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Bahia, Pernambuco e Alagoas seguem no topo do ranking das operadoras de turismo

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Bahia, Pernambuco e Alagoas mantiveram a liderança entre os destinos mais comercializados pelas empresas credenciadas à Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa). Os dados constam no Anuário 2026 da entidade, divulgado em maio.

Tanto em 2024 como em 2025, a Bahia ficou na 1ª colocação entre os estados mais procurados. Pernambuco permaneceu, em ambos os anos, na 2ª posição, e Alagoas, em 3° lugar.

Em 2025, o Rio de Janeiro perdeu a 4ª posição para São Paulo, que, no levantamento de 2024, estava em 5°.

Rio Grande do Sul, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraná mantiveram, em 2025, as mesmas posições no ranking do ano anterior: 6º, 7º, 8º e 9º lugares, respectivamente. Já Minas Gerais passou a ocupar a 10ª posição, assumindo o lugar antes ocupado pelo Amazonas.

Em relação aos municípios, Maceió subiu duas posições e assumiu a liderança entre os destinos mais comercializados pelas operadoras de turismo. Em 2024, a capital de Alagoas era a terceira cidade mais comercializada, ficando atrás do Rio de Janeiro (RJ) e de Porto de Galinhas (PE). Em 2025, assumiu a primeira colocação, seguida por Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). 

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Turismo nacional em alta

O Anuário Braztoa 2026 reflete o bom momento vivido pelo turismo brasileiro. As operadoras associadas registraram R$ 23,9 bilhões em faturamento, o maior valor da história e um aumento de 5% em relação a 2024. 

Os destinos brasileiros seguiram no centro das escolhas dos viajantes em 2025, evidenciando a força do turismo nacional e a diversidade de experiências oferecidas pelo país. Do litoral nordestino aos grandes centros urbanos, passando por destinos de natureza, cultura, entretenimento e bem-estar, o Brasil manteve protagonismo nas vendas das operadoras associadas à entidade, concentrando 78% do faturamento do setor (R$ 18,66 bilhões) e mais de 7,1 milhões de embarques (73% do volume total).

O levantamento evidencia ainda a força do Nordeste no turismo nacional. A região concentrou 39% do faturamento e 35% dos embarques domésticos realizados pelas operadoras em 2025, mantendo-se como principal destino dos viajantes brasileiros.

Ranking

Confira os estados mais comercializados pelas operadoras em 2025:

1. Bahia 

2. Pernambuco 

3. Alagoas 

4. São Paulo 

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5. Rio de Janeiro 

6. Rio Grande do Sul 

7. Ceará 

8. Rio Grande do Norte 

9. Paraná 

10. Minas Gerais 

Confira os estados mais comercializados pelas operadoras em 2024:

1. Bahia

2. Pernambuco

3. Alagoas

4. Rio de Janeiro

5. São Paulo

6. Rio Grande do Sul

7. Ceará

8. Rio Grande do Norte

9. Paraná

10. Amazonas

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

 

Fonte: Ministério do Turismo

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MTE apresenta resultados das medidas de liberação extraordinária de recursos do FGTS

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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) apresentou nesta terça-feira (16) os resultados das Medidas Provisórias (MPs) que liberaram saldos extraordinários do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), durante reunião do Conselho Curador do FGTS. Foram apresentados os balanços da MP/FGTS Saúde, da MP do Saque Retido do FGTS e da MP do FGTS Desenrola 2.0.

A reunião, presidida pelo ministro Luiz Marinho, apontou que, no governo Lula, foram utilizados R$ 34,7 bilhões do FGTS em saques extraordinários; nos governos anteriores, o montante foi de R$ 168,9 bilhões.

Até o momento, foram concretizadas 17.085 operações de crédito dentro do programa Desenrola, totalizando R$ 10,3 milhões já reservados para o pagamento das instituições financeiras. Os repasses serão efetuados pela Caixa Econômica Federal no próximo dia 25 de junho. O valor médio das operações foi de R$ 604,73 por trabalhador.

Entre as instituições financeiras participantes, o Nubank concentra o maior volume de operações, com 14.657 contratos, correspondentes a aproximadamente R$ 8,2 milhões dos recursos reservados para a liquidação das dívidas. Os dados apresentados ao Conselho Curador do FGTS também mostram maior participação das mulheres na utilização da modalidade: 55% dos contratos foram firmados por trabalhadoras, enquanto os homens representam 45% das operações realizadas.

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Em relação à distribuição regional, o Sudeste concentra a maior parcela das operações, com 50% do total, seguido pelo Nordeste (18%), Sul (17%), Centro-Oeste (9%) e Norte (6%).

No âmbito da utilização dos recursos do FGTS para o setor de saúde, foram contratados, no prazo da MP, R$ 3,4 bilhões destinados a hospitais localizados em 73 municípios brasileiros. Desse total, 82% dos recursos foram aplicados na modalidade de reestruturação de dívidas, contribuindo para o fortalecimento financeiro das instituições de saúde e a manutenção dos serviços prestados à população.

A distribuição regional dos recursos mostra maior concentração nas regiões Sudeste e Sul. O Sudeste lidera com R$ 1,5 bilhão em contratações, enquanto o Sul responde por R$ 1,1 bilhão, reunindo, juntos, a maior parte dos investimentos já realizados por meio da linha de crédito do FGTS voltada ao setor hospitalar.

A iniciativa integra as medidas aprovadas pelo Conselho Curador do FGTS para ampliar o apoio a hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos, contribuindo para a sustentabilidade financeira das instituições e para o fortalecimento da rede de atendimento à saúde no país.

O Ministério do Trabalho e Emprego também apresentou um balanço da liberação dos recursos do FGTS para trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário e tiveram o contrato de trabalho extinto ou suspenso entre 1º de janeiro de 2020 e 23 de dezembro de 2025, desde que possuíssem saldo bloqueado na conta vinculada ao vínculo empregatício encerrado ou suspenso.

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A medida possibilitou a liberação de R$ 16,7 bilhões em saldos anteriormente bloqueados, beneficiando 14,6 milhões de trabalhadores em todo o país. A distribuição regional dos recursos demonstra que o Sudeste concentrou a maior parcela dos pagamentos, com 48% do total liberado. Em seguida aparecem as regiões Sul e Nordeste, ambas com 18%, seguidas pelo Centro-Oeste (9%) e Norte (7%).

Do montante efetivamente pago, que alcançou R$ 14,9 bilhões, 34,3% corresponderam a pagamentos superiores a R$ 10 mil, enquanto 33,7% referem-se a valores entre R$ 500 e R$ 3 mil.

Os dados apresentados ao Conselho Curador indicam ainda que a maior parte dos trabalhadores contemplados pertence às faixas de renda entre dois e quatro salários mínimos, evidenciando o alcance social da medida e seu impacto direto sobre trabalhadores de renda média e baixa que tiveram acesso aos recursos retidos em suas contas do FGTS.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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