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Período de defeso do camarão termina nesta quinta-feira no Paraná

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A pesca dos camarões rosa, sete-barbas, branco, santana e barba-ruça por meio de arrasto com tração motorizada em mar aberto voltará a ser permitida no Paraná a partir desta sexta-feira (1º), após o fim do período de defeso da espécie. A medida segue Instrução Normativa do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e visa garantir a reprodução dos crustáceos, sem prejuízos ao ecossistema durante os nove meses de atividades exploratórias.

Agente de execução e fiscal de meio ambiente do Instituto Água e Terra (IAT), Sérgio Augusto da Silva explica que, apesar da liberação, há um limite geográfico para a pesca, que deve se dar fora do perímetro de uma milha náutica (cerca de 1,8 quilômetro). Além disso, destaca ele, as embarcações precisam estar registradas na Capitania dos Portos; há uma lista de equipamentos que podem ser utilizados; e os tripulantes necessitam estar com as carteiras de pesca em dia, com o documento a bordo.

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“O período de proibição de pesca é de extrema importância para o equilíbrio do sistema ambiental. Garantimos, com a medida, a reprodução dos camarões, fazendo com que essas espécies não sejam extintas”, diz o agente.

“Agora, com o fim do defeso, precisamos que os pescadores sigam as regras determinadas pela legislação. O IAT segue fiscalizando em prol da proteção das espécies”, acrescenta.

Além do IAT, a fiscalização no Estado se dá por meio de operações do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) e do Ibama.

COMO FUNCIONA – A pesca de arrasto com tração motorizada é vetada durante esses três meses por ser um método industrial de captura, recolhendo milhares de camarões de uma só vez, o que pode prejudicar seu período de reprodução e, por consequência, a manutenção de suas populações.

Fonte: Governo PR

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Reforço histórico: Estado nomeia mais 168 profissionais para a Polícia Científica

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O Governo do Estado oficializou nesta semana a nomeação de 168 novos profissionais para a Polícia Científica do Paraná (PCIPR), conforme os Decretos n.º 13.471 e 13.472 . É o mesmo número em apenas uma convocação, feita em setembro de 2025, mantendo o maior nível de recomposição do efetivo já registrado na instituição.

A iniciativa reforça o compromisso estadual com a segurança pública e com a modernização dos serviços periciais. Serão 99 peritos e 69 técnicos de perícia.

“A nova nomeação reforça o papel estratégico da Polícia Científica dentro da segurança pública do Paraná. Pelo segundo ano consecutivo, o Estado mantém o maior nível de incorporação de servidores da história da instituição, consolidando um movimento contínuo de fortalecimento da perícia oficial. Nos últimos anos, houve a ampliação das unidades em todas as regiões do Estado e, agora, esse avanço tem continuidade com o reforço no efetivo, ampliando a capacidade de resposta e o atendimento à população”, afirma o secretário da Segurança Pública, Saulo Sanson.

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Os novos profissionais serão distribuídos estrategicamente para atender às demandas das diferentes regiões do Estado. Com a nova nomeação, a instituição ultrapassa a marca de mil servidores em atividade, ampliando significativamente sua capacidade de atendimento e investigação técnico-científica em todo o Paraná. Em 2019, o número total de servidores era inferior a 300.

“Esse reforço no efetivo representa mais um avanço no trabalho que já vem sendo realizado. A Polícia Científica tem um papel central na produção da prova técnica, que sustenta investigações e decisões da Justiça. Com mais servidores, avançamos na capacidade de atendimento, reduzimos prazos e fortalecemos a presença da perícia em todo o Estado, com impacto direto na eficiência do sistema de segurança pública”, destaca o diretor-geral da PCIPR, Ciro Pimenta.

O reforço no efetivo permitirá maior agilidade na produção de laudos e no atendimento de ocorrências, beneficiando diretamente a população.

O curso de formação será dividido em duas etapas, com início no mês de junho para os peritos e em agosto para os técnicos de perícia, com duração prevista de três meses.

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Fonte: Governo PR

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