Agro
Preços da mandioca se mantêm firmes com oferta restrita e demanda aquecida
Os preços da mandioca seguem firmes no mercado brasileiro, sustentados por um cenário de oferta limitada e demanda aquecida. De acordo com análises do Cepea, a última semana foi marcada por menor movimentação no setor, influenciada por fatores pontuais.
Feriado reduz ritmo da indústria e da comercialização
Na semana passada, a maior parte das indústrias reduziu os dias de operação em função do feriado da Paixão de Cristo, celebrado na sexta-feira (3). Ao mesmo tempo, produtores também limitaram a comercialização, seja pela busca por melhores margens, seja pelo recesso no período.
Esse cenário resultou em menor volume de esmagamento da raiz, contribuindo para a manutenção dos preços em patamares estáveis.
Oferta controlada sustenta preços da mandioca
Segundo pesquisadores do Cepea, a combinação de menor oferta e demanda consistente manteve o mercado equilibrado, sem grandes oscilações nos preços.
Além disso, muitos produtores têm adotado uma postura mais cautelosa, evitando elevar a oferta no curto prazo enquanto avaliam melhores oportunidades de comercialização.
Produtores sinalizam retomada das vendas no curto prazo
Com o objetivo de reforçar o caixa, parte dos produtores indica que pode ampliar a comercialização nas próximas semanas. Essa movimentação pode aumentar gradualmente a oferta no mercado, dependendo das condições de colheita.
Chuvas podem limitar avanço da oferta
Apesar da expectativa de maior volume de vendas, a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia indica o retorno das chuvas em grande parte das regiões produtoras a partir desta semana.
As condições climáticas podem dificultar a colheita em algumas áreas, restringindo o avanço da oferta e mantendo o mercado ajustado.
Cenário aponta continuidade de preços firmes
Diante da combinação entre demanda aquecida, oferta ainda limitada e possíveis impactos climáticos, a tendência é de manutenção dos preços da mandioca em níveis firmes no curto prazo.
O comportamento do mercado seguirá atrelado à evolução das condições climáticas e à intensidade da retomada das vendas por parte dos produtores.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Cafés especiais do Brasil podem gerar US$ 17,5 milhões após participação em feira na Austrália
O setor de cafés especiais do Brasil projeta a geração de US$ 17,520 milhões em negócios após participação na Melbourne International Coffee Expo (MICE 2026), realizada na Austrália. A atuação faz parte do projeto “Brazil. The Coffee Nation”, iniciativa da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).
Participação brasileira gera contatos e negócios imediatos na MICE 2026
Durante o evento, realizado entre os dias 26 e 28 de março, oito empresários brasileiros do setor realizaram 280 contatos comerciais. Além disso, foram fechados US$ 1,170 milhão em negócios de forma presencial, com expectativa de mais US$ 16,350 milhões ao longo dos próximos 12 meses.
O resultado reforça a importância da feira como vitrine internacional para os cafés especiais brasileiros e como canal direto de expansão comercial.
MICE 2026 fortalece presença dos cafés brasileiros na Oceania
De acordo com o diretor executivo da BSCA, Vinicius Estrela, a MICE é considerada a principal feira de cafés especiais da Oceania e funciona como uma importante plataforma de conexão entre produtores e compradores internacionais.
O evento reúne importadores da Austrália, Nova Zelândia e países do Sudeste Asiático, como Indonésia e Filipinas, ampliando as oportunidades de negócios e fortalecendo a presença do café brasileiro nesses mercados.
Novas oportunidades comerciais e integração regional
Segundo Estrela, a participação brasileira contribuiu para aproximar exportadores nacionais de importadores e parceiros locais, além de abrir novas possibilidades de atuação.
Entre os destaques estão o desenvolvimento de rodadas de negócios integradas entre Austrália e Nova Zelândia e o crescente interesse de compradores internacionais em visitar o Brasil para conhecer a produção de cafés especiais.
O movimento também reforça a valorização de cafés com maior pontuação, ampliando o potencial de diversificação da oferta brasileira no mercado asiático e oceânico.
Mercado australiano se destaca pela exigência e profissionalização
Outro ponto relevante do mercado australiano é sua forte presença em competições internacionais de café. Baristas do país são reconhecidos pela alta performance técnica e frequentemente figuram entre os melhores do mundo.
Esse cenário reforça o elevado nível de profissionalização do setor na Austrália e evidencia a forte exigência por qualidade, o que consolida o país como um parceiro estratégico para os cafés especiais brasileiros.
Austrália se consolida como mercado estratégico para o café brasileiro
Para a BSCA, a Austrália vem se consolidando como um mercado-chave na Oceania, caracterizado por consumidores exigentes e crescente demanda por cafés de alta qualidade.
Segundo Vinicius Estrela, há um aumento do interesse de compradores internacionais em se aproximar das origens produtoras brasileiras, o que abre espaço para o fortalecimento das relações comerciais e ampliação da presença do café especial do Brasil não apenas na Austrália, mas também em países vizinhos.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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