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Agro

Exportação de açúcar ganha ritmo nos portos brasileiros, mas receita externa recua em abril

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A movimentação de açúcar nos portos brasileiros voltou a crescer neste início de maio, impulsionando a programação de embarques para o mercado internacional. Apesar do avanço no line-up de exportação, o setor ainda enfrenta pressão sobre as receitas externas devido à queda dos preços globais da commodity.

Levantamento divulgado pela agência marítima Williams Brasil mostra que 43 navios aguardavam carregamento de açúcar nos portos do país na semana encerrada em 6 de maio, acima das 40 embarcações registradas na semana anterior.

O volume total programado para embarque alcança 1,791 milhão de toneladas, avanço em relação às 1,604 milhão de toneladas previstas no levantamento anterior.

Porto de Santos lidera exportações de açúcar

O Porto de Santos, em São Paulo, concentra a maior parte da programação de embarques do país.

Segundo os dados da Williams Brasil, o terminal paulista deverá responder por 1.399.577 toneladas do total previsto.

Na sequência aparecem:

  • Paranaguá (PR): 245.089 toneladas;
  • São Sebastião (SP): 112 mil toneladas;
  • Maceió (AL): 34.455 toneladas.

O line-up considera embarcações já atracadas, navios aguardando autorização para atracação e também aqueles com previsão de chegada até o dia 29 de junho.

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Açúcar VHP domina embarques brasileiros

A maior parte da carga programada corresponde ao açúcar VHP, principal produto exportado pelo Brasil.

Do total previsto, 1.743.621 toneladas são da variedade VHP a granel, enquanto outras 47.500 toneladas correspondem ao VHP embarcado em sacas.

O mercado segue atento ao fluxo logístico dos portos brasileiros em meio ao avanço da safra 2026/27 da região Centro-Sul, período tradicionalmente marcado por maior intensidade nos embarques do adoçante.

Exportações de açúcar somam 1,18 milhão de toneladas em abril

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que o Brasil exportou 1.184.625 toneladas de açúcar e melaços em abril de 2026.

A receita total obtida com os embarques foi de US$ 440,701 milhões.

A média diária de exportações ficou em 59,231 mil toneladas, considerando 20 dias úteis no mês.

Já a receita diária média alcançou US$ 22,035 milhões.

Queda nos preços reduz faturamento do setor

Apesar do volume expressivo exportado, o setor registrou retração significativa nas receitas em comparação ao mesmo período do ano passado.

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Na comparação com abril de 2025, a receita diária média das exportações caiu 39%, frente aos US$ 36,107 milhões registrados anteriormente.

Em volume, a queda foi de 23,6% sobre as 77,538 mil toneladas embarcadas diariamente no mesmo mês do ano passado.

O preço médio do açúcar exportado também apresentou forte retração. Em abril de 2026, a tonelada foi negociada a US$ 372,00, queda de 20% em relação aos US$ 465,70 registrados em abril de 2025.

Mercado acompanha pressão internacional sobre o açúcar

O desempenho mais fraco das exportações brasileiras reflete o atual cenário de pressão sobre os preços internacionais do açúcar.

O mercado global segue impactado pelas perspectivas de aumento da oferta mundial, pela volatilidade do petróleo e pelo enfraquecimento da demanda em alguns mercados consumidores.

Mesmo assim, o Brasil mantém posição de liderança no comércio global da commodity, sustentado pelo elevado volume produzido e pela forte competitividade logística dos portos exportadores.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Genética de alto desempenho impulsiona eficiência e produtividade na cultura do arroz no Brasil

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Pressão por custos e eficiência redefine decisões no campo

Com o aumento dos custos de produção e margens cada vez mais apertadas, o cultivo de arroz passa por uma mudança estrutural na forma de tomada de decisão. Mais do que nunca, a busca por eficiência no uso de insumos e previsibilidade de resultados tem levado o produtor a reposicionar a escolha da semente como um dos principais pilares do sistema produtivo.

