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Ironman Curitiba tem paranaense no pódio e previsão de R$ 30 milhões na economia

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Curitiba recebeu neste domingo (8), pela primeira vez, uma etapa do Ironman Brasil 70.3, a maior competição de triatlo da América Latina. Com 1,4 mil participantes de 15 países e 25 estados, tanto o pódio masculino como o feminino foram dominados por brasileiros, com a curitibana Pietra Meneghini representando muito bem a casa ao alcançar o segundo lugar entre as mulheres.

A largada foi às 6h30 na Represa do Passaúna, com 1,9 quilômetro de natação. De lá, os triatletas partiram para a prova de ciclismo, com uma pedalada de 90 quilômetros entre Araucária e Campo Largo, na Região Metropolitana. A etapa se encerrou com uma corrida de 21 quilômetros no Parque Barigui. A premiação do pódio contou com a presença da primeira-dama do Paraná, Luciana Saito Massa.

No masculino, o primeiro lugar ficou com Fernando Toldi, que completou as três modalidades com uma marca de 03:53:05. Logo atrás veio Reinaldo Colucci, com um tempo de 03:55:28. E com 03:57:50, Enzo Krauss completou o pódio.

A capixaba Pamella Nascimento de Oliveira foi a campeã entre as mulheres, fechando as provas em 04:31:28. A prata da casa Pietra Meneghini atingiu a marca de 04:40:22, alcançando a vice-liderança. O pódio foi completo com Giovanna Alves Opipari, que encerrou a competição com 04:48:41.  

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A etapa de Curitiba abre o calendário da competição no Brasil e é classificatória para o Ironman 70.3 que acontece em setembro em Nice, na França. As próximas provas acontecem em Brasília (26/4), Rio de Janeiro (9/8), São Paulo (20/9), Florianópolis (18/10) e Aracaju (29/11). também na modalidade 70.3, seguindo o mesmo padrão de distâncias. No Brasil, apenas a prova de encerramento, em Florianópolis (31/11), o desafio é completo, com 3,8 km de natação, 180 km de ciclismo e 42,2 km de corrida.

IRONMAN

ESPORTE E TURISMO – O Ironman movimenta não apenas o esporte, como também o turismo na Capital. A expectativa da organização é de que o evento esportivo movimente R$ 30 milhões, com impacto positivo nos setores de hospedagem, transporte, serviços e gastronomia. Além das provas, os eventos da marca Ironman também contam com a Ironman Village, uma feira de produtos esportivos que movimentou o Parque Barigui desde a quinta-feira (5).

“O Ironman é um evento que transcende a esfera esportiva porque movimenta muito o turismo. A gente está com 1.400 atletas de 15 países, de 25 estados brasileiros, aqui em Curitiba”, explicou Carlos Galvão, CEO da Unlimited Sports, que organiza a competição. “E diferentemente de uma corrida de rua, o atleta não viaja sozinho, cada um deles traz consigo de três a seis pessoas. É um evento que traz cerca de 7 mil, 8 mil pessoas, que ficam de três a cinco dias no destino, movimentando o setor hoteleiro e de turismo”.

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Fonte: Governo PR

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Paraná

Homem denunciado pelo MPPR é condenado a 36 anos e 8 meses de prisão por feminicídio cometido na presença da filha da vítima em Nova Prata do Iguaçu

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O Tribunal do Júri de Salto do Lontra, no Sudoeste do estado, condenou na última sexta-feira, 2 de outubro, um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná pelo feminicídio da companheira, ocorrido em 16 de maio de 2025, no município de Nova Prata do Iguaçu. O réu foi condenado a 36 anos e 8 meses de reclusão pelo feminicídio e também por posse ilegal de munições de uso permitido.

Áudio do Promotor de Justiça Leonardo Penna Guedes Amin

De acordo com a denúncia, o crime ocorreu após uma discussão entre o réu e a vítima e foi motivado por sentimento de posse e controle em relação à mulher. O homem ficou inconformado com vídeos que ela publicava na rede social TikTok e a atacou com uma faca dentro da residência do casal. A filha da vítima, de seis anos, estava presente no local no momento do crime.

Após o feminicídio, o condenado deixou a filha na casa do avô paterno, dirigiu-se à residência da irmã da vítima e relatou o ocorrido. Na sequência, foi até o destacamento da Polícia Militar, onde se entregou.

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Aumento de pena – O Conselho de Sentença reconheceu o feminicídio e as três causas de aumento de pena: o fato de o crime ter sido cometido na presença física de descendente da vítima, o emprego de meio cruel e a utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.

Além da condenação pelo feminicídio, o homem foi condenado por posse ilegal de munições de uso permitido. Após o crime, foram encontradas seis munições calibre .38 no guarda-roupas do réu.

Processo 0001557-68.2025.8.16.0149.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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