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Copel alerta para golpes por telefone e reforça canais oficiais de atendimento

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Clientes da Copel em diversos municípios do Paraná têm relatado à empresa estarem recebendo ligações com cobranças de débitos falsos, exigência de troca de medidores e ameaça de suspensão do fornecimento. Os golpistas normalmente fornecem um número de telefone e orientam a pessoa a ligar para, então, obterem mais informações. Nesta segunda ligação, originada do telefone do próprio consumidor, é informado o falso valor para pagamento.

As denúncias mais recentes são de moradores de Londrina, Marialva, Maringá, Sarandi e São José dos Pinhais.

A Copel lembra que os consumidores podem acompanhar seu histórico de pagamentos e eventuais débitos reais em aberto pela conta de luz e por meio dos canais de atendimento da empresa, incluindo site e aplicativo para celulares.

“Ao receber um contato que gere qualquer desconfiança, orientamos os nossos clientes a conferir as informações em sua própria conta de luz, ou por um dos canais oficiais de atendimento da empresa. Práticas maliciosas como esta que vem ocorrendo devem ser denunciadas, em contato com a Copel ou mesmo diretamente à polícia”, orienta o superintendente comercial da Companhia, Breno Castro.

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CANAIS OFICIAIS – O atendimento a clientes é feito pelo telefone 0800 51 00 116, ou pelo WhatsApp, pelo número (41) 3013-8973. Também é possível acompanhar informações sobre a conta e solicitar serviços pelo site www.copel.com, ou pelo aplicativo gratuito para celulares Android e iOS.

Quem tem débitos em aberto recebe avisos na conta de luz, e pode receber cobranças feitas pela empresa Exponencial Consultoria, contratada pela Copel, pelos contatos: 0800 042 0472, WhatsApp (41) 99748-0855 e e-mail: [email protected].

Fonte: Governo PR

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Projeto de lei prevê viabilizar operação de R$ 1,5 bilhão no BRDE para infraestrutura resiliente no Sul

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior encaminhou nesta segunda-feira (4) à Assembleia Legislativa (Alep) um projeto de lei para viabilizar uma operação de crédito internacional do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). A proposta autoriza o Estado a oferecer contragarantia à União em um financiamento de até € 257,12 milhões junto ao Asian Infrastructure Investment Bank (AIIB), valor que corresponde a cerca de R$ 1,5 bilhão atualmente.

Os recursos serão destinados a projetos de infraestrutura resiliente e sustentável na Região Sul, com foco em adaptação climática, modernização da infraestrutura econômica e urbana, manutenção de empregos e apoio ao desenvolvimento local. A operação busca ampliar a capacidade de municípios, empresas e cadeias produtivas de prevenir, resistir e se recuperar de eventos climáticos extremos, como enchentes, enxurradas, vendavais, estiagens e outros desastres naturais.

Na prática, o projeto prevê autorização para que o Estado ofereça uma garantia à União. Essa garantia é uma etapa necessária para que o governo federal possa, por sua vez, garantir a operação externa do BRDE com o banco multilateral. Trata-se de uma estrutura usual em financiamentos internacionais: o AIIB empresta ao BRDE, a União garante a operação e o Estado oferece contragarantia à União.

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Para o diretor-presidente do BRDE, Renê Garcia Junior, a operação reforça o papel do banco como ponte entre recursos internacionais de longo prazo e as necessidades concretas da economia regional. “A adaptação climática deixou de ser uma agenda distante. Ela passou a fazer parte da segurança das cidades, da continuidade dos negócios e da competitividade das cadeias produtivas. Ao estruturar uma operação dessa escala, o BRDE amplia a capacidade do Sul de investir em infraestrutura resiliente e conectada aos desafios do nosso tempo”, afirma.

O financiamento permitirá ao BRDE ampliar a oferta de recursos de longo prazo para projetos ligados à reconstrução, prevenção e adaptação climática. Os recursos poderão apoiar municípios direta ou indiretamente, inclusive por meio de parcerias público-privadas e concessões, além de empresas e outros agentes econômicos.

O diretor-administrativo do BRDE, Heraldo Neves, explica que a operação junto ao AIIB insere-se também na estratégia de diversificação das fontes de recursos do banco. Até 2019, cerca de 97% da captação do BRDE era advinda do BNDES. Desde então, a instituição ampliou sua rede de fundings, o que acaba por aumentar a segurança operacional, salienta o diretor.

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“O BNDES continua sendo parceiro histórico e essencial, mas hoje o BRDE conta com mais de uma dúzia de alternativas de captação, tanto em instituições nacionais como internacionais, algumas das quais voltadas a objetivos específicos, como inovação e sustentabilidade. Isso também significa mais solidez e qualidade operacionais”, diz. 

A mensagem enviada à Alep destaca que a operação busca responder aos impactos de desastres naturais, cuja frequência e intensidade têm aumentado nos últimos anos, além de fortalecer a capacidade das cidades de manter serviços públicos essenciais e proteger a população diante de eventos extremos.

Se aprovada pelo Poder Legislativo, a autorização permitirá avançar nos trâmites junto à União, à Secretaria do Tesouro Nacional e ao AIIB, viabilizando uma nova fonte de financiamento para obras e investimentos.

Fonte: Governo PR

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