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Política Nacional

Comissão debate situação atual e desafios da Universidade do Distrito Federal

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A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados promove, na terça-feira (19), audiência pública sobre a situação atual, os desafios estruturais, administrativos e pedagógicos e as perspectivas de consolidação da Universidade do Distrito Federal (UnDF). O debate será realizado às 10 horas, no plenário 8.

A audiência atende a pedido da deputada Erika Kokay (PT-DF). Segundo a parlamentar, a UnDF foi criada para ampliar o acesso ao ensino superior público, gratuito e de qualidade no Distrito Federal, com foco na formação de profissionais para áreas estratégicas, como a educação básica.

Erika Kokay afirma que informações divulgadas recentemente apontam para preocupações relacionadas ao funcionamento da universidade, incluindo desafios na estrutura administrativa, na implementação dos cursos, na composição do corpo docente e técnico e no planejamento institucional.

“A UnDF desempenha papel estratégico na ampliação do acesso ao ensino superior público e na formação de profissionais para áreas essenciais, como a educação básica”, afirma.

A UnDF é a Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes, uma instituição pública de ensino superior vinculada ao Governo do Distrito Federal.

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Da Redação – RS

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Comissão aprova cordão de fita roxa como símbolo para identificar pessoas com Alzheimer

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A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 334/26, que cria o cordão de fita roxa como símbolo nacional para identificar pessoas com Alzheimer. A proposta altera a Lei 11.736/08, que institui o Dia Nacional de Conscientização da Doença de Alzheimer (21 de setembro).

O objetivo da medida, apresentada pela deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), é facilitar a identificação de pacientes em espaços públicos para evitar situações de conflito ou constrangimento.

“Sintomas comportamentais típicos, como a perda de filtros sociais e reações impulsivas, são frequentemente mal interpretados por desconhecidos como atos voluntários de desrespeito ou agressão, gerando reações defensivas que agravam a vulnerabilidade do enfermo”, afirmou o relator, deputado Weliton Prado (Solidariedade-MG).

Ele recomendou a aprovação do projeto e disse que o símbolo ajudará a promover uma cultura de respeito e proteção. “A identificação será importante em situações de desorientação ou confusão mental, momentos em que o cordão poderá ser o diferencial para um atendimento adequado, empático e ágil do paciente e de seus familiares”, disse ainda.

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O uso do cordão será facultativo e não substituirá a apresentação de laudos médicos quando a comprovação do diagnóstico for exigida por lei.

A iniciativa é inspirada em outros modelos de identificação visual, como o cordão de girassol, usado para sinalizar deficiências ocultas.

Próximos passos
A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, podendo seguir depois diretamente para o Senado sem precisar passar pelo Plenário da Câmara.

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Sendo.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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