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Agro

Plantio da 2ª Safra de Feijão Avança no Paraná e Alcança 71% da Área Prevista

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O plantio da segunda safra 2025/26 de feijão no Paraná segue em ritmo acelerado, alcançando 71% da área prevista, segundo dados do Departamento de Economia Rural (Deral), órgão vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab). Apesar do bom andamento das lavouras, a área cultivada nesta temporada será menor que a do ciclo anterior.

Área plantada tem queda, mas produção deve crescer

De acordo com o Deral, a área estimada para a 2ª safra de feijão é de 292,9 mil hectares, o que representa redução de 16% em relação aos 348,5 mil hectares da temporada passada.

Mesmo com a diminuição da área, a produção deve apresentar crescimento de 2%, atingindo 552,1 mil toneladas, frente às 539,1 mil toneladas colhidas na safra 2024/25.

A expectativa positiva se deve ao bom desempenho das lavouras e ao avanço da produtividade média, projetada em 1.885 quilos por hectare, acima dos 1.571 quilos por hectare registrados no ciclo anterior.

Lavouras mostram bom desenvolvimento e condições climáticas favoráveis

O relatório mais recente do Deral aponta que 97% das lavouras estão em boas condições e 3% em situação média. As plantações estão distribuídas nas fases de germinação (37%), crescimento vegetativo (62%) e floração (1%).

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Na semana anterior, o plantio cobria 39% da área total, com proporção semelhante de lavouras em boas condições. Naquele período, as fases de desenvolvimento estavam mais diversificadas, incluindo germinação (36%), crescimento vegetativo (52%), floração (6%), frutificação (4%) e maturação (2%).

Esses dados indicam que as condições climáticas vêm favorecendo o avanço do plantio e o desenvolvimento das lavouras, especialmente nas principais regiões produtoras do estado.

Colheita começa, mas ainda é incipiente

A colheita da 2ª safra de feijão já foi iniciada em algumas regiões do Paraná, porém, segundo o Deral, ainda não chega a 1% da área total. O avanço deve ganhar ritmo nas próximas semanas, à medida que novas áreas atinjam o ponto ideal de maturação.

A expectativa é de que a boa qualidade das lavouras contribua para manter o Paraná como um dos principais produtores de feijão do país, com uma safra tecnicamente sólida e produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Minas Gerais amplia exportação de produtos de maior valor agregado e reforça protagonismo no agronegócio

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Exportações mineiras crescem em valor médio e mostram perfil de produtos premium

O agronegócio de Minas Gerais iniciou 2026 reafirmando sua vocação para exportar produtos com maior valor agregado. Em janeiro, o valor médio por tonelada exportada pelo estado chegou a quase US$ 1,6 mil, superando com folga a média nacional, de US$ 680 por tonelada, segundo dados da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa).

De acordo com a assessora técnica da Seapa, Manoela Teixeira, o resultado confirma a tendência de diversificação e de valorização da pauta mineira. “Minas exportou, em média, o dobro do valor por tonelada registrado no Brasil, o que mostra um perfil cada vez mais voltado para produtos de maior preço unitário, além da tradicional força do café”, destaca.

No total, o estado embarcou 776,4 mil toneladas de produtos agropecuários em janeiro, com alta de 6,8% no volume em relação ao mesmo mês do ano anterior. A receita, no entanto, registrou leve queda de 9,6%, somando US$ 1,2 bilhão, o que manteve Minas na 3ª posição entre os maiores exportadores do país, com 11,5% de participação nacional. Segundo Teixeira, o recuo no valor se deveu a ajustes conjunturais de preços e à composição da pauta, sem perda de competitividade.

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Diversificação amplia mercados e fortalece presença internacional

O agronegócio mineiro exportou 318 diferentes produtos para 134 países em janeiro, refletindo uma pauta diversificada e em expansão. Os principais destinos foram:

Estados Unidos – US$ 162 milhões
  • China – US$ 144 milhões
  • Alemanha – US$ 112 milhões
  • Japão – US$ 81 milhões
  • Itália – US$ 73 milhões

O destaque ficou por conta dos Emirados Árabes Unidos, cujas compras de produtos mineiros cresceram 72%, alcançando US$ 30 milhões, evidenciando o fortalecimento da demanda em um mercado considerado estratégico para o estado.

Café segue líder, mas carnes e soja ganham espaço

O café, principal produto de exportação de Minas Gerais, movimentou US$ 787 milhões em janeiro, com embarque de 1,7 milhão de sacas. Apesar das quedas de 19,1% em valor e 38,8% em volume em relação ao mesmo período de 2025, o produto continua sendo o carro-chefe das exportações mineiras.

O setor de carnes (bovina, suína e de frango) teve o melhor desempenho do mês, com receita de US$ 138 milhões, alta de 22,6%. O volume também cresceu 6,8%, totalizando 37 mil toneladas, consolidando a importância do segmento para o agro estadual.

O complexo soja — que inclui grão, farelo e óleo — foi outro destaque, registrando um aumento expressivo de 323% na receita e 315% no volume exportado. O total alcançou US$ 66 milhões e 139 mil toneladas, resultado do avanço da colheita e da recuperação de preços no mercado internacional.

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Setores tradicionais mantêm desempenho estável

O complexo sucroalcooleiro (açúcar e etanol) apresentou leve retração de 1,5% na receita, que somou US$ 101,6 milhões, mas aumentou 39,6% no volume, chegando a 293 mil toneladas.

As exportações de produtos florestais alcançaram US$ 86 milhões e 151 mil toneladas, com reduções de cerca de 10,8% em valor e 10,9% em volume, refletindo ajustes na demanda internacional.

Frutas, oleaginosas e amendoim batem recordes

O segmento de frutas teve desempenho recorde para o mês de janeiro, com US$ 502 mil exportados e 515 toneladas embarcadas, impulsionado por produtos como limão e abacate, que tiveram crescimento expressivo tanto em valor quanto em volume.

Os produtos oleaginosos também apresentaram bons resultados, somando US$ 1,7 milhão e 1,8 mil toneladas, com destaque para óleos e sementes. Já o segmento de preparações de amendoim atingiu recorde histórico, com US$ 4 milhões exportados e 3 mil toneladas, ampliando a diversificação da pauta mineira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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