Agro
“Rota da Alegria” estreia em março e promete consolidar Minas Gerais como destino nacional do off-road
A contagem regressiva começou para um dos maiores eventos de turismo de aventura do país. Entre os dias 6 e 11 de março, Minas Gerais será palco da Rota da Alegria, um projeto que une off-road, turismo, cultura e gastronomia em um roteiro inédito pelo interior do Estado.
O lançamento oficial contará com a participação especial da Equipe Malacabados Off Road, de São Paulo, em conexão com o Aeroporto Presidente Itamar Franco, fortalecendo Minas Gerais como um dos principais polos nacionais de turismo off-road.
Projeto une aventura, turismo e desenvolvimento regional
Idealizada pelo empreendedor Francisco Cabral (Xyko Éocombatente), em parceria com a professora Luciana Rampi, a iniciativa é mais uma criação da marca Éocombatente, Vem com a Gente e Rede Asa — responsáveis por roteiros premiados como Rota do Café e Cachaça, Conexão Brasil – Cobras do Off Road, Veredas da Fé e Caminho da Luz Divina.
A Rota da Alegria surge como um roteiro turístico que conecta municípios históricos, comunidades autênticas e paisagens naturais, valorizando o turismo sustentável e regional. O projeto tem apoio da Rede Asas Brasil – Associação Nacional de Desenvolvimento da Educação, Cultura, Turismo e Eventos, reforçando o caráter coletivo, educativo e social da proposta.
Parcerias fortalecem o evento e o turismo regional
A realização conta com o apoio de diversas prefeituras e empreendimentos locais, incluindo Brás Pires, Goianá, Lavras Novas e Ouro Preto, além de parceiros como LOBEC Motors, Hotel Coqueiro Goianá, Pousada Palavras Novas, PMMG, Mesa Administrativa de Lavras Novas, OUROTRAN, CGM de Ouro Preto, Cachaça Tia Maria, Cachaça Só Nicó e Bar do Cassim.
O evento busca fortalecer o turismo regional e gerar impacto econômico positivo nas comunidades participantes.
Rota da Alegria conecta tradição, natureza e cultura mineira
O trajeto principal da Rota da Alegria integra mais de 20 municípios mineiros, incluindo Goianá, Rio Novo, Tabuleiro, Mercês, Silverânia, Rio Pomba, Cipotânea, Rio Espera, Brás Pires, Senhora de Oliveira, Piranga, Itaverava, Catas Altas da Noruega, Mariana e Ouro Preto, entre outros.
O roteiro se ramifica em conexões que valorizam o turismo rural e comunitário, ampliando as experiências dos visitantes com aventuras off-road, gastronomia local e manifestações culturais.
Experiências off-road e roteiros para todos os públicos
A Rota da Alegria faz parte de um conjunto de expedições organizadas pela equipe Vem com a Gente, com itinerários que incluem destinos como Jalapão, Chapada Diamantina, Serra da Canastra, Lençóis Maranhenses, Estrada Real, Capitólio, Montanhas Capixabas e Pantanal.
As atividades são voltadas para veículos 4×4 e 4×2, motos, UTVs, quadriciclos, cavalgadas e caminhadas, com roteiros que combinam aventura, natureza e cultura mineira. Para quem não possui veículo, há opções de locação e suporte logístico completo — incluindo traslado aéreo, hospedagem e alimentação.
“A Rota da Alegria é uma celebração das estradas, das tradições e das pessoas que fazem de Minas um destino único. Cada trilha é uma nova história”, destaca Francisco Cabral (Xyko Éocombatente).
Turismo de experiência e cultura mineira em destaque
Os roteiros da Rota do Café e Cachaça e da Conexão Brasil – Cobras do Off Road também estão com inscrições abertas para 2026 e 2027, oferecendo imersões culturais entre cafés especiais, cachaças artesanais, queijos, vinhos, doces, frutas e trilhas ecológicas.
Essas expedições têm como objetivo promover o turismo de experiência, conectando o público à autenticidade das comunidades locais e à riqueza cultural de Minas Gerais e do Brasil.
Para mais informações, inscrições e reservas, os interessados podem entrar em contato pelo telefone (32) 99934-4777 (Xyko).
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Colheita da safrinha de milho avança no Centro-Sul, mas estiagem reduz potencial produtivo em importantes regiões
A colheita da segunda safra de milho 2026 começou a ganhar ritmo no Centro-Sul do Brasil, impulsionada principalmente pelo avanço dos trabalhos em Mato Grosso. No entanto, enquanto algumas regiões projetam produtividades elevadas, outras já enfrentam impactos significativos da estiagem, que compromete o potencial produtivo das lavouras.
Levantamento divulgado pela AgRural aponta que, até a última quinta-feira (28), a colheita da safrinha havia alcançado 2,4% da área cultivada na região Centro-Sul do país. O percentual representa avanço em relação aos 0,9% registrados na semana anterior e supera os 1,3% observados no mesmo período do ano passado.
Mato Grosso lidera a colheita da safrinha
Maior produtor nacional de milho, Mato Grosso segue ditando o ritmo da colheita brasileira. As condições climáticas favoráveis e o bom desenvolvimento das lavouras permitiram o avanço das máquinas em diversas regiões do estado.
O Paraná aparece na sequência, embora em ritmo mais lento. A elevada umidade em parte das áreas produtoras ainda limita o andamento dos trabalhos, exigindo maior cautela dos produtores para preservar a qualidade dos grãos.
Além de Mato Grosso e Paraná, as expectativas de produtividade permanecem positivas em Mato Grosso do Sul e no sul de São Paulo, regiões que foram beneficiadas por melhores condições climáticas durante o ciclo da cultura.
Estiagem preocupa produtores em Minas Gerais e Goiás
Se por um lado algumas áreas caminham para resultados satisfatórios, por outro a falta de chuvas tem causado preocupação crescente em importantes polos produtores do país.
No norte de São Paulo, em Minas Gerais e em Goiás, produtores já iniciaram os cálculos das perdas provocadas pela estiagem prolongada registrada nos últimos meses. A redução da umidade no solo durante fases decisivas do desenvolvimento das plantas comprometeu o enchimento dos grãos e limitou o potencial produtivo de parte das lavouras.
Técnicos do setor relatam que os impactos variam conforme a região e a época de plantio, mas há expectativa de reduções expressivas na produtividade em áreas mais afetadas pelo déficit hídrico.
Mercado acompanha definição da safra brasileira
O desempenho da segunda safra de milho é acompanhado com atenção pelo mercado interno e pelos importadores internacionais. A safrinha responde por aproximadamente 75% da produção nacional do cereal e tem papel fundamental no abastecimento doméstico e nas exportações brasileiras.
Nas próximas semanas, o avanço da colheita permitirá uma avaliação mais precisa dos resultados produtivos em cada estado, especialmente nas regiões atingidas pela seca.
Analistas destacam que, apesar das perdas localizadas, o potencial de boa produção em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e parte de São Paulo pode contribuir para manter o Brasil entre os maiores exportadores mundiais de milho em 2026.
Clima seguirá determinando os resultados finais
A reta final da colheita será decisiva para consolidar o tamanho da safra brasileira. Enquanto produtores das regiões mais favorecidas aguardam produtividades acima da média, aqueles que enfrentaram estiagem seguem revisando suas projeções e calculando os impactos econômicos sobre a rentabilidade da temporada.
O comportamento climático das próximas semanas também será importante para garantir o avanço dos trabalhos de campo e preservar a qualidade dos grãos colhidos, fator essencial para a comercialização no mercado interno e externo.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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