Brasil
Saiba a diferença entre minério, mineral e rocha
Na geologia, os termos mineral, minério e rocha possuem significados distintos entre si. Conhecer essas diferenças ajuda a entender de onde vêm os recursos naturais que fazem parte do cotidiano e são utilizados na produção de bens, na construção civil, na geração de energia e em diversas atividades industriais.
Mineral
Um mineral é uma substância natural, inorgânica, sólida, de composição química definida e com estrutura atômica ordenada. Cada mineral possui composição química e estrutura cristalina próprias, características que determinam suas propriedades físicas e químicas.
Exemplos:
• Quartzo
• Mica
• Calcita
• Grafita
Os minerais são a base para a formação das rochas e também são utilizados na fabricação de diversos produtos presentes no dia a dia, como celulares, computadores, cosméticos, vidros, tintas e fertilizantes.
Rocha
Uma rocha é um material natural formado pela associação de um ou mais minerais. Dependendo do seu processo de origem, as rochas podem ser classificadas como ígneas, sedimentares ou metamórficas.
Exemplos:
• Granito (Ígnea)
• Xisto (Metamórfica)
• Arenito (sedimentar)
As rochas (A depender da composição mineralógica) podem ser amplamente utilizadas na construção de edifícios, estradas, pontes e diversas obras de infraestrutura, a exemplo das rochas sedimentares.
Minério
O minério é uma rocha ou um mineral que contém substâncias químicas de interesse econômico em quantidade suficiente para permitir sua extração e aproveitamento. Ou seja, um mineral passa a ser considerado minério quando sua concentração, qualidade (substituir por teor) e condições de exploração tornam sua extração economicamente viável.
Exemplos:
• Minério de ferro
• Minério de cobre
• Minério de ouro
Os minerais, as rochas e os minérios estão presentes em praticamente todos os setores da economia e fazem parte de objetos utilizados diariamente, desde equipamentos eletrônicos e veículos até edificações, medicamentos, fertilizantes e sistemas de geração e transmissão de energia.
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Entenda cada item cobrado na conta de luz e como acompanhar o consumo
A conta de energia elétrica reúne diferentes informações sobre o consumo, medido em quilowatt-hora (kWh), e os custos necessários para que a energia chegue ao consumidor. A cobrança contempla, por exemplo, valores relacionados à geração, transmissão e distribuição.
Na prática, a tarifa é composta por duas parcelas principais. A Parcela A reúne custos que não são gerenciados pela distribuidora (compra de energia, transmissão e encargos setoriais). Já a Parcela B corresponde aos custos relacionados à prestação do serviço de distribuição (operação, manutenção e expansão da rede elétrica).
Além desses valores, também são incluídos encargos setoriais, tributos e contribuições definidos pela legislação federal, estadual e municipal. Um exemplo é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual cuja alíquota varia de acordo com a legislação de cada estado. Também incidem as contribuições federais para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), destinados ao financiamento de políticas públicas da União.
Iluminação Pública e Bandeiras Tarifárias
Outro item que pode aparecer na fatura é a Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (CIP ou COSIP), instituída pelos municípios e pelo Distrito Federal.
Também podem ser aplicadas as bandeiras tarifárias, identificadas pelas cores verde, amarela e vermelha. Elas indicam as condições de geração de energia no período e, conforme a bandeira vigente, podem resultar em cobrança adicional na tarifa.
Conhecer esses itens ajuda a entender a composição da conta de energia elétrica e as cobranças que fazem parte da fatura.
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