças, jovens, adultos, estudantes, professores, comunidades, empresas e poder público, entre outros. Inscrições podem ser realizadas até 4 de novembro. A atuação das instituições será em consonância com os princípios da Política Nacional da Educação Ambiental (PNEA). 

A seleção será realizada em duas etapas: análise de projeto político-pedagógico e análise documental. Acesse a chamada completa e o cronograma aqui

As Salas Verdes funcionam como espaços de desenvolvimento de atividades de educação e cidadania ambiental não formal, de abrangência local ou regional, que envolvem diversos segmentos da sociedade. Podem estar vinculadas a instituições públicas; instituições de pesquisa, escolas, universidades, organizações da sociedade civil, empresas públicas e privadas, entre outras.

Histórico

O Projeto Salas Verdes foi instituído em 2000, com o objetivo de atender às demandas de instituições que buscavam publicações para subsidiar suas ações de Educação Ambiental. Em sua origem, tinha como foco transformas os espaços em bibliotecas verdes. 

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O objetivo do projeto, contudo, transformou-se em contribuir para a implementação da Política Nacional de Meio Ambiente (PNMA), da Política Nacional de Biodiversidade, da Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), entre outras, a partir da criação e do fortalecimento da atuação de espaços educadores para o desenvolvimento de ações de Cidadania e Educação Ambiental não formal. A norma que institui e regulamenta o projeto é a Portaria GM/MMA Nº 524, de 15 de junho de 2023.

Acesse os documentos:

Contatos: Departamento de Educação Ambiental e Cidadania do MMA
[email protected]
(61) 2028-1843/1183/1360/1527

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Brasil

Ministro Luiz Marinho visita Museu Hip-Hop e destaca qualificação profissional no setor cultural em Porto Alegre (RS)

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, visitou, neste sábado (27), o Museu da Cultura Hip-Hop do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre (RS), onde conheceu o trabalho desenvolvido pela instituição, que oferece cursos de formação em gestão cultural com ênfase no movimento hip hop. As capacitações qualificam jovens trabalhadores gaúchos em áreas como captação de recursos, prestação de contas, elaboração e apresentação de projetos, além de estratégias de comunicação e marketing.

O ministro foi recebido pelo rapper e fundador do Museu da Cultura Hip-Hop do Rio Grande do Sul, Rafa Rafuagi, que, juntamente com os instrutores da escola, apresentou as ações desenvolvidas pelo espaço, que já formou duas turmas desde o ano passado.

“Começamos aqui em um terreno baldio e, a partir desse espaço, construímos nossa estrutura. Por meio do programa de qualificação profissional, estamos repassando nosso conhecimento aos jovens que se interessam pelo movimento hip hop”, afirmou Rafael, que atua na disseminação da cultura por meio da iniciativa.

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Os cursos foram iniciados em 2024, por meio de um Acordo de Cooperação Técnica entre o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e o Senac Nacional, com apoio da Associação da Cultura Hip-Hop (ACHE) e do Museu da Cultura Hip-Hop do Rio Grande do Sul.

As formações são gratuitas e contam com o apoio da Gerência de Cultura do Sesc gaúcho e do Museu da Cultura Hip-Hop do Rio Grande do Sul. A primeira turma, direcionada aos integrantes do movimento hip-hop, teve como objetivo formar multiplicadores para disseminar o conhecimento em suas comunidades.

“A iniciativa fortalece não apenas o movimento hip hop, mas também diversos setores culturais, oferecendo oportunidades de empreendedorismo por meio das políticas de qualificação e das iniciativas solidárias”, destacou o ministro, que percorreu a história do movimento ao conhecer os diferentes espaços do museu.

Inclusão produtiva

O Acordo de Cooperação Técnica promove a inclusão produtiva e o empreendedorismo, aliados aos princípios da economia popular e solidária, como autogestão, cooperação, solidariedade, igualdade, sustentabilidade e valorização do trabalho humano.

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Durante a visita, o ministro esteve acompanhado do superintendente Regional do Trabalho e Emprego do Rio Grande do Sul, Claudir Nespolo, que ressaltou a importância de investir no segmento.

“São cursos gratuitos voltados à atuação em eventos e produção cultural, ampliando as oportunidades de geração de renda e inserção produtiva”, explicou o superintendente.

A iniciativa prevê a oferta de até 3.800 vagas para o curso de Produção Cultural, por meio do Programa Manuel Querino de Qualificação Profissional do MTE.

Luiz Marinho destacou a importância da iniciativa para o setor cultural. “A oferta dos cursos amplia as oportunidades de inclusão produtiva na área cultural”, ressaltou o Luiz Marinho ao conversar com instrutores e jovens participantes da formação.

Para o fundador do Museu da Cultura Hip-Hop do Rio Grande do Sul, Rafa Rafuagi, “a falta de conhecimento técnico, muitas vezes, limita o acesso do setor a benefícios e parcerias oferecidas à área cultural”.

Confira os cursos gratuitos da Trilha Formativa em Gestão Cultural e inscreva-se: https://trilha.sc.senac.br/mte

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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