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Ministério do Turismo vai a Natal orientar empreendedores sobre fundo que disponibiliza, em 2026, R$ 1 bilhão para o setor

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O Ministério do Turismo realiza nesta quarta-feira (17), em Natal (RN), mais uma edição do programa Do Lado do Turismo Brasileiro; ação que vai orientar microempreendedores e empresários turísticos sobre como acessar recursos do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), que disponibiliza, só em 2026, mais de R$ 1 bilhão para financiamentos com condições facilitadas.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, estará na capital do Rio Grande do Norte participando da iniciativa, que já passou por Salvador (BA), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Macapá (AP) e Oiapoque (AP).

A iniciativa acontecerá das 13h30 às 17h, no Hotel-Escola Senac Barreira Roxa, na avenida Senador Dinarte Medeiros Mariz, 4020 – Via Costeira.

Para Gustavo Feliciano, ampliar o acesso ao crédito é uma das formas mais eficazes de fortalecer o turismo e apoiar quem empreende no setor. “O turismo é um dos setores mais potentes da economia do nosso país. Ele gera emprego na ponta, bota comida na mesa dos brasileiros que trabalham no setor e transforma realidades. Para que o turismo continue crescendo e se modernizando, o empreendedor precisa de apoio real. Precisamos dar condições para que o dono da pousada, o operador de passeios, o guia, o vendedor ambulante, o dono do restaurante, o comércio local ligado ao setor consigam investir, ampliar e melhorar seus negócios”, afirmou.

O Fungetur oferece financiamento em condições diferenciadas para capital de giro, obras, aquisição de equipamentos, modernização e ampliação de negócios. O objetivo é fortalecer empresas, gerar emprego e renda e impulsionar o desenvolvimento econômico em todas as regiões do Brasil.

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Durante o evento, empresários e microempreendedores poderão receber orientações sobre as linhas de financiamento do Fungetur e tirar dúvidas diretamente com representantes das instituições financeiras credenciadas pelo Ministério do Turismo. Também será possível realizar simulações de crédito no local. 

Microempreendedores

O Ministério vai prestar informações também sobre uma linha de crédito especial, que atende microempreendedores individuais de baixa renda. Os bancos estão se preparando para atender esse público.

O programa, anunciado durante o Salão do Turismo, em Fortaleza (CE) no mês de maio, beneficia guias de turismo, motoristas, vendedores ambulantes de comida e bebida, artesãos, entre outros, que atuam no setor. A iniciativa tem como público-alvo MEIs inscritos no CadÚnico – principal ferramenta do Governo do Brasil para identificar famílias em situação de vulnerabilidade.

A oferta de crédito orientado permite transformar iniciativas de subsistência em negócios, ampliando a autonomia econômica das famílias, reduzindo a dependência de transferências assistenciais e promovendo inclusão produtiva. Cada MEI poderá obter até R$ 21 mil (valor máximo por operação).

A linha de crédito terá proteção integral do Fundo de Garantia de Operações (FGO), por meio do Programa Acredita no Primeiro Passo, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, criado para ajudar famílias de baixa renda registradas no CadÚnico a melhorarem de vida por meio do trabalho e do empreendedorismo.

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Fungetur

No Brasil, entre 2023 e 2026, foram contratados 6.129 financiamentos por meio do Fungetur, somando R$ 2,73 bilhões. Apenas até junho de 2026, já foram realizadas 889 operações, totalizando R$ 327,4 milhões em crédito concedido.

As linhas permitem financiamentos de até R$ 15 milhões, com juros reduzidos – de até 5% ao ano, acrescidos do INPC –, além de prazos longos e carência, que podem chegar a cinco anos, dependendo da modalidade. 

A ação também vai reforçar a importância da regularização dos empreendedores no Cadastur, sistema do Ministério do Turismo que reúne pessoas físicas e jurídicas que atuam no setor, garantindo acesso a programas, incentivos e políticas públicas da pasta, como o Fungetur. 

Atualmente, o Cadastur conta com 194.843 prestadores de serviços turísticos ativos em todo o Brasil. O maior número de cadastros é de agências de turismo, com 56.612 empresas, seguido de guias turísticos (44.711 cadastros), e restaurantes, bares e similares, com 24.814.

