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MMA divulga Relatório de Qualidade do Ar 2025 e registra aumento de 44% na rede de monitoramento desde 2022

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O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) divulgou, nesta quarta-feira (25/2), o Relatório Anual de Acompanhamento da Qualidade do Ar 2025. O documento apresenta informações sobre o monitoramento da poluição atmosférica no país e reforça o compromisso do Governo do Brasil com a saúde pública, a proteção dos ecossistemas e o enfrentamento da mudança do clima.  

A publicação consolida dados referentes ao ano de 2024 e reúne informações enviadas pelos órgãos estaduais de Meio Ambiente (OEMA), além de dados coletados em plataformas públicas. 

O relatório apresenta análises sobre a evolução da rede de monitoramento, sua cobertura territorial, os poluentes avaliados e a representatividade espacial e temporal das estações. 

Em 2024, o país contabilizou 570 estações de monitoramento da qualidade do ar, o que representa aumento de 91 unidades (19%), em relação ao relatório anterior. Na comparação com 2022, quando havia 395 estações, foram incorporadas 175 novas unidades à rede, o que corresponde a um crescimento de 44% no período. 

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No levantamento, constam ainda perspectivas de expansão da rede de monitoramento, medidas de gestão das principais fontes emissoras e informações sobre os Relatórios de Avaliação da Qualidade do Ar elaborados pelos órgãos estaduais. 

O secretário nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental, Adalberto Maluf, destacou que a consolidação de um banco de dados nacional permitiu a análises de tendência, sazonalidade e número de ultrapassagens aos padrões de qualidade do ar. “Conseguimos aprovar importante políticas públicas para melhoria da qualidade do ar nesses últimos anos, Agora com as séries temporais consolidadas, poderemos ter informações inéditas que ampliam a base técnica para formulação e aprimoramento de políticas públicas”, pontuou.  

A iniciativa integra o processo de fortalecimento da governança nacional da qualidade do ar e amplia a base técnica para a formulação de políticas públicas orientadas por evidências. 

Disponível em relatório digital e em plataforma interativa, a publicação oferece ferramentas para visualização, análise e download de dados. 

Acesse o relatório aqui. 

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Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA   

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Brasil apresenta compromissos para concretizar Política Nacional em fórum da ONU sobre migração

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Nova Iorque, 11/5/2026 – O Brasil voltou a participar do debate internacional sobre políticas públicas de migração durante o II Fórum Internacional de Revisão das Migrações, realizado em Nova York (EUA), de 5 a 8 de maio. O encontro contou com a participação dos ministérios da Justiça e Segurança Pública (MJSP), das Relações Exteriores (MRE) e dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC).

O fórum ocorre a cada quatro anos na sede da Organização das Nações Unidas, no âmbito do Pacto Global para Migração Segura, Ordenada e Regular, e é considerado o principal espaço internacional de debate sobre políticas migratórias. O MJSP foi representado pela Secretaria Nacional de Justiça (Senajus), com a participação da secretária nacional de Justiça, Maria Rosa Loula, e do diretor do Departamento de Migrações (Demig), Victor Semple.

Durante o evento, países, organismos e sociedade civil debateram temas como integração social, governança de dados, mudanças climáticas, direitos trabalhistas e reunificação familiar de migrantes. Em painel sobre migração, qualificação profissional e transição justa, Maria Rosa Loula destacou que o Brasil tem demonstrado ser possível conciliar acolhimento e responsabilidade, com garantia de acesso à saúde, trabalho e proteção para migrantes.

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“Fortalecer essas políticas é essencial não apenas para acolher pessoas com dignidade, mas também para construir uma mobilidade laboral mais justa e integrada, enfrentando desafios como idioma e qualificação com apoio conjunto do setor público e privado”, ressaltou.

Em parceria com os governos do México e da Colômbia, a delegação brasileira também promoveu evento sobre a implementação do Pacto Global na América Latina, que contou com a participação de representantes de Portugal, Uruguai e Guatemala.

O Brasil apresentou, pela primeira vez, avanços em governança migratória e boas práticas de acolhimento desenvolvidos nos últimos anos. Além disso, o País anunciou 11 compromissos para fortalecer essas políticas e ampliar a proteção a migrantes, refugiados e apátridas.

Compromissos apresentados pelo Brasil

1. Promover a coesão social e combater a xenofobia;
2. Promover o retorno seguro e digno de brasileiros retornados;
3. Promover a implementação, o acompanhamento e o monitoramento da Política Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia (PNMRA);
4. Promover governança migratória inclusiva e ampliar mecanismos de participação direta de migrantes, refugiados e apátridas;
5. Fortalecer a prevenção e a erradicação da apatridia nos âmbitos regional e global, com incentivo à adesão à Convenção para Redução dos Casos de Apatridia e ampliação da participação na Aliança Global para a Erradicação da Apatridia;
6. Aperfeiçoar normativas internas e políticas públicas voltadas à garantia do direito à reunião familiar de migrantes e refugiados;
7. Promover a implementação dos planos de trabalho das cinco redes temáticas da Conferência Sul-Americana sobre Migrações (CSM);
8. Fortalecer o Programa Brasileiro de Acolhida Humanitária por Patrocínio Comunitário, em parceria com organizações da sociedade civil, como via complementar de admissão e acolhimento de pessoas em necessidade de proteção internacional;
9. Fortalecer respostas sustentáveis e centradas na vítima no atendimento a pessoas afetadas pelo tráfico humano;
10. Fortalecer a governança de dados sobre tráfico de pessoas e contrabando de migrantes;
11. Fortalecer ações de prevenção e cooperação internacional no enfrentamento ao tráfico de pessoas e ao contrabando de migrantes.

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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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