Brasil
Ministério do Turismo participa de anúncio de voo diário entre Brasília e Campina Grande
O Ministério do Turismo (MTur) participou, nesta segunda-feira (25), da cerimônia que marcou o lançamento do novo voo diário da LATAM entre Brasília (DF) e Campina Grande (PB). O Ministério foi representado por Gustavo Pires, chefe de gabinete do ministro Gustavo Feliciano, que cumpre agenda oficial na China.
Na cerimônia, Pires afirmou que o novo voo simboliza um marco histórico do desenvolvimento de Campina Grande e do Estado da Paraíba.
A cerimônia inaugural contou com corte de fita no Aeroporto de Campina Grande e reuniu representantes da LATAM, autoridades locais e parceiros do setor aeroportuário.
“Este novo voo diário direto é muito mais do que apenas uma rota aérea adicional: é um elo que une um dos maiores polos econômicos do interior nordestino à capital federal. A partir de Brasília, Campina Grande agora se conecta aos principais destinos do Brasil e do mundo”, afirmou Gustavo Pires.
A aeronave que será usada na rota é da família Airbus A320, com capacidade para até 180 pessoas.
O governador da Paraíba, Lucas Ribeiro, declarou que a oferta do novo voo amplia a competitividade do Estado. “Essa nova conexão entre Campina Grande e Brasília amplia nossa competitividade, fortalece o turismo de negócios e aproxima ainda mais a Paraíba dos grandes centros do país”, destacou o governador.
O voo decola da capital federal às 8h40 e pousa em Campina Grande às 10h55, retornando às 11h45, com chegada prevista em Brasília às 14h10.
Impulso ao turismo
A inauguração do voo ocorre em um momento positivo para a aviação brasileira: nos primeiros quatro meses de 2026, mais de 33 milhões de passageiros viajaram pelo Brasil, um aumento de 6,5% em relação a 2025.
Foi a primeira vez, desde o início da série histórica da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), em 2000, que o país atingiu a marca de 33 milhões de passageiros em um quadrimestre.
O chefe de gabinete acrescentou que a nova rota entre Brasília e Campina Grande “inaugura um novo capítulo na atração de investimentos à região, com o fortalecimento do turismo de negócios”.
Gustavo Pires também lembrou da inauguração, em 2025, da primeira etapa do Centro de Convenções de Campina Grande, na qual o MTur investiu quase R$ 50 milhões.
“Todo esse esforço se traduz em progresso, em outra missão primordial do governo Lula: gerar emprego, renda e inclusão social. E o turismo brasileiro tem contribuído decisivamente nesse sentido: em março, alcançamos um total de mais de 2 milhões e 400 mil trabalhadores no setor, uma alta superior a 3% em relação a igual período de 2025”, disse Pires.
Gustavo Pires ressaltou ainda que o novo voo da LATAM coincide com o fortalecimento do São João de Campina Grande, o maior do mundo.
“Há duas semanas, o ministro Gustavo Feliciano anunciou um repasse de R$ 2 milhões ao evento, integrando um total de mais de R$ 45 milhões destinados pela pasta para apoiar festejos juninos em outras 71 cidades paraibanas”, recordou.
“Sob a liderança do presidente Lula, trabalhamos para que Campina Grande e a Paraíba continuem encantando visitantes do Brasil e mundo afora. Vamos juntos converter todo o imenso potencial do Estado em prosperidade para todos, desde o pequeno artesão ao grande empresário, garantindo a devida e irrestrita justiça social”, finalizou Gustavo Pires.
Por João Pedrini, com informações da LATAM
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
Brasil
Regionalização do SUS é destaque no encerramento do Congresso do Conasems
A construção de redes regionalizadas de atenção à saúde e o fortalecimento da governança interfederativa estiveram no centro do encerramento do 39º Congresso Nacional do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), realizado nesta quarta-feira (15), em Porto Alegre (RS). O debate reforçou a necessidade de ampliar a cooperação entre União, estados e municípios para qualificar o atendimento à população e consolidar o Sistema Único de Saúde (SUS) diante dos desafios atuais e futuros da saúde pública.
Representando o Ministério da Saúde na mesa técnica “Regionalização: os modos de regionalizar e as responsabilidades interfederativas para a efetivação do cuidado em Rede no SUS”, o ministro da Saúde em exercício, Adriano Massuda, explicou que a regionalização deve ser compreendida como uma estratégia para alcançar os objetivos do SUS e orientar a organização das redes de atenção. Segundo ele, a governança regional precisa estar articulada ao modelo assistencial e às necessidades concretas da população, permitindo que o sistema responda com mais eficiência às transformações demográficas, epidemiológicas e tecnológicas.
“A regionalização não pode ser entendida como um fim. Ela tem que ser um meio, ancorada aos objetivos estratégicos que o estado brasileiro estabeleceu. A estrutura de governança do sistema precisa estar conectada ao modelo assistencial e à organização das ações de saúde pública”, concluiu.
O processo de regionalização passa pela cooperação entre os três níveis de governo. Os municípios consolidaram seu protagonismo na organização da atenção à saúde nos territórios, enquanto os estados têm papel estratégico na coordenação regional das redes assistenciais. Ao governo federal, cabe ampliar sua presença nos territórios, oferecendo apoio técnico, promovendo a articulação entre os gestores e contribuindo para a superação de desafios estruturais que ultrapassam os limites de atuação de cada ente federativo.
Como parte dessa estratégia, o Ministério da Saúde atua nos territórios, combinando financiamento, apoio técnico e ações estruturantes voltadas ao fortalecimento das redes de atenção. Como exemplos, estão programas como o Mais Médicos e o Agora Tem Especialistas, que incorporam apoio direto aos territórios para enfrentar desafios relacionados à disponibilidade de profissionais de saúde e à ampliação do acesso à atenção especializada.
Também foram apresentadas propostas técnicas de fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, transformação digital, integração das informações em saúde e de incorporação da inovação tecnológica, que devem estar articuladas ao planejamento regional integrado. A avaliação é de que esses elementos são fundamentais para qualificar a coordenação do cuidado, reduzir desigualdades entre os territórios e fortalecer a capacidade de resposta do SUS diante das mudanças demográficas, epidemiológicas e climáticas.
Além do ministro Adriano Massuda, a mesa de encerramento contou com a participação do presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Hisham Mohamad Hamida; do representante da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil, Cristian Morales Fuhrimann; e do secretário de Estado da Saúde de Santa Catarina, Diogo Demarchi Silva.
Brasil Saudável
No seminário dedicado ao Programa Brasil Saudável, ainda nesta quarta-feira, especialistas, técnicos e gestores públicos discutiram os avanços, desafios e perspectivas da iniciativa, que busca o enfrentamento das doenças determinadas socialmente por meio de ações integradas entre saúde e proteção social. O debate abordou estratégias voltadas à redução das iniquidades étnico-raciais, ao fortalecimento da participação social, à atuação intersetorial e à articulação entre União, estados e municípios para o planejamento de ações alinhadas às necessidades de cada território.
Durante a apresentação, a equipe técnica do Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde destacaram a importância da participação dos municípios na construção das estratégias. A proposta é que as ações sejam definidas a partir das prioridades identificadas em cada realidade local, favorecendo respostas mais adequadas aos desafios enfrentados pelos territórios.
Thamirys Santos
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
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