Educação
Webinário aborda adesão a PDDE Equidade e Escola do Hip Hop
O Ministério da Educação (MEC) realizará, nesta sexta-feira, 26 de junho, o Webinário “Última semana de adesão: Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Equidade e Programa Escola Nacional de Hip Hop (H2E)“. O encontro é voltado às redes de ensino que ainda não aderiram aos programas, cujas adesões permanecem abertas até a próxima terça-feira, 30 de junho. O webinário será às 16h (horário de Brasília) e terá transmissão ao vivo pelo canal do MEC no YouTube. No evento, as redes de ensino poderão sanar dúvidas sobre a adesão.
No caso do PDDE Equidade, escolas e redes de ensino elegíveis devem assinar os Termos de Adesão disponíveis no Simec Programas. Para auxiliar nesse processo, estão disponíveis documentos de orientação na página do programa. Já no que tange ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop, a adesão deve ser feita apenas pela rede de ensino estadual e municipal. Todas as redes podem aderir, basta assinar o termo de adesão disponível no Simec até o dia 30 de junho. O MEC também disponibilizou materiais orientadores sobre a adesão na página do programa.
PDDE Equidade – O Programa Dinheiro Direto na Escola Equidade, criado pelo MEC, em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), visa destinar recursos suplementares às escolas públicas da educação básica que estão em contexto de maior vulnerabilidade social e educacional, de modo a promover melhorias na infraestrutura, nas condições de oferta e na qualidade do ensino.
O programa integra as ações do governo federal voltadas à redução das desigualdades educacionais e ao fortalecimento das políticas de diversidade e inclusão na educação pública brasileira.
H2E – O Programa Escola Nacional de Hip-Hop tem o objetivo de promover a cultura e pedagogia do hip-hop como um instrumento didático-pedagógico nos currículos da educação básica. A iniciativa faz parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e representa uma estratégia inovadora para o engajamento juvenil, especialmente considerando a relevância cultural entre os jovens brasileiros e o potencial transformador na educação em direitos humanos, diversidade, aprendizagem e cidadania ativa. Na educação básica, o hip-hop pode funcionar como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas:
- Identidade e representatividade, resgatando a autoestima dos estudantes, melhorando a aprendizagem e trazendo novos referenciais de imagens de sucesso;
- Decolonialidade e currículo, por meio da integração de saberes no currículo, além de já ter demonstrado um aumento na proficiência de leitura, ciências e matemática dos estudantes;
- Uso de tecnologias e cultura e clima escolar, com apoio a ações substitutivas ao uso de celulares nos intervalos das aulas.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
Fonte: Ministério da Educação
Educação
Brasil fortalece cooperação educacional com a França
O Ministério da Educação (MEC) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) participaram, nos dias 22 e 23 de junho, em Manaus (AM), de reuniões do Centro Franco Brasileiro de Biodiversidade Amazônica (CFBBA), realizadas no Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa). A iniciativa reúne instituições do Brasil e da França para a promoção da cooperação em ciência, tecnologia, inovação e desenvolvimento sustentável na região amazônica.
Entre as atividades realizadas pelo CFBBA, destacou-se a chamada para apoio de projetos de pesquisa, resultado de uma parceria entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a CAPES e o Institut de Recherche pour le Développement (IRD), da França.
Serão apoiados projetos conjuntos de pesquisa entre equipes brasileiras e francesas que envolvam conservação, documentação, contribuições dos povos indígenas e comunidades locais, cobertura florestal, observação da terra, mudanças ambientais, sustentabilidade, bioeconomia e sistemas de alimentação saudável, com financiamento total de até R$ 1,4 milhão em bolsas da Capes/MEC; R$ 1,4 milhão, via CNPq, para itens de custeio; e até 400 mil euros do IRD.
O encontro, que incluiu o Comitê Científico e o Conselho Binacional do Centro, reuniu representantes de ministérios, de agências de fomento e da comunidade científica para avaliar as atividades realizadas pelo CFBBA no último ano e planejar as ações prioritárias para o próximo período.
Integram o Conselho os ministérios da Educação, da Ciência e Tecnologia, e das Relações Exteriores. Fazem parte também a Capes, o CNPq e o Governo do Estado do Amapá. Durante as reuniões, os membros dos dois países trataram ainda de ações de governança e estratégias de comunicação conjunta.
Ao final dos trabalhos, os participantes apresentaram uma agenda conjunta de prioridades para os próximos anos, reforçando o compromisso para a ampliação das pesquisas colaborativas, para o compartilhamento de infraestrutura científica e para a formação de novas gerações de pesquisadores comprometidos com o futuro da Amazônia.
Parceria histórica – Brasil e França possuem um longo histórico de cooperação educacional, uma vez que o país europeu é um dos principais destinos de alunos brasileiros que buscam estudar no exterior. Além disso, as universidades brasileiras e francesas dispõe de uma ampla cooperação universitária e centenas de acordos conjuntos. O aumento da mobilidade estudantil entre os dois países faz parte do Novo Plano de Ação da Parceria Estratégica Brasil-França, assinado pelos presidentes da República de ambas as nações em 2024.
No contexto amazônico, a cooperação entre os dois países fortalece a produção científica e a formulação de políticas públicas voltadas à preservação ambiental, à inovação tecnológica e ao desenvolvimento sustentável da região. A parceria ganha ainda mais relevância devido à fronteira terrestre de mais de 700 quilômetros entre a Guiana Francesa, departamento ultramarino da França, e o estado do Amapá, o que amplia as oportunidades de intercâmbio acadêmico, pesquisas conjuntas e desenvolvimento de soluções para desafios comuns.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da AI
Fonte: Ministério da Educação
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