Nesse contexto, a genética deixa de ser apenas um insumo e passa a representar uma ferramenta estratégica para redução de riscos e melhoria do desempenho por hectare.

Campanha da RiceTec reforça papel da genética na rentabilidade da lavoura

A campanha nacional da RiceTec destaca seu portfólio como uma solução voltada à produtividade com estabilidade e melhor custo-benefício. A empresa atua globalmente com programas de pesquisa e desenvolvimento que permitem adaptar materiais às diferentes condições de cultivo, incluindo o cenário brasileiro.

Segundo o engenheiro agrônomo e coordenador de negócios da RiceTec no Brasil, Gustavo Karam, a decisão sobre a semente é hoje um fator central no planejamento da lavoura.

“A escolha da semente deixou de ser uma decisão pontual e passou a ser estratégica dentro do sistema produtivo. O produtor precisa de materiais com alto potencial produtivo, que respondam bem ao manejo e que ajudem a diluir custos ao longo da safra”, afirma.

Pesquisa global e adaptação local sustentam avanço tecnológico

O posicionamento da empresa é sustentado por um histórico de inovação contínua em melhoramento genético, com foco em produtividade, eficiência no uso de insumos e adaptação a diferentes ambientes de produção.

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A presença internacional da RiceTec permite antecipar tendências e acelerar a entrega de soluções agronômicas voltadas à realidade do campo, especialmente em cenários de maior pressão econômica e climática.

Portfólio é dividido em sistemas com propostas distintas de manejo

Na prática, as soluções da empresa são organizadas em dois sistemas tecnológicos principais, desenvolvidos para atender diferentes estratégias produtivas.

Sistema FullPage prioriza estabilidade e alto potencial produtivo

Voltado a áreas que buscam consistência e segurança agronômica, o sistema FullPage reúne materiais com desempenho estável e adaptabilidade a diferentes condições de manejo.

Entre os destaques estão:

  • RT 117 FP: alto teto produtivo, indicado para sistemas com manejo mais intensivo e foco em máxima performance
  • RT 124: combina produtividade com qualidade de grão, atendendo demandas da indústria e do mercado
  • XP 125: apresenta estabilidade produtiva e bom comportamento em diferentes ambientes de cultivo
Sistema Max-Ace amplia eficiência no controle de plantas daninhas

Já o sistema Max-Ace se destaca pela eficiência no manejo de plantas daninhas resistentes, especialmente aquelas com tolerância a herbicidas inibidores de ALS. A tecnologia contribui para maior flexibilidade operacional e redução de perdas no campo.

Entre os materiais, se destacam:

  • RT 117 MA: alia produtividade com eficiência no controle de plantas daninhas
  • RT 739 MA: apresenta desempenho consistente em seletividade e resposta em áreas de alta pressão de daninhas
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Custo-benefício passa a considerar retorno total da safra

Com a evolução dos sistemas produtivos, o conceito de custo-benefício na lavoura de arroz deixa de ser baseado apenas no preço da semente e passa a considerar o retorno gerado ao longo do ciclo produtivo.

Produtividade, redução de perdas e eficiência operacional entram na conta final, influenciando diretamente a rentabilidade por hectare.

Decisão estratégica começa pela genética da lavoura

Em um cenário cada vez mais competitivo, especialistas reforçam que a escolha da semente é um dos primeiros e mais importantes passos para garantir eficiência produtiva.

A combinação entre genética, manejo adequado e planejamento técnico torna-se determinante para alcançar estabilidade e maior previsibilidade de resultados na cultura do arroz.

Aviso técnico da empresa

A RiceTec ressalta que os índices de produtividade de seus materiais (RT 124, RT 125, RT 117 FP, RT 117 MA e RT 739 MA) dependem diretamente de boas práticas agronômicas, como planejamento e acompanhamento técnico contínuo. Por isso, não é possível garantir resultados uniformes em todas as condições de cultivo, que variam conforme manejo, ambiente e região.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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