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FNDCT e MCTI avançam em diretrizes estratégicas para ampliar impacto em ciência, tecnologia e inovação

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A 1ª reunião ordinária do Conselho Diretor do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) ocorreu nesta quarta-feira (25), em São Paulo (SP), com foco na atualização de diretrizes e no fortalecimento dos instrumentos de financiamento à pesquisa e à inovação no País. O encontro contou com a participação da ministra do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luciana Santos. 

Entre os principais pontos debatidos, estava a proposta de alteração da Resolução CD/FNDCT nº 5, com o objetivo de incluir condições mais favoráveis para projetos que envolvam parcerias com instituições científicas e tecnológicas (ICTs), além de incentivar a participação de mestres e doutores nas diretrizes de aplicação dos recursos reembolsáveis. 

Os membros do conselho também avançaram nas definições do Plano de Aplicação de Investimentos (PAI) para o período de 2026 a 2030, contemplando recursos reembolsáveis e não reembolsáveis, sob coordenação da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Eles analisaram ainda a proposta de diretrizes para monitoramento e avaliação do fundo, com o objetivo de ampliar a efetividade e a transparência na execução dos investimentos.  

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A reunião também deliberou sobre a prorrogação do grupo de trabalho de governança, além de discutir a proposta de distribuição entre recursos reembolsáveis e não reembolsáveis para o Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2027.  

Durante o encontro, a ministra ressaltou a importância do FNDCT como peça-chave do financiamento das políticas públicas de ciência, tecnologia e inovação no Brasil, contribuindo para o fortalecimento da pesquisa, da infraestrutura científica e da competitividade da indústria nacional. “O FNDCT é um instrumento decisivo para o desenvolvimento nacional. É por meio dele que fortalecemos uma política estruturante de ciência, tecnologia e inovação, alinhada a um projeto de País que busca autonomia, soberania e melhoria das condições de vida da população”, declarou.  

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Contratualização no SUS e os desafios da gestão municipal são debatidos durante o Conasems

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O financiamento da saúde, os modelos de contratação e os principais desafios da gestão municipal estiveram no centro do seminário “Contratualização no SUS: planejamento, instrumentos jurídicos e desafios da gestão municipal”, realizado na manhã desta terça-feira (14), durante o Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), em Porto Alegre. O debate reuniu representantes da gestão pública e especialistas para discutir a contratualização como ferramenta essencial para a organização das redes de atenção à saúde e para a execução das políticas públicas nos territórios. 

Representando o Ministério da Saúde, o secretário adjunto de Atenção Especializada à Saúde, Carlos Amilcar Salgado, destacou a necessidade de um planejamento claro para a contratualização e chamou a atenção para os desafios relacionados ao financiamento do sistema, especialmente diante dos custos da atenção especializada. “Precisamos, antes de tudo, ter clareza sobre o que se pretende contratar. A contratualização começa pelo planejamento, pela identificação das necessidades da rede e pela definição dos resultados que se espera alcançar”, afirmou.

O Ministério da Saúde prevê que o financiamento será uma questão central para o SUS nos próximos anos. Será necessário construir soluções para garantir a sustentabilidade e a ampliação do acesso.

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Seminário debate “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”

Durante o seminário “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”, realizado na tarde desta terça-feira (14), o Ministério da Saúde abordou como o planejamento, o financiamento e a governança fortalecem o cuidado integral no SUS.

Para os técnicos do Ministério, a Atenção Especializada não pode ser vista como uma série de serviços isolados, e sim como um componente estratégico na rede que precisa estar articulado com a Atenção Primária. A integralidade é considerada um eixo estruturante, com a APS coordenando o cuidado, tendo a Atenção Especializada como apoio técnico que amplia a capacidade resolutiva e garante a continuidade assistencial. Além dessa integração, a organização da jornada do usuário também é fundamental para garantir atendimento no tempo certo e evitar desperdícios.

Vigilância epidemiológica

No painel “O papel da vigilância em saúde na redução da mortalidade nos territórios”, o debate técnico destacou a importância do uso de informações epidemiológicas para orientar o planejamento das ações de saúde e apoiar a redução de mortes evitáveis. Entre os temas abordados estiveram o monitoramento das doenças e dos agravos não transmissíveis, das violências e dos acidentes, a qualificação dos sistemas de informação e a integração entre vigilância, Atenção Primária e demais políticas públicas. Também foram apresentadas experiências desenvolvidas por estados e municípios para fortalecer a promoção da saúde, a prevenção e a vigilância nos territórios.

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A organização regional da imunização no Sistema Único de Saúde (SUS) e as estratégias voltadas à ampliação e qualificação das coberturas vacinais também estiveram em debate durante a programação técnica do 39º Congresso do Conasems. O painel abordou temas como planejamento territorial, monitoramento de indicadores e organização das ações de vacinação, com destaque para o microplanejamento como instrumento de apoio à definição de estratégias adaptadas às diferentes realidades dos municípios.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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