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Política Nacional

Pauta da CDH tem voluntariado, direitos de idosos, acessibilidade e saúde

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A Comissão de Direitos Humanos (CDH) pode votar nove projetos nesta quarta-feira (24), a partir das 11h. Os temas são voluntariado, direitos de idosos, acessibilidade urbana, saúde e inclusão.  Um dos textos, o PL 4.159/2023, que trata de voluntariado juvenil, terá decisão terminativa na comissão — ou seja, se aprovado, poderá seguir diretamente para a Câmara dos Deputados sem passar pelo Plenário. 

Da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que preside a comissão, o PL 4.159/2023 altera o Estatuto da Juventude para incluir o direito ao voluntariado entre os princípios das políticas públicas voltadas aos jovens. 

Acessibilidade e participação popular 

PL 3.181/2019 altera o Estatuto da Cidade para que os planos de rotas acessíveis sejam definidos com audiências públicas e participação de associações da sociedade civil, especialmente de pessoas com deficiência. Do deputado Felipe Carreras (PSB-PE), tem relatório do senador Jorge Seif (PL-SC).  Se aprovada, a proposta seguirá para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). 

Doenças raras 

Com relatoria da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), também está na pauta o PL 4.817/2019, que cria a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Síndromes de Ehlers-Danlos e Transtorno de Hipermobilidade. O objetivo é garantir acesso à saúde, educação e trabalho a esse público. Caso aprovado, seguirá à Comissão de Assuntos Sociais (CAS). 

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Teste do pezinho 

Mara Gabrilli também é a relatora do PL 4.202/2020, que obriga os profissionais de saúde a informarem, durante o pré-natal e no atendimento após o parto, sobre a importância do teste do pezinho, inclusive a versão ampliada. O projeto vem da Câmara e, se aprovado, seguirá para a CAS. 

Acessibilidade em ambulâncias

Outro projeto relatado favoravelmente por Mara Gabrilli é o PL 5.559/2023Do senador Carlos Viana (Podemos-MG), o texto torna obrigatória a acessibilidade em veículos de transporte de saúde, como ambulâncias e vans. Caso aprovada, a proposta seguirá para a CAS. 

Pessoas com transtorno mental 

Proposto pelo senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), o PL 2.315/2021 assegura o direito à educação a pessoas em tratamento psicossocial, inclusive na modalidade de jovens e adultos, quando não for possível a matrícula na rede regular de ensino. O projeto tem como relator Flávio Bolsonaro (PL-RS) e, caso aprovado, segue para a Comissão de Educação (CE). 

Pessoa idosa 

Do senador Ciro Nogueira (PP-PI), o PL 4.795/2023 amplia o Estatuto da Pessoa Idosa para prever habitações assistidas, incentivos para reformas em residências, melhorias em pontos de ônibus e aplicativos de informação adaptados. Flávio Bolsonaro também é relator dessa proposta. Se aprovada, vai à CAS. 

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Fiscalização de asilos 

Asilos poderão passar a ter vistorias anuais. O PL 2.720/2021, que tem o senador Magno Malta (PL-ES) como relator, torna obrigatória a realização de vistorias anuais em instituições de longa permanência para idosos, públicas e privadas, para verificar condições de atendimento e cumprimento de direitos. Se aprovada, a matéria seguirá à Comissão de Transparência e Fiscalização (CTFC). 

Loterias para financiar asilos 

Proposto pelo senador Jayme Campos (União-MT), o PL 1.130/2025 destina parte da arrecadação das loterias esportivas para financiar Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs), com a criação de fonte estável de recursos para o funcionamento desses locais. O texto tem como relatora Damares Alves. Se aprovado, seguirá para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Câmara aprova aumento de pena para crimes contra guarda municipal e segurança privado

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A Câmara dos Deputados aprovou aumento de penas para os crimes de homicídio ou lesão corporal dolosa praticados contra agentes de segurança privada, guardas municipais, agente de segurança socioeducativa, guardas portuários e policiais legislativos. O texto segue agora para o Senado.

O texto aprovado nesta quarta-feira (6) é um substitutivo do relator, deputado Delegado da Cunha (União-SP), ao Projeto de Lei 5744/23, da Comissão de Legislação Participativa. O texto altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) e a Lei de Crimes Hediondos (Lei 8.072/90) para incluir novas categorias de vítimas com proteção penal reforçada.

O projeto original classificava como

Delegado da Cunha comparou a gravidade de matar uma mulher por ser mulher com matar um policial por ser policial. “Os policiais são executados em razão de serem policiais. O criminoso descobre que se trata de um policial e, para ser premiado no crime organizado, ele executa o policial”, disse.

O deputado citou um total de 170 execuções de policiais no ano passado, a maioria durante a folga dos profissionais.

Aumento de pena
O texto aumenta a pena prevista no Código Penal para o homicídio qualificado de 12 a 30 anos de reclusão para 20 a 40 anos. O agravante proposto pelo projeto poderá ser aplicado ainda quando o crime for cometido contra cônjuge, companheiro ou parente, inclusive por afinidade, até o terceiro grau, em razão desse parentesco com os detentores dos cargos citados.

Já a lesão corporal dolosa terá aumento de pena de metade a 2/3 nas mesmas situações. Atualmente, a pena tem aumento de 1/3 a 2/3.

O texto também considera crime hediondo a lesão corporal gravíssima e a lesão seguida de morte contra essas pessoas.

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Segundo o Código Penal, as lesões de natureza gravíssima são aquelas das quais resultam incapacidade permanente para o trabalho; enfermidade incurável; perda ou inutilização de membro, sentido ou função; deformidade permanente; ou aborto.

Condenados por crimes hediondos não podem contar com anistia, graça e indulto ou fiança, e a pena começará a ser cumprida em regime fechado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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