Paraná
68% das cidades do Paraná têm alto Índice de Progresso Social; Curitiba é a melhor capital
Curitiba é a capital com a melhor qualidade de vida do País e a melhor cidade do Paraná, de acordo com o Índice de Progresso Social (IPS) 2026, divulgado nesta quarta-feira (20). O ranking, que avalia o bem-estar da população a partir de diversos indicadores, mostra que 68% dos municípios paranaenses – o equivalente a 271 dos 399 – alcançaram nota elevada, enquanto 30,8% (123) tiveram desempenho intermediário. Apenas 1,2% (5) aparecem com notas mais baixas.
Além da liderança entre as capitais, Curitiba se destaca como a 5ª cidade do País em qualidade de vida, com nota 71,29. A partir de 60,78 o índice já é considerado alto. Dentre os 20 municípios brasileiros com os indicadores mais elevados estão ainda Cornélio Procópio, no Norte do Estado, que ocupa a 8ª posição (71,16), e Maringá, no Noroeste, com 70,87 e o 14º lugar. Nenhuma cidade paranaense aparece entre as pontuações mais baixas.
O IPS Brasil é o índice mais completo da realidade socioambiental de todos os 5.570 municípios do País e proporciona um panorama multidimensional e acessível sobre a performance de municípios e estados em atender às necessidades básicas de seus cidadãos.
Ele é composto por 57 indicadores sociais, ambientais e que medem resultados. Essas variáveis foram agregadas em um índice geral, com nota de 0 a 100, e índices para 3 dimensões: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-estar e Oportunidades.
No indicador de Necessidades Humanas Básicas, Floresta (89,21), Miraselva (88,36) e Munhoz de Melo (86,83) tiveram as maiores notas do Paraná. Já em Fundamentos do Bem-estar o top 3 é formado por Curitiba (78,51), Maringá (78,32) e Londrina (74,94). Por fim, em Oportunidades aparecem Cornélio Procópio (58,51), Quatro Barras (54,76) e Novo Itacolomi (54,68).
São avaliados 12 componentes: Nutrição e Cuidados Médicos Básicos, Água e Saneamento, Moradia, Segurança Pessoal, Acesso ao Conhecimento Básico, Acesso à Informação e Comunicação, Saúde e Bem-estar, Qualidade do Meio Ambiente, Direitos Individuais, Liberdades Individuais e de Escolha, Inclusão Social e Acesso à Educação Superior.
POR POPULAÇÃO – O IPS também apresenta recortes por faixa populacional. No caso de cidades muito pequenas, de até 5 mil habitantes, Quatro Pontes, no Oeste, aparece em 8º lugar no País, com 70,30. Cornélio Procópio, que tem a segunda melhor qualidade de vida do Paraná, também ostenta a terceira posição entre as cidades de 20 mil a 100 mil moradores.
Entre os municípios médios, de 100 mil a 500 mil habitantes, Maringá está na 3ª posição nacional, enquanto as cidades grandes, com população acima de 500 mil pessoas (exceto capitais), Londrina, na região Norte, ocupa o 10º lugar. A cidade é a segunda maior do Paraná, atrás apenas da capital Curitiba. Ambas são as únicas com população acima de 500 mil pessoas no Estado.
Junto a Curitiba, Cornélio Procópio e Maringá, completam o top 10 paranaense as cidades de Quatro Pontes, Quatro Barras (69,41), Toledo (68,93), São José dos Pinhais (68,23), Cafelândia (68,20), Ivatuba (68,12) e Pato Branco (68,09). Somadas, elas respondem a quase 3 milhões de habitantes e uma área de 4,9 mil quilômetros quadrados.
ESTADO – No recorte dos estados, o Paraná aparece na quarta colocação, consolidando-se com uma das melhores qualidades de vida do País. A nota, de 65,21, é superior à média nacional, de 63,40, e representa um crescimento de 1,38 ponto porcentual em relação ao resultado de 2025, quando foi 63,83. O Paraná também ficou muito próximo do terceiro colocado, Santa Catarina, que obteve índice de 65,58.
Confira os dados completos do Paraná .
Veja o ranking das capitais:
Fonte: Governo PR
Paraná
Vendas de motocicletas dobram no Paraná após isenção de IPVA, aponta associação
As vendas de motocicletas no varejo mais que dobraram em 2025 no Paraná, ano em que o Governo do Estado isentou o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) das motos com até 170 cilindradas. No ano passado, foram comercializadas 140.563 motocicletas de baixa cilindrada no Estado, 112,6% a mais do que as 66.110 vendidas em 2024.
E em 2026, o mercado continua em alta. As vendas registradas nos primeiros quatro meses do ano quase alcançam o total registrado em 2024, com a comercialização 58.726 motocicletas entre janeiro e abril.
O levantamento foi feito pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), com base nos dados do Renavam.
Os dados mostram a tendência de crescimento no comércio de motos desde que a isenção do IPVA entrou em vigor, em janeiro do ano passado. A variação nas vendas em 2024 é pequena, de 3.884 unidades em fevereiro para um pico de 8.709 vendas em agosto, com uma média mensal de 5.509 unidades comercializadas no ano anterior ao fim do tributo.
Em 2025, já com as novas regras, a média mensal chegou a 11.713 motocicletas no Paraná. Em janeiro, primeiro mês da isenção, foram 5.978 unidades comercializadas, número que saltou para 10.584 unidades já em março, com pico de 16.409 motos vendidas em outubro. E na comparação de janeiro deste ano com o mesmo mês de 2025, o número já praticamente dobrou, com 11.599 vendas no primeiro mês do ano. Até abril, média de vendas em 2026 é de 14.681 motocicletas.
“A isenção fortaleceu categorias como motoboys e entregadores, profissionais que movimentam a economia estadual. São trabalhadores essenciais que geram emprego e renda. E agora vemos como essa medida trouxe resultados concretos”, destaca o governador Carlos Massa Ratinho Junior.
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TENDÊNCIA – Outro dado corrobora o aquecimento no mercado de motocicletas no Paraná após a isenção do tributo. Um balanço da Receita Estadual do Paraná aponta que, em 2025, 770 mil veículos seriam tributados com o IPVA e deixaram pagar o imposto. Em 2026, esse número subiu para 918 mil. Além das vendas, esse balanço aponta transferências de veículos para o Paraná.
Essa tendência também é observada nos outros veículos automotores, após a redução de 45% do IPVA no Paraná. A nova alíquota, que passou de 3,5% para 1,9% nos Estado, foi sancionada em setembro do ano passado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior e passou a valer neste ano.
Com a redução, o número de emplacamentos passaram a crescer no Paraná. De janeiro a abril deste ano, o aumento foi de 38,5% na comparação com o mesmo período de 2025. Foram 229.400 registros no primeiro quadrimestre de 2026, contra 165.659 no mesmo período do ano passado, segundo dados do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran/PR).
Fonte: Governo PR
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