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Campanha Lava-Pés mobiliza o país para prevenir complicações da diabetes e fortalecer o cuidado na Atenção Primária

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Entre os dias 1º e 9 de abril, o Ministério da Saúde promove a Campanha Lava-Pés 2026, com o objetivo de mobilizar serviços de saúde, instituições de ensino e comunidades para a prevenção de complicações da diabetes — especialmente as que podem levar a amputações.

A iniciativa incentiva a realização de ações simples e efetivas nos territórios, com foco no autocuidado, na identificação precoce de alterações nos pés e no fortalecimento do acompanhamento contínuo pelas equipes da Atenção Primária à Saúde (APS).

A campanha conta com a parceria da Universidade de Pernambuco (UPE), que contribui para a mobilização e qualificação das ações junto aos serviços e à formação em saúde.

Mobilização nos territórios

A campanha convida indivíduos, estados, municípios e instituições a organizarem ações locais, como:

• avaliação dos pés nas unidades de saúde • atividades educativas em salas de espera e espaços coletivos • mobilizações em escolas, universidades e comunidades • participação de estudantes e residentes em ações no território

A população também é chamada a participar, buscando atendimento na unidade de saúde, incentivando familiares e compartilhando informações sobre prevenção.

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Saiba mais sobre a Campanha Lava-Pés: Cuidados com os Pés Diabético

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Oito Centros de Convivência passam a integrar a rede de saúde mental do SUS

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O Brasil passa a contar com oito Centros de Convivência (CECOs), habilitados para integrar a rede de saúde mental do Sistema Único de Saúde (SUS) em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Voltados à convivência, à participação social, à promoção da cidadania e à inclusão social, os CECOs desenvolvem atividades culturais, educativas, esportivas, de lazer, economia solidária e interação comunitária. Os espaços são abertos à população em geral e têm papel estratégico para pessoas em sofrimento psíquico e em situação de vulnerabilidade social, complementando as ações da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).

A medida foi oficializada pelas Portarias GM/MS nº 12.016 e GM/MS nº 12.013, de 23 de julho de 2026, publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Conforme previsto nas normativas, os oito Centros de Convivência (CECOs) habilitados receberão, em conjunto, R$ 300 mil mensais para custeio, o que representa R$ 3,6 milhões em recursos federais por ano para manutenção dos serviços.

Os serviços habilitados serão implantados nos seguintes municípios:

  • Uberlândia (MG)
  • Betim (MG)
  • Boa Esperança (MG)
  • Curvelo (MG)
  • Virgolândia (MG)
  • Contagem Carmo (RJ)
  • Joinville (SC)
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“Os Centros de Convivência já fazem parte da Rede de Atenção Psicossocial há muitos anos e demonstram, na prática, sua potência na promoção da saúde mental, da cidadania e da inclusão social. Com a habilitação e o financiamento federal fortalecemos uma estratégia fundamental para a reabilitação psicossocial e para a construção de vínculos comunitários”, afirma o diretor do Departamento de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde, Marcelo Kimati.

Fortalecimento de laços sociais e à promoção da cidadania

Os Centros de Convivência são espaços comunitários voltados ao fortalecimento de laços sociais, à promoção da cidadania e ao protagonismo dos participantes. Neles, a população em geral pode participar de atividades de convivência, cultura, esporte, lazer e economia solidária que favorecem a inclusão social, a ampliação da circulação nos territórios e a construção de vínculos comunitários.

Entre as iniciativas desenvolvidas nos CECOs estão ações relacionadas à arte, cultura, comunicação, esporte, lazer, economia solidária, comercialização e formalização de empreendimentos. As atividades estimulam a participação social, o protagonismo e a troca de saberes entre os conviventes, que podem atuar tanto como aprendizes quanto como multiplicadores de conhecimentos. Além de fortalecer vínculos comunitários, os espaços contribuem para que os participantes reconheçam suas potencialidades e ampliem suas possibilidades de inclusão social e de geração de renda por meio de iniciativas como artesanato, culinária e outros empreendimentos coletivos.

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Eduarda Paixão
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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