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Educação

MEC lança episódio sobre café do Alto Noroeste Fluminense

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O Ministério da Educação (MEC) disponibilizou, nesta quarta-feira, 10 de junho, o episódio 4 da série “Indicações Geográficas nos Institutos Federais”, com o tema “Café do Alto Noroeste Fluminense”. A produção da série está sendo realizada em parceria com o Instituto Federal Baiano (IF Baiano). O filme está disponível no canal do MEC no YouTube e no Canal Educação. 

O novo episódio aborda a experiência dos Cafés Especiais do Alto Noroeste Fluminense, com destaque para a atuação do Campus Bom Jesus do Itabapoana do Instituto Federal Fluminense (IFF). A narrativa acompanha um território em que a produção de café se confunde com a história das famílias, do trabalho no campo e da busca pelo reconhecimento da origem. 

Identidade – O material audiovisual apresenta a região, na divisa com Minas Gerais e Espírito Santo, e mostra como vales, montanhas, tradição e memória ajudam a construir a identidade desse café. Entre o preparo da bebida, os grãos em secagem e a chegada aos cafezais, o episódio aproxima o cotidiano da produção da valorização do território e da notoriedade conquistada pelo produto. 

Ao longo do episódio, a série mostra como a Indicação Geográfica se relaciona com a diferenciação desse café no mercado e com o reconhecimento de uma produção ligada ao território. A narrativa também evidencia a contribuição do Instituto Federal Fluminense (IFFluminense) nesse processo, articulando pesquisa, formação e conhecimento técnico em diálogo com a realidade da região. 

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Fomento – O episódio integra o Programa de Apoio e Promoção da Indicação Geográfica, iniciativa do MEC de fomento, apoio e promoção ao desenvolvimento das Indicações Geográficas na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, da qual os institutos federais fazem parte. 

Audiovisual – A série é composta por cinco episódios que retratam como projetos desenvolvidos pelos institutos federais têm ajudado a transformar territórios, fortalecer identidades locais e gerar desenvolvimento socioeconômico em diversas regiões do país. 

O primeiro episódio destacou o trabalho do Campus Hidrolândia do Instituto Federal Goiano (IF Goiano) na estruturação da Indicação Geográfica do Polvilho do Cará, em Bela Vista de Goiás. O segundo episódio retratou a atuação do Campus Urupema do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) no fortalecimento da Denominação de Origem (DO) da maçã fuji, cultivada na serra catarinense. O terceiro episódio apresentou o vinho do Vale do São Francisco, ressaltando o trabalho do Campus Petrolina Zona Rural (IF Sertão Pernambucano). A primeira temporada retratará ainda as louças do Maruanum (AP). 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec)   

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Fonte: Ministério da Educação

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Educação

MEC participa da 16ª Festa Literária das Periferias no Rio

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Ana Maria Gonçalves, Conceição Evaristo, Cidinha da Silva, Eliana Alves Cruz, Elisa Lucinda, Nei Lopes e Estêvão Ribeiro estão entre os autores que participam da 16ª edição da Festa Literária das Periferias (Flup), realizada de 23 a 27 de setembro no Rio de Janeiro. O evento ocorre no Teatro Municipal Carlos Gomes, na Sala Guarani e na Praça Tiradentes, com programação que reúne autores, pensadores, estudantes e professores e aborda temas relacionados à literatura negra, periférica e às matrizes ancestrais. 

Com o tema “As Filhas das Filhas das Filhas”, a edição homenageia a escritora Ana Maria Gonçalves, primeira mulher negra eleita para a Academia Brasileira de Letras (ABL). A programação conta também com a participação da pensadora norte-americana Kimberlé Crenshaw, além de intelectuais como Djamila Ribeiro, Cida Bento, Carla Akotirene, Jeferson Tenório, Sidnei Nogueira e Bianca Santana. A Flup inclui ainda atividades voltadas à produção audiovisual, entre elas trabalhos desenvolvidos pelo Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas.  

O Ministério da Educação (MEC) participa da Flup por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi). Durante a programação, serão disponibilizados dois totens interativos para acesso ao MEC Livros, biblioteca digital de acesso público e gratuito. A programação completa da 16ª Flup pode ser consultada no site oficial do evento. 

A secretária da Secadi, Zara Figueiredo, pontuou que a literatura constitui um direito humano fundamental por sua capacidade de proporcionar o exercício da alteridade e a compreensão de dilemas existenciais. Também ressaltou que a literatura produzida por autores negros e periféricos expressa a diversidade cultural do país e aborda temáticas centrais da sociedade brasileira. Ela destacou ainda a relevância da presença do ministério no festival e enfatizou que a disponibilidade dessas obras na plataforma MEC Livros fortalece a representatividade, a autoestima e a aprendizagem dos estudantes na rede pública. 

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Literatura negra e acervo digital – A programação do festival também se relaciona ao acervo do MEC Livros, biblioteca digital e gratuita que reúne obras de diversos autores presentes na 16ª Flup. Entre os títulos disponíveis está o romance histórico Um Defeito de Cor, de Ana Maria Gonçalves, que inspira o tema desta edição do festival. Também integra a plataforma o título Canção para Ninar Menino Grande, de Conceição Evaristo, atualmente o quinto livro mais emprestado do acervo, além de outras obras da autora, como Becos da Memória, Ponciá Vicêncio, Literatura Negra: uma poética de nossa afro-brasilidade e Olhos d’água

O catálogo contempla também títulos como Um Exu em Nova York, Sobre-viventes! e Exuzilhar, de Cidinha da Silva; Nada Digo de Ti, que em Ti Não Veja, de Eliana Alves Cruz; Afro-Brasil Reluzentes, de Nei Lopes; e produções voltadas à infância e juventude, como Rê Tinta e a Revolução Escolar, de Elisa Lucinda, e Rê Tinta e o Pé de Jamelão, de Estêvão Ribeiro. 

O MEC Livros reúne autores de diferentes gerações, com obras de escritores como Maria Firmina dos Reis, Machado de Assis, Lima Barreto e Carolina Maria de Jesus, além de autores contemporâneos brasileiros e estrangeiros, entre eles Itamar Vieira Junior, Lilia Guerra, Eliane Marques, Tom Farias, Paulina Chiziane, Buchi Emecheta, Oyinkan Braithwaite, Akwaeke Emezi e Randall Kenan.  

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Sobre a plataforma – O MEC Livros é uma biblioteca digital de acesso público e gratuito, com mais de 25 mil títulos em formato digital, entre obras licenciadas e em domínio público. A plataforma integra ações relacionadas à ampliação do acesso à leitura e ao Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), em parceria com a Fundação Biblioteca Nacional, a Academia Brasileira de Letras, o Instituto Mojo de Comunicação Intercultural e a Companhia Editora de Pernambuco. 

O acesso pode ser feito via navegador ou aplicativo para dispositivos móveis, mediante login com a conta Gov.br. A plataforma permite o empréstimo gratuito de obras licenciadas, além da leitura ilimitada de títulos em domínio público. Para consultar o acervo e obter mais informações, acesse o portal do MEC Livros

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi e da Secretaria de Educação Básica (SEB)

Fonte: Ministério da Educação

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