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Brasil

MTE discute cooperação com Banco Mundial para qualificação e geração de empregos

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, recebeu, nesta segunda-feira (9), representantes do Banco Mundial na sede do MTE, em Brasília.

O encontro teve como objetivo reforçar o relacionamento institucional, renovar o diálogo estratégico e reafirmar o compromisso de cooperação em agendas estruturantes relacionadas ao mercado de trabalho, à geração de empregos e à qualificação profissional no Brasil.

Ao agradecer a visita, Luiz Marinho destacou o papel histórico do Banco Mundial como parceiro estratégico do país e manifestou disposição para aprofundar a cooperação técnica e desenvolver iniciativas conjuntas de médio e longo prazo. “O Ministério tem tarefas gigantescas, em particular neste período de grande velocidade nas transformações das relações e do mercado de trabalho. Pensar em parcerias tem essa magnitude. Agradeço imensamente a oportunidade de trocar experiências e de expressar os nossos desafios”, afirmou o ministro.

Cooperação técnica internacional

O Banco Mundial tem acompanhado e apoiado tecnicamente as iniciativas conduzidas pela Secretaria Nacional de Qualificação, Emprego e Juventude do MTE, inclusive no diálogo estabelecido com o governo da República da Coreia, voltado à transferência de conhecimento e de boas práticas internacionais.

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Durante o encontro, a diretora do Banco Mundial para o Brasil, Cecile Fruman, destacou a queda na taxa de desemprego no país e ressaltou a importância da parceria estratégica com o MTE. “Para o Banco Mundial, o emprego é a meta central. Tudo o que fazemos, atividades de financiamento e de produção de conhecimento, tem como objetivo gerar mais emprego e inclusão social. Então, essa parceria com este Ministério é realmente central para nós”, pontuou.

No âmbito da cooperação técnica já em curso entre o Ministério do Trabalho e Emprego e o Banco Mundial, destacam-se iniciativas como a modernização do Sistema Nacional de Emprego (Sine), o fortalecimento do Sistema de Informação do Mercado de Trabalho (SIMT), a digitalização e integração dos serviços públicos de emprego e o aperfeiçoamento das políticas ativas de emprego e qualificação profissional.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Brasil

Lucila da Rocha Lopes é exemplo da liderança feminina na pesca no Espírito Santo

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Hoje, 29 de junho, é Dia Mundial do Pescador. Até o dia 4 de julho, pela primeira vez, também comemoramos a Semana Nacional de Promoção da Pesca Artesanal. A iniciativa foi criada pelo Governo Federal por meio da Lei nº 15.414, sancionada pelo presidente Lula em maio deste ano. A ideia é promover a pesca artesanal, atividade que, além de grande relevância econômica, é um símbolo cultural e de resistência das comunidades tradicionais. 

Para celebrar a vida dos nossos pescadores e pescadoras, O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) apresenta a série “Águas que Ouvem”. Vamos contar um pouco sobre pessoas que fazem a diferença na pesca nas 5 regiões do país. E para começar, vamos contar a história da Lucila, pescadora artesanal de Itapemirim (ES). 

Lucila da Rocha Lopes é um exemplo de liderança feminina na pesca artesanal. Ela é pescadora desde os 13 anos e atualmente é presidente da Colônia Z-10 de Itaipava/Itapemirim. Também teve protagonismo na criação da Associação de Mulheres da Pesca de Itapemirim.  

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Sua trajetória é marcada pelo pioneirismo. Ela foi a responsável direta por solicitar e articular a criação da Frente Parlamentar da Pesca junto ao legislativo, garantindo voz política ao setor. Além disso, foi pioneira no estado do Espírito Santo na busca pela implementação do Projeto Catrapovos (Comissão de Alimentos Tradicionais dos Povos), uma parceria com o Ministério Público Federal (MPF) para garantir alimentação saudável e geração de renda para comunidades tradicionais, lutando pela soberania alimentar e desburocratização sanitária.  

Lucila construiu parcerias sólidas com o Instituto Federal do Espírito Santo (IFESCampus Piúma), com a Petrobras e com instituições como Incaper, Sebrae e Senar. Juntos, ofereceram formações multidisciplinares para a capacitação dos pescadores e pescadoras da região, com cursos como o de processamento de pescado, panificação, confeitaria e salgados, visando agregar valor ao produto local. 

A pescadora também correu atrás de outras grandes conquistas estruturais para a comunidade. Entre elas, a construção da sede da Colônia Z-10 e da fábrica de gelo de Itapemirim, que contribuiu para o armazenamento adequado do pescado, melhorando a produção de mais de 3.500 pescadores. 

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Além disso, foi uma das lideranças selecionadas para representar o Espírito Santo na elaboração do documento nacional “20 Demandas das Mulheres Pescadoras Artesanais”. Este trabalho reuniu lideranças de diversos estados para unificar pautas sobre saúde, previdência e reconhecimento profissional das mulheres junto ao Governo Federal e ao Congresso. 

A vida de Lucila é apenas um dos milhares de exemplos de histórias de mulheres e homens que brilham na pesca artesanal e fazem da atividade muito mais que uma fonte de sustento para a família, mas um modo de vida que respeita a natureza, os saberes tradicionais e a cultura de um povo.

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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