Serviço

  • Evento: “Do Lado do Turismo Brasileiro”
  • Data: quarta-feira, 17 de junho de 2026
  • 13h30 às 17h: Atendimentos dos bancos e orientações sobre o Fungetur
  • 16h30: Cerimônia do programa “Do Lado do Turismo Brasileiro”
  • Link para as inscrições: Clique aqui.
  • Local: Hotel-Escola Senac Barreira Roxa – Av. Senador Dinarte Medeiros Mariz, 4020 – Via Costeira, Natal (RN).

Por Isadora Lionço
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Financiamento de R$ 150 milhões vai fortalecer a produção de hidrogênio no Brasil

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Um edital de R$ 150 milhões vai impulsionar o desenvolvimento de um eletrolisador de porte industrial no Brasil. A máquina usa eletricidade para converter água em hidrogênio de baixa emissão de carbono. Esse elemento químico é fundamental no processo de descarbonização da produção, mas há poucas empresas no País que fabricam o equipamento capaz de produzi-lo. O investimento também vai viabilizar a fabricação nacional do Stack, peça essencial para o motor funcionar. Dar condições para mais empresas se envolverem nesse processo vai tornar indústrias siderúrgicas, químicas e de refino, por exemplo, mais sustentáveis e menos poluentes.

Lançado nesta terça-feira (16) pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em parceria com a Petrobras, o edital contará com R$ 150 milhões em recursos não reembolsáveis. Desse montante, R$ 75 milhões serão do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa pública vinculada ao MCTI; e R$ 75 milhões da Petrobras, via verba de Pesquisa e Desenvolvimento e Inovação da Petrobras. As empresas beneficiadas participarão com recursos de contrapartida das empresas beneficiárias.

A assinatura do termo de cooperação e o lançamento do edital, nesta terça-feira (16), na sede da Petrobras, contou com a presença da ministra do MCTI, Luciana Santos, e da presidente da Petrobras, Magda Chambriard.

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“Com esta iniciativa, reforçamos o compromisso do Governo do Brasil com o desenvolvimento de tecnologias estratégicas para a reindustrialização, a sustentabilidade e a soberania nacional. Trabalhamos de forma conjunta para fortalecer uma cadeia tecnológica importante, apoiando nossa indústria, barateando custos e preparando o País para os próximos desafios”, destacou a ministra.

Um dos objetivos do edital, além de baixar os custos, é que o equipamento também tenha tecnologia inovadora em relação aos eletrolisadores produzidos fora do País. O edital prevê a exigência mínima de 50% de conteúdo nacional e há, inclusive, a possibilidade de desenvolvimento a partir de tecnologias já conhecidas, desde que haja avanço tecnológico mensurável.

“O custo de produzir hidrogênio por eletrólise ainda é alto e, por isso, reduzir esse ônus é um dos nossos objetivos centrais. O Brasil está bem posicionado para liderar essa agenda, e a Petrobras está avançando e comprometida com a transição energética justa”, afirmou Magda.

O presidente da Finep, Luis Antonio Elias, disse que o Brasil tem condições de liderar a transição energética global. “Porém, nosso objetivo vai além da produção de energia limpa: queremos desenvolver as tecnologias que viabilizarão essa transformação. Este edital reúne, de forma inédita, os principais instrumentos de apoio à inovação em energia para impulsionar um projeto capaz de posicionar o Brasil na cadeia de hidrogênio.

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Edital de R$ 150 milhões

O edital apoiará um projeto estruturante, que envolva uma rede de parceiros, contemplando pelo menos três empresas que participem do desenvolvimento tecnológico, e pelo menos uma instituição de ciência e tecnologia (ICT).

“Queremos reduzir a dependência tecnológica externa e, assim, o custo do hidrogênio, a principal barreira para a sua adoção em larga escala. O desenvolvimento deve cobrir desde a engenharia básica até um protótipo pré-comercial, explicou a diretora de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, Renata Baruzzi.

A Petrobras prevê, no plano de negócios 2026-2030, a destinação de US$ 4 bilhões para pesquisa, desenvolvimento e inovação. A Finep, por sua vez, ampliou significativamente a atuação no fomento a tecnologias verdes, destinando mais de R$ 12,5 bilhões ao financiamento de projetos e iniciativas voltados à transição sustentável no período de 2023 a 2025.

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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