Paraná
98% dos moradores acreditam que Ponte da Vitória vai aumentar turismo no Litoral
Uma pesquisa do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) divulgada quinta-feira (18) mostra que 98% dos paranaenses afirmam que a Ponte da Vitória, a nova Ponte de Guaratuba, vai aumentar o turismo no Litoral. Ela é uma das obras de modernização projetadas pelo Governo do Estado, assim como as revitalizações das orlas de Guaratuba, Matinhos e Pontal do Paraná, e melhorias nos acessos com duplicações de rodovias.
Outra consequência imediata da obra inaugurada há pouco mais de um mês é que 79% já perceberam valorização imobiliária, 76% já visualizam atração de novos investimentos nas duas cidades e 91% acreditam que a obra vai gerar novos empregos.
Os números da Ponte da Vitória também são positivos sob outros aspectos: 93% dos paranaenses se sentem mais seguros com os deslocamentos entre as duas cidades, 83% afirmam que a ponte facilitou muito o acesso ao lazer e cultura e 82% afirmam que ela facilitou as compras no comércio. De acordo com a pesquisa, 85% das pessoas perceberam aumento no fluxo de pessoas e veículos nas duas cidades, mesmo diante da baixa temporada.
Outro indicador da pesquisa é que 81% dos paranaenses afirmam que economizam mais de 30 minutos nos deslocamentos com a ponte, em detrimento ao antigo transporte da balsa, e 14% apontam economia de 21 a 30 minutos. Ainda segundo a sondagem, 97% concordam com a afirmação que o tempo de deslocamento entre as cidades “diminuiu muito”.
No tópico de contribuições da obra, o ponto mais levantado na pesquisa foi valorização imobiliária, seguido de atração de investimentos e aumento de vendas. No contexto geral, 83% avaliam a estrutura como muito importante para o Litoral e o Paraná como um todo, com uma nota média atribuída de 9,6.
A pesquisa do Ipardes entrevistou 418 pessoas residentes de Matinhos e Guaratuba, com margem de erro de 4,8 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Mais de 70% afirmam que usam a ponte com alguma frequência. Os motivos ainda são variados: 58% para lazer, 25% para trabalho, 7% para visitas a familiares, 5% para atendimentos de saúde e 4% para compras em outra cidade.
NOVA PONTE – Com 1.244 metros de extensão e 22,60 metros de largura, a Ponte de Guaratuba foi projetada para facilitar o tráfego local. Outro fator é que 7.375 bicicletas passaram na estrutura nos 30 primeiros dias de operação da ponte, reforçando a facilidade de conexão entre as cidades.
Fonte: Governo PR
Paraná
Jornal Cândido de junho traz edição especial sobre a produção literária indígena
O jornal Cândido nº 171, do mês de junho, editado pela Biblioteca Pública do Paraná, destaca a literatura indígena contemporânea, em reportagem assinada por Isa Honório, que conversou com autores e autoras de diversos locais do Brasil para mapear a produção literária dos povos originários. Historicamente invisibilizados, porém com grande fluxo em projetos literários, os escritores reforçam sua importância para fortalecer e visibilizar as diversas línguas e a cultura oral e escrita destes povos. Na retranca, o jornal indica livros para que os leitores se aprofundem no tema.
A entrevista é com o quadrinista André Dahmer, que esteve em maio na estreia do projeto Biblioteca ConVida, promovido pela Biblioteca Pública do Paraná (BPP), e fala ao repórter Felipe Azambuja algumas das suas impressões sobre a literatura e outras questões ligadas ao seu ofício como escritor e quadrinista.
O jornal traz conteúdos extras e inéditos: Fausto Fawcett escreve em sua coluna Crônicas Vertigens sobre o “Xamã de Instagram”; uma pensata de Luiz Felipe Leprevost celebra os 70 anos da obra “Grande Sertão: Veredas”, de João Guimarães Rosa. O prefácio do novo livro de bell hooks “Questões de classe: o lugar que ocupamos”, publicado em primeira mão, por Cida Bento, uma coedição da editora Elefante com a Oficina Palimpsestus.
Na seção literatura, uma resenha do livro de Eric Rodrigues “Comadre São – memória familiar e oralidade”, pelo professor e jornalista José Carlos Fernandes; uma crônica de Cristina Bresser, e a poesia de Emily Bandeira, que acaba de lançar “Quase dá para chamar de dança”, pela editora Andrômeda. Para fechar a edição, o ensaio de Amanda Renaly traz registros analógicos em “A primeira do filme”. A capa é do artista visual Auíri Tiago.
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Em cumprimento à legislação eleitoral vigente, as atividades Cândido serão temporariamente suspensas durante o período eleitoral de 2026. Esta é a última edição do jornal até o fim das eleições, com retorno previsto em novembro deste ano.
Serviço:
Jornal Cândido nº 171/Junho 2026
Fonte: Governo PR
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