Brasil
Rainha das águas no inverno: Aprenda a fazer tainha ao molho
A tainha pode ser feita assada, frita, ensopada, em caldo, com feijão ou feita no feijão, como alguns catarinenses costumam consumir. Esta é uma receita de tainha ao molho com um preparo acessível, cheio de caldo e perfeito para acompanhar arroz branco.
Ingredientes
1 quilo e meio de tainha;
1 unidade de limão espremido;
300 gramas de molho de tomate;
200 ml de leite de coco;
1 unidade de cebola cortada em rodelas finas;
1 unidade de pimentão cortado em rodelas finas;
1 unidade de pimentão vermelho cortado em rodelas finas;
sal, alecrim e pimenta-do-reino a gosto;
Modo de Preparo
1.Tempere a tainha com suco de limão, sal, pimenta do reino, alecrim e deixe descansar por alguns minutos;
2.Em uma travessa, coloque camadas do peixe, da cebola e dos pimentões, alternando entre as camadas;
3.Em outra vasilha misture o molho de tomate e o leite de coco;
4.Despeje a mistura sobre o peixe na travessa;
5.Leve ao forno pré-aquecido em 180ºC, por 45 minutos, ou até que o molho esteja fervendo;
6.Retire o refratário cuidadosamente e sirva.
Opcional: acrescentar uma porção de purê de batata ou arroz branco e salada
Produção pesqueira
Tainha é o nome popular dado a várias espécies de peixes da família dos mugilídeos, que engloba mais de 70 espécies, distribuídas em 20 gêneros. No Brasil, muitas espécies são conhecidas também pelos nomes de parati, saúna, curimã, tapiara, targana, cambira, muge, fataça, entre outros. A temporada de pesca da tainha (Mugil liza) no Brasil concentra-se nos litorais das regiões Sul e Sudeste entre maio e julho, quando grandes cardumes sobem do Sul em direção ao Sudeste para reprodução.
A tainha (Mugil liza) é um importante recurso pesqueiro para os pescadores(as) da região Sul e Sudeste do Brasil. O estado de Santa Catarina, possui uma costa de 531 km (7% do litoral brasileiro), é o estado que mais captura tainha no cenário nacional, sendo responsável por 45% da captura. Em seguida, aparece o Rio Grande do Sul, com 30%. Ou seja, apenas os dois estados respondem por 3/4 da produção no país.
O esforço de captura é dividido por diferentes modalidades: pesqueiras, artesanais, industriais e amadores. Dentre as modalidades artesanais, pode-se citar o arrasto de praia, emalhe costeiro (rede de emalhe liso e anilhado) e a pesca com redes de emalhe no Estuário da Lagoa dos Patos. Além disso, diversos pescadores capturam a espécie ao longo das lagoas e lagunas utilizando a tarrafa. Por outro lado, a pesca industrial se caracteriza pela prática de cerco, utilizando embarcações do tipo traineira.
A pesca da tainha tem grande relevância social e cultural, onde a prática é também reconhecida como patrimônio imaterial em diversas localidades do litoral sul e sudeste. A produção oriunda das capturas garante fonte de emprego e renda, segurança alimentar e nutricional, dando continuidade à uma prática que emerge como herança dos saberes indígenas, afro-brasileiros e açorianos. Parte significativa da produção visa à exportação de ovas, considerada iguaria em diversos países, por meio de preparos como a bottarga (ovas salgadas e secas).
O Governo Federal reforça a importância da comida na mesa de quem precisa. De 2023 a 2025, houve redução da insegurança alimentar para menos de 2,5%. É a retomada do combate à fome e à pobreza. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU), o Brasil não está mais no mapa da fome. Esta é a segunda vez que o governo retira o país dessa condição: a primeira foi em 2014.
Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicultura
Brasil
Turismo de pesca como vetor de desenvolvimento regional
Nesta quinta-feira (25/06), o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) organizou o Simpósio Sul Brasileiro de Pesca Esportiva, realizado durante a Expomar 2026, em Itajaí (SC). O encontro reuniu representantes do poder público, organizadores de eventos, entidades do setor e praticantes da modalidade.
Na abertura do evento, o secretário nacional de Pesca Industrial, Amadora e Esportiva, Carlos Mello, destacou a importância da integração entre o poder público, o setor produtivo, as entidades representativas e a sociedade para o fortalecimento da pesca amadora e esportiva no Brasil. “A modalidade representa um importante vetor de desenvolvimento regional, capaz de impulsionar o turismo, gerar emprego e renda, promover a conservação dos recursos pesqueiros e ampliar a valorização dos ambientes aquáticos por meio de políticas públicas estruturantes”, destacou.
A coordenadora-geral de Desenvolvimento da Pesca Industrial, Amadora e Esportiva, Lariessa Soares, ministrou a palestra “Políticas Públicas e Ferramentas para o Fortalecimento da Pesca Amadora e Esportiva”. Ela apresentou as principais iniciativas conduzidas pelo MPA para ampliar o desenvolvimento sustentável da atividade no país.
Outro momento de destaque da programação foi a mesa-redonda “Torneios de Pesca: Casos de Sucesso”, que reuniu organizadores de importantes competições realizadas na região Sul. O debate abordou a profissionalização dos eventos, seus impactos econômicos e turísticos nos municípios-sede, estratégias para atração de atletas e visitantes, além da adoção de boas práticas voltadas à sustentabilidade e à conservação dos recursos pesqueiros.
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